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A total incoerência do "cristianismo" e da Bíblia

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A total incoerência do "cristianismo" e da Bíblia:

  1. O bug inicial: Um Deus supostamente onisciente e perfeito cria um universo infinito, mas decide focar toda a sua atenção em um planeta minúsculo. Lá, ele cria um casal de humanos e coloca no jardim uma árvore com a instrução explícita de não comer o fruto. Como ele é onisciente, já sabia, antes de criar o mundo, que os humanos iriam falhar. Mesmo assim, deixa todo o cenário preparado.

  2. A culpa herdada: Os humanos comem o fruto. Em vez de o Criador assumir a falha de projeto da sua própria criação, ele joga a culpa na criatura. Pior: estabelece que todos os descendentes daquele casal, bilhões de pessoas milhares de anos depois, já nasçam afetados pelo chamado "pecado original". Assim, cada pessoa nasceria condenada por algo que não praticou.

  3. A solução: Para resolver o problema, Deus não simplesmente perdoa, mas estabelece um sistema de sacrifícios que culmina no envio de Seu Filho ao mundo para morrer na cruz.

  4. O ultimato: O sacrifício foi realizado, mas a salvação não seria automática. Ela dependeria da fé em Cristo. Quem não acredita nessa mensagem estaria condenado ao juízo eterno.

Na minha opinião, esse roteiro não faz sentido. Quando leio a Bíblia e encontro leis severas, guerras e relatos difíceis, concluo que ela é apenas um documento antigo produzido por homens para controlar pessoas por meio do medo e da promessa de recompensa futura.

Minha Resposta:

Agradeço por expor sua opinião de forma clara. As questões que você levanta são antigas e, em grande parte, já eram debatidas nos primeiros séculos do cristianismo. A diferença está em que muitas dessas críticas partem de pressupostos que a própria Bíblia nunca afirma.

Primeiro, Deus criou o homem com liberdade moral. Se Adão e Eva fossem incapazes de escolher, não haveria amor verdadeiro nem responsabilidade moral. A existência da árvore do conhecimento do bem e do mal não foi uma armadilha, mas uma oportunidade para que a obediência fosse voluntária. Deus conhecia o futuro, mas conhecer um acontecimento não significa causá-lo. A Escritura distingue claramente entre a presciência de Deus e a responsabilidade humana (Deuteronômio 30:19; Josué 24:15; Tiago 1:13-15).

Segundo, a Bíblia não ensina que as pessoas são condenadas porque cometeram pessoalmente o pecado de Adão. Ela ensina que, por causa da queda, toda a humanidade passou a possuir uma natureza pecaminosa e, por isso, todos pecam. "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23). Cada pessoa também responde diante de Deus pelos seus próprios pecados (Ezequiel 18:20).

Terceiro, quanto à morte de Cristo, ela não foi Deus tentando convencer a Si mesmo a perdoar. Foi o próprio Deus demonstrando simultaneamente Sua justiça e Seu amor. A justiça divina exige que o pecado seja julgado; o amor divino providenciou o substituto. "Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8). "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito..." (João 3:16). A cruz revela tanto a gravidade do pecado quanto a grandeza da graça.

Quarto, a salvação mediante a fé não é um pedido para acreditar sem evidências. A fé bíblica é confiança baseada no testemunho de Deus. Os apóstolos afirmavam que Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou, apresentando testemunhas oculares desses acontecimentos (1 Coríntios 15:3-8). Deus convida o homem a crer, mas não obriga ninguém. O mesmo Deus que oferece gratuitamente a salvação também respeita a decisão daqueles que a rejeitam.

Sobre as leis severas e os juízos registrados no Antigo Testamento, é importante lembrar que eles ocorreram em contextos históricos específicos e revelam a santidade e a justiça de Deus diante do pecado. Ao mesmo tempo, a Bíblia apresenta um Deus paciente, misericordioso e pronto a perdoar os que se arrependem (Êxodo 34:6-7; Salmo 103:8-13). O Novo Testamento mostra o pleno desenvolvimento desse propósito em Cristo, que veio "buscar e salvar o que se havia perdido" (Lucas 19:10).

Por fim, afirmar que a Bíblia é apenas um instrumento de controle social não explica sua preservação ao longo de milênios, a unidade de sua mensagem escrita por cerca de quarenta autores em aproximadamente quinze séculos, nem a profunda transformação produzida na vida de incontáveis pessoas que encontraram em Cristo perdão, esperança e uma nova vida. A mensagem central das Escrituras não é a do medo, mas a da reconciliação: "Reconciliai-vos com Deus" (2 Coríntios 5:20).

Cada pessoa é livre para aceitar ou rejeitar essa mensagem, mas a decisão deve ser tomada após examinar cuidadosamente aquilo que a Bíblia realmente ensina, e não apenas as caricaturas frequentemente feitas a seu respeito.

Josué Matos

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Por que razões alguns afirmam que o Evangelho de Mateus foi escrito em língua hebraica ou aramaica?

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Bom dia, irmão Josué.

Por favor, por que razões alguns afirmam que o Evangelho de Mateus foi escrito em língua hebraica ou aramaica? Isto é verdade? Por que é importante para essas pessoas afirmarem isso?

Alguns também afirmam que a Grande Comissão, no último capítulo, seria de origem posterior para induzir as pessoas a crerem na doutrina bíblica da Trindade.

Como podemos responder a isso, irmão Josué?

Obrigado desde já.

Minha Resposta:

Essa é uma excelente pergunta, pois envolve tanto a história da transmissão do Novo Testamento quanto a confiabilidade das Escrituras.

Em primeiro lugar, é verdade que alguns escritores antigos, como Papias (século II), mencionaram que Mateus teria organizado os "oráculos" do Senhor em "língua hebraica". Entretanto, essa afirmação tem sido entendida de diferentes maneiras.

Alguns estudiosos acreditam que Papias estivesse se referindo a uma coleção inicial dos ensinos de Cristo em hebraico ou aramaico, usada entre os judeus. Outros entendem que ele se referia ao próprio Evangelho de Mateus. O problema é que nenhum manuscrito hebraico ou aramaico antigo desse Evangelho chegou até nós.

Todos os manuscritos antigos de Mateus que possuímos, inclusive os mais antigos conhecidos, são em língua grega. Além disso, o texto apresenta características típicas de uma composição originalmente grega, como jogos de palavras, construções gramaticais e numerosas citações do Antigo Testamento seguindo, muitas vezes, a tradução grega conhecida como Septuaginta.

Portanto, não existe evidência manuscrita de que o Evangelho de Mateus preservado pela Igreja tenha sido originalmente escrito em hebraico ou aramaico. A evidência disponível favorece fortemente o texto grego que chegou até nós.

Quanto ao motivo de alguns insistirem numa origem hebraica, muitas vezes isso ocorre porque desejam defender determinadas teorias segundo as quais o texto grego teria sido alterado posteriormente. Entre essas teorias está a alegação de que Mateus 28:19 teria sido modificado para incluir a fórmula:

"Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo."

Alguns afirmam que essa expressão teria sido acrescentada séculos depois para apoiar a doutrina da Trindade.

Entretanto, essa teoria não encontra apoio nas evidências históricas.

Todos os manuscritos gregos conhecidos que contêm Mateus 28 apresentam essa leitura. Da mesma forma, antigas versões em latim, siríaco e copta também a preservam. Além disso, escritores cristãos dos séculos II e III já citavam esse texto muito antes do Concílio de Niceia.

Outro argumento frequentemente apresentado é que, no livro de Atos dos Apóstolos, os convertidos eram batizados "em nome de Jesus Cristo" (Atos 2:38; 8:16; 10:48; 19:5).

Mas isso não representa uma contradição.

Em Mateus 28:19, o Senhor Jesus estabeleceu a fórmula do batismo. Já em Atos, a expressão "em nome de Jesus Cristo" identifica a autoridade sob a qual aquelas pessoas eram batizadas, distinguindo o batismo cristão dos demais batismos conhecidos pelos judeus, como o batismo de João Batista.

É semelhante a alguém dizer hoje que determinada pessoa foi presa "em nome da lei". Isso não significa que essas palavras precisem ser pronunciadas literalmente no momento da prisão, mas indica sob qual autoridade o ato foi realizado.

Outro detalhe importante é que a doutrina da Trindade não depende apenas de Mateus 28:19.

A Bíblia inteira apresenta o Pai como Deus (João 6:27), o Filho como Deus (João 1:1; João 20:28; Tito 2:13; Hebreus 1:8) e o Espírito Santo como Deus (Atos dos Apóstolos 5:3-4). Ao mesmo tempo, afirma claramente que existe um só Deus (Deuteronômio 6:4; Isaías 45:5; 1 Coríntios 8:4-6).

Portanto, a doutrina da Trindade não foi construída sobre um único versículo, mas sobre o conjunto da revelação bíblica.

Devemos lembrar ainda da promessa do próprio Senhor:

"O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar." (Mateus 24:35)

E também:

"Toda a Escritura é inspirada por Deus." (2 Timóteo 3:16)

Assim, não temos razão para desconfiar da autenticidade de Mateus 28:19. A evidência manuscrita, o testemunho da Igreja primitiva e a harmonia das Escrituras apontam para a preservação fiel desse texto.

Josué Matos

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A Bíblia é tão ridícula que nem teve a capacidade de criar seus próprios mitos, copiou tudo de religiões mais antigas?

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A Bíblia é tão ridícula que nem teve a capacidade de criar seus próprios mitos, copiou tudo de religiões mais antigas:

  1. O Gênesis é um fork de mitos sumérios e babilônicos.

A história da criação do mundo em sete dias e a formação do homem a partir do barro não têm nada de originais. Isso é uma cópia resumida do Enuma Elish (o poema épico babilônico da criação). Lá, os deuses moldam a humanidade a partir da argila misturada com sangue divino para que os homens trabalhem para eles. Os escribas hebreus limparam o politeísmo, colocaram o deus deles no comando, mas mantiveram a mesma estrutura de modelagem de barro.

  1. O Dilúvio e a cópia descarada de Noé.

O mito de Noé, da arca, dos animais entrando em pares e da pomba enviada para ver se a água tinha baixado é apresentado como um plágio da Epopeia de Gilgamesh e do Mito de Atrahasis. Lá, Utnapishtim recebe o alerta de um deus, constrói uma embarcação enorme, coloca sua família e os animais dentro, enfrenta a tempestade global e, no fim, envia uma pomba, uma andorinha e um corvo para testar a terra firme.

  1. Até as leis de Moisés foram "chupadas" de fora.

Afirma-se que o Código de Hamurábi seria a verdadeira origem da Lei de Moisés e que o princípio "olho por olho, dente por dente" foi simplesmente copiado, bem como a imagem de um homem recebendo leis diretamente de uma divindade.

  1. O transplante da escatologia zoroastriana.

Afirma-se que conceitos como batalha final, ressurreição, juízo final e salvador nasceram no zoroastrismo e foram posteriormente incorporados pelos autores do Novo Testamento.

  1. Jesus como decalque de mitos solares pagãos.

Alega-se que Jesus foi moldado a partir de figuras como Mithra, Hórus, Dionísio e o Sol Invicto, citando o dia 25 de dezembro, os doze apóstolos e a estrela dos magos como elementos de origem astronômica e pagã.

  1. Jó e o "Justo Sofredor" da Suméria e Babilônia.

Alega-se que o livro de Jó seria apenas uma adaptação dos textos "O Homem e seu Deus" e Ludlul Bel Nemeqi.

  1. José do Egito: o épico do decalque helênico.

Afirma-se que José seria apenas uma versão judaica da história de Édipo, baseada em sonhos, destino inevitável e resolução de enigmas.

  1. Ester: o teatro de bonecos dos deuses da Babilônia.

Alega-se que Ester deriva de Ishtar, Mardoqueu de Marduk e Hamã de Humman, concluindo que o livro seria uma alegoria mitológica e não um relato histórico.

Minha Resposta:

Essas afirmações parecem impressionantes quando apresentadas em sequência, mas elas confundem duas coisas completamente diferentes: semelhanças culturais e dependência literária.

Primeiro, o fato de existirem relatos antigos sobre criação, dilúvio ou leis não prova que a Bíblia os copiou. Pelo contrário, é perfeitamente natural que povos descendentes de um mesmo tronco humano preservassem lembranças comuns de acontecimentos antigos. Depois da dispersão em Babel (Gênesis 11), diferentes povos levaram consigo memórias que, ao longo dos séculos, foram sendo modificadas, misturadas com politeísmo e elementos mitológicos.

O relato bíblico distingue-se justamente por sua simplicidade, coerência e caráter histórico. Enquanto os mitos mesopotâmicos apresentam guerras entre deuses, violência divina e criação do homem para servir de escravo dos deuses, Gênesis apresenta um único Deus eterno, soberano e santo, que cria todas as coisas pela Sua palavra e faz o homem à Sua imagem e semelhança (Gênesis 1:26-27).

O mesmo acontece com o dilúvio. A existência de dezenas de tradições antigas sobre uma grande inundação mundial fortalece a ideia de que um evento dessa natureza realmente marcou a memória coletiva da humanidade. A Bíblia apresenta um relato moral e histórico, explicando a causa do juízo: a corrupção universal do homem (Gênesis 6:5-7). Nos relatos pagãos, os deuses agem por capricho ou por incômodo.

Quanto ao Código de Hamurábi, é verdade que existem leis semelhantes. Mas isso é esperado em qualquer sociedade organizada. Leis sobre homicídio, roubo, propriedade ou falso testemunho aparecem em muitos povos porque tratam da convivência humana. A diferença é que a Lei de Moisés possui um fundamento moral e espiritual muito superior, revelando o caráter santo de Deus e estabelecendo princípios que vão muito além da simples punição.

A afirmação de que o Novo Testamento copiou o zoroastrismo também não resiste à análise histórica. O Antigo Testamento já fala sobre Satanás (Jó 1 e 2; Zacarias 3), ressurreição (Daniel 12:2), juízo futuro (Eclesiastes 12:14) e reino de Deus muito antes da redação dos evangelhos. Os apóstolos não estavam criando uma nova religião, mas anunciando o cumprimento das profecias já registradas séculos antes.

Quanto a Jesus Cristo, as comparações com Mithra, Hórus ou outros deuses solares são repetidas frequentemente na internet, mas raramente são acompanhadas de documentos antigos que as sustentem. Não existe registro histórico confiável dizendo que Mithra nasceu de uma virgem, morreu pelos pecados da humanidade ou ressuscitou ao terceiro dia. Muitas dessas alegações surgiram em obras populares modernas, e não em textos antigos.

Sobre o dia 25 de dezembro, a própria Bíblia nunca afirma que o Senhor Jesus nasceu nessa data. A data foi adotada posteriormente por razões históricas e litúrgicas, mas a fé cristã nunca dependeu dela. O evangelho está fundamentado na morte e na ressurreição de Cristo, acontecimentos testemunhados por centenas de pessoas (1 Coríntios 15:3-8).

Também é comum alegar que Ester deriva de Ishtar ou que Mardoqueu deriva de Marduk. Mesmo que haja semelhanças fonéticas, isso não transforma automaticamente uma narrativa histórica em um mito. Nomes semelhantes aparecem frequentemente entre diferentes culturas sem que uma história dependa da outra. Além disso, o fato de o nome de Deus não aparecer no livro de Ester não significa que Ele esteja ausente. Toda a narrativa mostra Sua providência dirigindo os acontecimentos em favor do Seu povo.

Finalmente, é importante observar que a Bíblia foi escrita por cerca de quarenta autores, durante aproximadamente mil e quinhentos anos, em três continentes e em três idiomas diferentes, mantendo uma unidade doutrinária extraordinária. Ela apresenta uma única linha de pensamento: a queda do homem, a promessa do Redentor, a vinda do Senhor Jesus Cristo e a salvação pela graça mediante a fé.

A questão central não é se existem histórias antigas semelhantes, mas qual delas explica melhor a realidade, possui coerência histórica, unidade interna e cumprimento profético. A Bíblia continua sendo o único livro que apresenta centenas de profecias cumpridas na pessoa do Senhor Jesus Cristo, escritas muitos séculos antes do Seu nascimento, morte e ressurreição.

Josué Matos

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Se você acha que vai para o 'céu', leia Eclesiastes, é o único livro da Bíblia que não mente para você!

 Alguém que me escreveu no YouTube:

Tiozinho, vá catar latinhas e procure outro trouxa para enganar, para cima de mim NÃO! Você jogou sua vida na lata de lixo estudando um monte de mentiras! Se você acha que vai para o 'céu', leia Eclesiastes, é o único livro da Bíblia que não mente para você!

Minha Resposta:

Olá.

Percebo que você discorda daquilo que ensino, e isso faz parte de qualquer debate. No entanto, a verdade não é determinada pelo tom da conversa, mas pelo que Deus revelou nas Escrituras.

Você cita o livro de Eclesiastes como se ele anulasse o restante da Bíblia. Porém, o próprio Eclesiastes foi escrito para mostrar a limitação da perspectiva "debaixo do sol", isto é, da vida vista apenas do ponto de vista humano. Repetidamente o livro conclui que tudo é vaidade quando Deus é deixado de lado.

No final do livro, o próprio escritor apresenta a conclusão: "Teme a Deus e guarda os seus mandamentos, porque este é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda obra" (Eclesiastes 12:13-14). Se existe um juízo futuro, então a existência do homem não termina na sepultura.

Além disso, toda a revelação bíblica confirma a continuidade da existência após a morte. O Senhor Jesus ensinou que Deus é "Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó" e acrescentou: "Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos" (Mateus 22:32). Em Lucas 16:19-31, o Senhor descreve conscientemente a situação do rico e de Lázaro após a morte. Em João 5:28-29, declarou que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a Sua voz e sairão para ressurreição da vida ou para ressurreição da condenação.

O apóstolo Paulo também escreveu que o crente deseja "partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor" (Filipenses 1:23), e afirmou que estar ausente do corpo é estar presente com o Senhor (2 Coríntios 5:8).

Portanto, a esperança do céu não é uma invenção humana, mas uma promessa do próprio Senhor Jesus: "Na casa de meu Pai há muitas moradas... vou preparar-vos lugar" (João 14:2-3).

Não espero convencer ninguém por meio de ofensas ou discussões, mas convido você a examinar toda a Bíblia, e não apenas um livro isolado. Quem lê as Escrituras com sinceridade encontra um Deus santo, um Salvador que morreu pelos pecadores e uma promessa de vida eterna para todo aquele que crê no Senhor Jesus Cristo.

Josué Matos

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