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Alívio e Gratidão pela Clareza Bíblica sobre o Divórcio

Alguém que me escreveu no YouTube:

Irmão Josué Matos, dou graças a Deus pela sua vida em Cristo. Não pense que desejo bajulá-lo; falo com sinceridade. As palavras que o irmão compartilhou em resposta ao meu questionamento sobre minha situação como homem divorciado trouxeram-me grande convencimento e alívio. Esse assunto inquietava profundamente tanto a mim quanto à minha esposa, e a explicação que o irmão apresentou trouxe paz ao nosso coração.

Assisti também à resposta que o irmão deu no YouTube a respeito de o divórcio ser pecado, e fiquei maravilhado com a clareza ao explicar que o divórcio é resultado do pecado, e não aquilo que eu imaginava anteriormente. Louvo a Deus por essa orientação tão necessária.

Que o Senhor Jesus continue a prosperá-lo na ministração da Sua Palavra. Deus o abençoe, irmão Matos.

Minha Resposta:

Graça e paz no Nome do Senhor Jesus.

Fiquei profundamente tocado pela sua mensagem. A gratidão que você expressou não é para comigo, mas para com o próprio Deus, que pela Sua Palavra traz luz, consolo e clareza a corações sinceros que desejam andar na verdade. Sou apenas um instrumento muito imperfeito; toda honra e glória pertencem ao Senhor Jesus, que ilumina, corrige, conforta e liberta.

A inquietação que você carregava — e que também afligia sua esposa — é algo que muitos filhos de Deus têm enfrentado ao longo dos anos. O tema do divórcio é delicado, doloroso e muitas vezes envolto em confusão. Mas quando deixamos de lado opiniões humanas e nos voltamos para as Escrituras, a verdade se torna clara: o divórcio não é criação de Deus; ele é resultado direto da dureza do coração humano. O próprio Senhor Jesus disse isso ao responder aos fariseus, mostrando que o mandamento de Moisés não instituía o divórcio como algo conforme a vontade divina, mas apenas reconhecia a realidade de um povo que não queria obedecer (Mateus 19:7-8).

Ao entender isso, muita angústia se desfaz. Porque quando a pessoa percebe que o divórcio não é uma solução divina, mas uma consequência da queda humana, ela deixa de se ver como alguém que praticou um ato “autorizado por Deus”, e passa a compreender que está vivendo as consequências de algo que nunca fez parte do ideal do Criador. Essa distinção traz alívio, pois coloca as coisas no devido lugar: o pecado está na origem do divórcio — não necessariamente no indivíduo que sofreu o divórcio, mas no próprio enredo humano marcado pela queda.

E é precisamente aqui que a graça brilha. Há perdão, renovação e caminho com Deus para quem se volta para o Senhor Jesus em sinceridade. O passado pode ser doloroso, mas não define o presente de alguém que anda à sombra da cruz.

Fico feliz, meu irmão, em saber que a resposta que você leu trouxe paz ao seu coração e ao de sua esposa. Isso não vem da minha habilidade, mas da fidelidade da Palavra de Deus. Oro para que o Senhor continue a confirmar no íntimo de vocês a segurança, a direção e a maturidade espiritual necessárias para avançarem com tranquilidade e firmeza.

Que Ele, que conhece todas as histórias em profundidade, sustente o seu lar, guarde o seu coração e o da sua esposa, e lhes conceda uma caminhada frutífera, centrada na pessoa maravilhosa do Senhor Jesus Cristo.

Permaneço ao seu dispor em Cristo.

Josué Matos