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Por que você cobra (vídeos reservados aos membros)?

 Alguém que me escreveu no YouTube:

Por que você cobra (vídeos reservados aos membros)? O Evangelho nos diz que de graça recebemos e de graça devemos dar. Em determinados assuntos, tem que pagar. Isso cheira a comercializar a fé.

Minha Resposta:

Agradeço pelo seu comentário e pela oportunidade de esclarecer essa questão, pois acredito que existe um equívoco quanto à maneira como os vídeos são disponibilizados no meu canal do YouTube.

Em primeiro lugar, concordo plenamente com a afirmação de que o Evangelho deve ser anunciado gratuitamente. A Palavra de Deus não é uma mercadoria, a salvação não está à venda e ninguém deve transformar as coisas espirituais em instrumentos de exploração financeira.

O próprio Senhor Jesus declarou:

"De graça recebestes, de graça dai." (Mateus 10:8).

Entretanto, é importante compreender a diferença entre cobrar para ensinar a Palavra de Deus e receber contribuições voluntárias de pessoas que desejam ajudar nas despesas de um trabalho dedicado à divulgação dessa mesma Palavra.

1. Por que alguns vídeos aparecem primeiro para os membros do canal?

Vou explicar como funciona o meu canal, porque talvez essa informação ajude a esclarecer a sua dúvida.

Eu produzo diversos vídeos antecipadamente e os deixo agendados no YouTube para serem publicados em determinadas datas. Isso significa que os vídeos já estão gravados, editados e preparados, mas ainda não chegaram ao dia programado para sua publicação pública.

O próprio YouTube disponibiliza um recurso que permite oferecer esses vídeos antecipadamente aos membros do canal, ou seja, às pessoas que, voluntariamente, decidiram contribuir financeiramente para apoiar o trabalho realizado.

Esses membros recebem o benefício de assistir aos vídeos antes da data prevista para a publicação.

Entretanto, quando chega o dia programado, os mesmos vídeos são disponibilizados gratuitamente para todas as pessoas, sejam membros ou não.

Portanto, ninguém precisa pagar para assistir aos meus ensinamentos bíblicos. A contribuição dos membros não é uma condição para receber a Palavra de Deus, mas uma maneira voluntária de apoiar o trabalho, tendo como benefício o acesso antecipado aos conteúdos.

Não estou vendendo assuntos bíblicos, tampouco separando determinadas doutrinas para que somente quem paga possa conhecê-las.

Existe uma diferença muito grande entre comercializar a fé e utilizar um recurso legítimo de uma plataforma para permitir que pessoas interessadas contribuam voluntariamente com a manutenção de um trabalho.

2. A Palavra de Deus é gratuita, mas os meios utilizados para divulgá-la têm custos

Talvez nem sempre as pessoas percebam que a produção de conteúdos cristãos também envolve despesas.

A mensagem que transmito é gratuita, mas a câmera utilizada para gravar os vídeos não foi gratuita. O computador, os equipamentos, os programas de edição, a manutenção do site e os demais recursos utilizados também representam investimentos financeiros.

Além disso, existe todo um trabalho de preparação, estudo, gravação, edição, publicação e manutenção dos materiais disponibilizados.

Também mantenho conteúdos escritos, estudos bíblicos, livros e outros recursos que podem ser consultados gratuitamente.

Nada disso surge automaticamente, sem dedicação, tempo ou recursos materiais.

Evidentemente, não considero que essas despesas me deem o direito de cobrar pela Palavra de Deus. Apenas explico que, quando alguém decide contribuir voluntariamente, está ajudando a custear os meios utilizados para que o conteúdo continue sendo produzido e divulgado gratuitamente.

3. O que a Bíblia ensina sobre o sustento daqueles que trabalham na divulgação do Evangelho?

É interessante observar que o mesmo Novo Testamento que nos ensina a anunciar gratuitamente a mensagem de Deus também reconhece a legitimidade do auxílio material àqueles que trabalham na Sua obra.

O apóstolo Paulo escreveu:

"Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho." (1 Coríntios 9:14).

Observe que Paulo não estava ensinando que os pregadores deveriam vender suas mensagens. Ele estava demonstrando que aqueles que dedicam tempo e esforços à divulgação do Evangelho podem legitimamente receber sustento material.

No mesmo capítulo, encontramos esta pergunta:

"Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais?" (1 Coríntios 9:11).

Paulo estabelece uma distinção entre o trabalho espiritual e o auxílio material.

É verdade que, em determinadas circunstâncias, ele preferiu não exercer esse direito, trabalhando com as próprias mãos para não criar qualquer obstáculo à divulgação do Evangelho (1 Coríntios 9:12-18; Atos dos Apóstolos 18:3).

Entretanto, isso não significa que condenasse o recebimento de contribuições voluntárias.

Pelo contrário, quando escreveu aos filipenses, agradeceu pelo auxílio material que havia recebido:

"Porque também uma e outra vez me mandastes o necessário a Tessalônica." (Filipenses 4:16).

E acrescentou:

"Não que procure dádivas, mas procuro o fruto que cresça para a vossa conta." (Filipenses 4:17).

Essas ofertas não representavam a compra de ensinamentos espirituais, mas uma expressão de comunhão e participação na obra do Senhor.

Encontramos ainda outra orientação em Gálatas 6:6:

"E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui."

Portanto, precisamos ter cuidado para não condenar como comercialização da fé aquilo que as próprias Escrituras reconhecem como uma contribuição material legítima.

4. O próprio Senhor Jesus recebeu auxílio material durante Seu ministério

Você mencionou corretamente que o Senhor Jesus ensinou que devemos dar gratuitamente aquilo que gratuitamente recebemos.

Mas também é importante considerar o que encontramos em Lucas 8:1-3.

Essa passagem apresenta algumas mulheres que acompanhavam o Senhor Jesus e Seus discípulos e que contribuíam com seus próprios bens para atender às necessidades daquele grupo.

O Senhor não cobrava pelas mensagens que anunciava, mas isso não impedia que pessoas voluntariamente contribuíssem para as necessidades materiais relacionadas ao Seu ministério terreno.

Em Lucas 10:7, o próprio Senhor declarou:

"Digno é o trabalhador do seu salário."

Naturalmente, não estou comparando o meu trabalho pessoal ao ministério perfeito do Senhor Jesus. Estou apenas demonstrando que receber auxílio material e vender a Palavra de Deus são duas coisas completamente diferentes.

5. Ninguém é obrigado a contribuir

Gostaria de deixar algo muito claro: ninguém precisa tornar-se membro do meu canal.

Quem não deseja contribuir pode continuar acompanhando os vídeos normalmente, sem qualquer prejuízo quanto ao acesso aos conteúdos que são publicados gratuitamente.

A contribuição é inteiramente voluntária.

A Bíblia declara:

"Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria." (2 Coríntios 9:7).

Embora essa passagem trate especificamente de uma coleta para atender às necessidades de outros santos, ela também nos apresenta um princípio importante quanto à disposição voluntária de contribuir.

Não deve existir constrangimento, pressão psicológica ou exploração financeira.

Também concordo que precisamos rejeitar qualquer tentativa de transformar a fé em comércio. O apóstolo Paulo advertiu sobre aqueles que fazem da piedade uma fonte de lucro (1 Timóteo 6:5), e Pedro condenou os falsos ensinadores que, movidos pela avareza, fazem negócio das pessoas (2 Pedro 2:3).

Mas é justamente por reconhecer a seriedade dessas advertências que considero importante distinguir a exploração religiosa do apoio financeiro voluntário.

Uma pessoa que contribui para ajudar na manutenção de um trabalho cristão não está comprando a Palavra de Deus. Está simplesmente colaborando para que outras pessoas também possam continuar recebendo gratuitamente os conteúdos produzidos.

6. Antes de concluir que existe uma cobrança, procure conhecer os fatos

A Bíblia nos ensina:

"Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha." (Provérbios 18:13).

Compreendo que, ao encontrar um vídeo identificado como exclusivo para membros, alguém possa inicialmente imaginar que estou cobrando pelo acesso àquele ensinamento.

Mas a explicação é simples: trata-se de uma disponibilização antecipada. O vídeo será posteriormente publicado para todos, gratuitamente.

Não considero justo afirmar que estou comercializando a fé sem primeiro compreender como funciona esse recurso do YouTube.

Tenho dedicado tempo, recursos e esforços à produção e divulgação desses materiais. Aqueles que desejam ajudar financeiramente podem fazê-lo, e aqueles que não desejam continuam sendo igualmente bem-vindos para acompanhar os conteúdos gratuitos.

Minha intenção não é vender o Evangelho, mas utilizar os recursos disponíveis para ampliar a divulgação da Palavra de Deus.

Se alguém deseja contribuir para ajudar a custear os equipamentos, os programas, a produção dos vídeos e a manutenção desse trabalho, sou grato. Se não deseja ou não tem condições, continuará tendo acesso gratuito aos vídeos quando forem publicados.

A salvação é gratuita, a mensagem do Evangelho é gratuita e continuará sendo anunciada gratuitamente.

Espero que esse esclarecimento ajude a compreender melhor a diferença entre cobrar pela fé e receber apoio voluntário para sua divulgação.

Para concluir, deixo uma reflexão: se reconhecemos que a divulgação da Palavra de Deus é importante, por que considerar errado que algumas pessoas desejem contribuir voluntariamente para ajudar aqueles que investem seus próprios recursos nessa atividade?

O apoio material não diminui a gratuidade da mensagem. Pelo contrário, quando utilizado corretamente, pode contribuir para que ela alcance ainda mais pessoas.

Que o Senhor nos conceda discernimento para rejeitar a verdadeira comercialização da fé, sem condenar aquilo que as próprias Escrituras reconhecem como legítimo.

Josué Matos

Conheça Nossos Aplicativos:

O senhor poderia falar sobre o que distinguia os homens israelitas das mulheres israelitas em suas vestimentas? Ambos usavam vestidos, mas havia algo que os diferenciava!

 Alguém que me escreveu no Instagram:

O senhor poderia falar sobre o que distinguia os homens israelitas das mulheres israelitas em suas vestimentas? Ambos usavam vestidos, mas havia algo que os diferenciava! Então, hoje, condenar uma irmã por usar calça feminina seria desonestidade!

Minha Resposta:

A pergunta é pertinente, pois nos leva a examinar o que as Escrituras realmente ensinam sobre as vestimentas masculinas e femininas, especialmente à luz de Deuteronômio 22:5:

“Não haverá traje de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher; porque qualquer que faz isto abominação é ao SENHOR teu Deus.”

Para compreendermos corretamente essa passagem, precisamos considerar o contexto histórico, a distinção estabelecida por Deus entre homem e mulher e os princípios de modéstia apresentados no Novo Testamento.

1. Como se vestiam os homens e as mulheres em Israel?

Nos tempos bíblicos, tanto os homens quanto as mulheres utilizavam vestimentas que, para os nossos olhos modernos, poderiam ser chamadas de túnicas ou vestidos.

Entretanto, isso não significa que suas roupas fossem necessariamente idênticas.

Havia diferenças relacionadas ao formato, ao comprimento, à maneira de vestir, aos acessórios e aos costumes próprios de cada sexo. Embora algumas peças tivessem características semelhantes, a apresentação masculina e a feminina eram reconhecíveis dentro daquela sociedade.

Um exemplo interessante encontra-se em Êxodo 28:42, quando Deus ordenou que fossem confeccionados calções de linho para os sacerdotes, destinados a cobrir a nudez. Isso demonstra que não podemos simplesmente transportar as classificações modernas de roupas para os tempos bíblicos.

A questão fundamental não era se ambos utilizavam peças semelhantes às nossas túnicas, mas se a maneira de vestir preservava a distinção entre homem e mulher.

2. O que Deus está ensinando em Deuteronômio 22:5?

O mandamento estabelece que a mulher não deve usar aquilo que caracteriza o homem, assim como o homem não deve vestir aquilo que caracteriza a mulher.

O princípio está relacionado à preservação da distinção entre os sexos, estabelecida pelo próprio Criador.

Gênesis 1:27 declara:

“E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.”

A distinção entre homem e mulher não é uma invenção cultural, mas faz parte da ordem estabelecida por Deus na criação.

Portanto, não devemos interpretar Deuteronômio 22:5 como se Deus estivesse simplesmente estabelecendo uma lista universal de peças de roupa que permaneceria idêntica em todas as culturas e épocas.

Por outro lado, também seria um erro concluir que, por existirem diferenças culturais, o princípio apresentado nessa passagem deixou de ter importância.

A aplicação exige discernimento. O cristão deve procurar preservar, inclusive na maneira de se apresentar, a distinção entre o masculino e o feminino, sem permitir que as transformações dos costumes eliminem aquilo que Deus estabeleceu.

3. Então, uma mulher cristã pode usar calça feminina?

A resposta exige cuidado, pois não devemos reduzir o ensino bíblico a uma simples discussão sobre o nome ou o modelo de determinada peça de roupa.

Deuteronômio 22:5 estabelece que deve existir uma distinção reconhecível entre a apresentação masculina e a feminina. Esse princípio não deve ser abandonado pelo fato de os costumes e as tendências da moda terem mudado ao longo dos séculos.

É verdade que atualmente existem calças fabricadas e comercializadas especificamente para mulheres. Entretanto, essa classificação comercial, por si só, não resolve a questão espiritual. O cristão não deve permitir que a indústria da moda determine os seus padrões de conduta.

Também é necessário considerar o ensino de 1 Timóteo 2:9-10, que orienta as mulheres cristãs a se vestirem com modéstia, pudor e discrição.

Portanto, a avaliação do vestuário não deve limitar-se à pergunta sobre determinada peça ser chamada de masculina ou feminina. É necessário considerar se ela preserva adequadamente a distinção entre os sexos, se expressa modéstia e se corresponde ao testemunho que convém àqueles que professam servir a Deus.

Uma saia ou um vestido não são automaticamente modestos apenas por serem peças tradicionalmente femininas. Da mesma forma, não devemos estabelecer uma conclusão doutrinária sem examinar cuidadosamente os princípios apresentados nas Escrituras.

O nosso propósito não deve ser justificar os costumes modernos nem transformar preferências pessoais em mandamentos divinos, mas procurar, com sinceridade, aquilo que agrada ao Senhor.

4. A modéstia cristã vai além de uma peça de roupa

O Novo Testamento apresenta orientações importantes sobre a maneira como a mulher cristã deve se apresentar.

Em 1 Timóteo 2:9-10, lemos:

“Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia [...] como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus, com boas obras.”

Observe que o apóstolo Paulo não limita a orientação a uma peça específica. Ele apresenta princípios que devem governar toda a maneira de vestir.

O vestuário deve expressar honestidade, pudor, modéstia e uma atitude coerente com a profissão de fé cristã.

Pedro também ensina que a verdadeira beleza da mulher cristã não deve estar concentrada na aparência exterior, mas no caráter:

“Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus.” (1 Pedro 3:4).

Isso não significa que a aparência exterior seja irrelevante. Significa que ela deve estar subordinada àquilo que Deus valoriza.

Uma pessoa pode vestir uma peça considerada tradicionalmente adequada e, ainda assim, utilizá-la de maneira incompatível com a modéstia cristã.

Por isso, não basta perguntar: “Esta roupa é permitida?”. Também devemos perguntar: “Esta maneira de vestir demonstra reverência, discrição e desejo de agradar ao Senhor?”.

5. Devemos condenar uma mulher cristã simplesmente porque usa calça?

Aqui precisamos distinguir entre ensinar um princípio bíblico, examinar sua aplicação e emitir um julgamento sobre a condição espiritual de alguém.

Não seria correto afirmar que uma mulher está necessariamente em rebeldia contra Deus apenas porque utiliza uma peça comercialmente identificada como calça feminina, sem considerar cuidadosamente a questão à luz das Escrituras.

Isso, entretanto, não significa que o assunto deva ser tratado com indiferença ou que todas as formas de vestuário sejam igualmente apropriadas.

Há cristãos que, examinando Deuteronômio 22:5 e os princípios de modéstia do Novo Testamento, entendem que a mulher deve evitar o uso de calças, mesmo quando confeccionadas especificamente para o público feminino. Essa posição não deve ser ridicularizada nem simplesmente descartada como uma tradição sem fundamento.

O importante é que a convicção seja formada diante de Deus, mediante um exame sincero das Escrituras, e não apenas pela pressão dos costumes modernos ou pela reprodução automática de práticas tradicionais.

Também devemos ter cuidado para não confundir uma preferência pessoal com uma declaração expressa da Palavra de Deus.

O Senhor Jesus advertiu contra o perigo de transformar tradições humanas em mandamentos divinos (Marcos 7:8). Ao mesmo tempo, as Escrituras não nos autorizam a utilizar a liberdade cristã como justificativa para abandonar a santidade e a modéstia.

Paulo escreveu:

“Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm.” (1 Coríntios 6:12).

Portanto, a nossa preocupação não deve ser encontrar o limite mínimo do que podemos usar sem sermos repreendidos, mas desenvolver uma consciência sensível à vontade de Deus.

6. Qual deve ser, então, a atitude da mulher cristã?

A mulher cristã deve procurar apresentar-se de maneira que honre ao Senhor, preserve sua identidade feminina e manifeste modéstia e discrição.

Antes de escolher uma roupa, algumas perguntas podem ajudar na reflexão:

  • Esta vestimenta preserva adequadamente a distinção entre homem e mulher?
  • É uma roupa modesta, ou chama atenção indevida para o corpo?
  • Minha escolha é motivada pelo desejo de agradar a Deus ou simplesmente por acompanhar os padrões do mundo?
  • Esta maneira de vestir corresponde ao testemunho de alguém que professa servir ao Senhor?

Essas perguntas não devem ser aplicadas somente às mulheres. Os homens cristãos também precisam demonstrar modéstia, decência e respeito à distinção estabelecida por Deus.

A vida cristã não consiste apenas em evitar determinadas práticas, mas em aprender a fazer todas as coisas para a glória de Deus.

“Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” (1 Coríntios 10:31).

Conclusão

É correto observar que os homens e as mulheres israelitas utilizavam vestimentas que possuíam algumas semelhanças. Contudo, havia uma distinção reconhecível entre a apresentação masculina e a feminina.

Esse é um aspecto fundamental para compreendermos Deuteronômio 22:5.

A existência de calças confeccionadas especificamente para mulheres, em nossos dias, é um fato cultural que deve ser considerado, mas não constitui, por si só, uma resposta definitiva à questão bíblica.

Da mesma maneira, não devemos imaginar que o simples uso de uma saia ou de um vestido seja suficiente para atender a todos os princípios de modéstia apresentados nas Escrituras.

A orientação bíblica é mais profunda: preservar a distinção entre homem e mulher, vestir-se com pudor e modéstia e procurar agradar ao Senhor em todas as áreas da vida.

Não devemos condenar precipitadamente uma pessoa com base apenas na identificação de uma peça de roupa, mas também não devemos enfraquecer os princípios bíblicos para acomodá-los às mudanças da sociedade.

O caminho correto é examinar as Escrituras com reverência, formar nossas convicções diante de Deus e procurar viver de maneira digna da vocação com que fomos chamados.

Josué Matos

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Não existe essa famigerada salvação. O que existe é o tempo, que já chegou, de se libertar de toda essa parafernália religiosa.

 Alguém que me escreveu no YouTube:

Não existe essa famigerada salvação.

O que existe é o tempo, que já chegou, de se libertar de toda essa parafernália religiosa.

Minha Resposta:

Agradeço por deixar seu comentário e expressar sua opinião. Gostaria, porém, de convidá-lo a considerar algumas questões à luz das Escrituras, especialmente porque o vídeo que motivou seu comentário trata da: "A Salvação de Deus não é comprada, nem merecida?".

Primeiramente, permita-me concordar com uma parte de sua afirmação: o ser humano realmente precisa ser liberto de muitas coisas que a religião produziu ao longo dos séculos. Há sistemas religiosos que escravizam as pessoas pelo medo, pela superstição, por tradições humanas e até pela exploração financeira. Entretanto, seria um grande equívoco confundir essas práticas com a salvação apresentada nas Escrituras.

O Evangelho não anuncia que o homem precisa aderir a uma organização religiosa para conquistar o favor de Deus. Pelo contrário, anuncia que Deus veio ao encontro do homem na Pessoa de Seu Filho, Jesus Cristo, oferecendo gratuitamente aquilo que nenhum esforço humano poderia alcançar.

Em Efésios 2:8-9, lemos:

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie."

Observe que a salvação bíblica não é uma recompensa por frequentar uma igreja, cumprir determinados rituais, praticar boas obras ou acumular méritos espirituais. Ela é um presente de Deus, recebido mediante a fé em Jesus Cristo.

Mas, afinal, de que precisamos ser salvos?

Essa talvez seja a questão mais importante.

A Bíblia ensina que o maior problema da humanidade não é simplesmente a ignorância espiritual, a falta de evolução moral ou a ausência de uma religião adequada. O problema fundamental é o pecado, que separa o ser humano de Deus.

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus." (Romanos 3:23).

O pecado não se limita aos grandes crimes ou às atitudes que a sociedade considera moralmente condenáveis. Ele envolve nossa própria natureza caída, nossos pensamentos, intenções e atitudes diante de um Deus perfeitamente santo.

E o resultado do pecado é apresentado em Romanos 6:23:

"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor."

Portanto, quando a Bíblia fala em salvação, não está oferecendo uma fantasia religiosa para tranquilizar pessoas diante da morte. Está anunciando a resposta de Deus para a condição espiritual do homem.

E quanto à reencarnação?

Como seu comentário foi feito em um vídeo sobre esse assunto, considero importante esclarecer uma diferença fundamental entre a reencarnação e o Evangelho.

A doutrina da reencarnação, presente em diferentes tradições espiritualistas, ensina, de modo geral, que o espírito passa por sucessivas existências corporais, nas quais teria oportunidades de aprendizado, reparação e aperfeiçoamento.

Entretanto, esse não é o ensino das Escrituras.

Em Hebreus 9:27, encontramos uma declaração muito clara:

"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo."

A Bíblia não apresenta a existência humana como uma sucessão de vidas nas quais o indivíduo retorna à Terra para corrigir os erros anteriores. Ela ensina que temos uma existência terrena, seguida da morte e do juízo divino.

É interessante observar que o versículo seguinte apresenta justamente a solução de Deus:

"Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação." (Hebreus 9:28).

A diferença é extraordinária!

Na reencarnação, conforme a concepção espiritualista, o aperfeiçoamento depende de sucessivas experiências e do progresso do próprio espírito. No Evangelho, a salvação depende da obra perfeita e consumada de Jesus Cristo.

Não precisamos retornar inúmeras vezes à Terra para tentar pagar uma dívida espiritual. Cristo veio uma vez, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou, realizando uma obra que jamais poderíamos realizar por nós mesmos.

Quando estava na cruz, o Senhor Jesus declarou:

"Está consumado." (João 19:30).

Ele não disse que havia apenas iniciado um processo de salvação que cada pessoa deveria completar ao longo de muitas existências. Sua obra redentora foi plenamente realizada.

A verdadeira libertação não consiste em rejeitar Deus

Você mencionou que chegou o tempo de se libertar de toda essa parafernália religiosa. Gostaria de chamar sua atenção para algo que o próprio Senhor Jesus declarou:

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:32).

Pouco depois, Ele acrescentou:

"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36).

A liberdade anunciada por Cristo é muito mais profunda do que abandonar uma instituição religiosa ou deixar de acreditar em determinados ensinamentos humanos. É a libertação da condenação do pecado e a reconciliação com Deus.

Aliás, o próprio Senhor Jesus fez severas críticas à religiosidade hipócrita de Sua época. No capítulo 23 do Evangelho segundo Mateus, denunciou aqueles que impunham pesados fardos sobre as pessoas, enquanto negligenciavam aquilo que verdadeiramente importava diante de Deus.

Cristo não veio estabelecer mais um sistema de escravidão religiosa. Ele veio salvar pecadores.

Deus não deseja sua condenação

Há algo particularmente belo na mensagem do Evangelho: Deus não tem prazer na perdição do ser humano.

O Senhor Jesus declarou:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16).

Veja que a iniciativa partiu de Deus. Não foi o homem que encontrou um caminho para chegar ao Céu; foi Deus quem enviou Seu Filho para abrir esse caminho.

E por que Cristo precisou morrer?

Porque Deus é amor, mas também é santo e justo. Ele não poderia simplesmente tratar o pecado como algo sem importância. Na cruz, porém, o Senhor Jesus assumiu voluntariamente o lugar do pecador, sofrendo pelos nossos pecados.

"Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus." (1 Pedro 3:18).

Observe a finalidade de Sua morte: levar-nos a Deus.

Essa é a essência da salvação bíblica.

Não se trata de evolução espiritual, aperfeiçoamento por sucessivas existências ou conquista de méritos religiosos. Trata-se de um Salvador que morreu pelos culpados para que estes pudessem receber gratuitamente o perdão e a vida eterna.

Uma última consideração

Você tem toda a liberdade de rejeitar a religião, discordar de minhas palavras e até considerar desnecessária a salvação. Entretanto, gostaria de convidá-lo a não rejeitar a Pessoa de Jesus Cristo simplesmente por causa daquilo que determinados sistemas religiosos fizeram em Seu nome.

Examine os Evangelhos. Considere Suas palavras, Sua vida, Sua morte e Sua ressurreição.

O Senhor Jesus não apresentou a salvação como uma possibilidade distante, a ser alcançada depois de incontáveis existências. Ele ofereceu vida eterna para o presente.

Em João 5:24, declarou:

"Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."

Observe os tempos verbais: tem a vida eterna; passou da morte para a vida. Não é uma promessa condicionada a futuras reencarnações, mas uma realidade presente para aquele que crê.

O apóstolo Paulo também escreveu:

"Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação." (2 Coríntios 6:2).

Portanto, se existe um tempo que verdadeiramente chegou, é o tempo de considerar seriamente a mensagem de Deus e a salvação que Ele oferece por meio de Seu Filho.

Não estou convidando você a trocar uma religião por outra, nem a aceitar cegamente tradições humanas. Meu convite é que examine pessoalmente as Escrituras e considere a maior pergunta que alguém pode fazer nesta vida: qual é a minha situação diante de Deus e o que acontecerá comigo depois da morte?

A resposta do Evangelho não está em uma religião, mas em uma Pessoa:

"E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos." (Atos 4:12).

Esse nome é Jesus Cristo.

Que você possa conhecer não apenas o que os homens dizem a respeito de Deus, mas aquilo que Deus revelou a respeito de Seu Filho e da salvação eterna que, por Sua graça, oferece a todos os que nele creem.

Josué Matos

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Quantas vezes Jesus Cristo teria que morrer para salvar a humanidade?

 Alguém que me escreveu no YouTube:

Quantas vezes Jesus Cristo teria que morrer para salvar a humanidade?

Minha Resposta:

Agradeço pela sua pergunta e pela oportunidade de esclarecer um assunto tão importante à luz da Palavra de Deus.

A resposta bíblica é muito clara: Jesus Cristo precisou morrer uma única vez para realizar uma obra de salvação suficiente para toda a humanidade. Sua morte não precisa ser repetida, porque o sacrifício que Ele ofereceu na cruz foi perfeito, completo e definitivo.

A Bíblia declara:

“Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez, para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação” (Hebreus 9:28).

Observe a expressão: “oferecendo-se uma vez”. Isso significa que não existe necessidade de Cristo voltar a morrer, nem de o ser humano passar por sucessivas existências para alcançar a salvação.

1. Por que Jesus Cristo precisou morrer?

O grande problema da humanidade, segundo as Escrituras, não é a falta de oportunidades para evoluir espiritualmente, mas o pecado que separa o homem de Deus.

Romanos 3:23 declara:

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”

Isso inclui todas as pessoas, independentemente de sua religião, condição social, conhecimento ou comportamento moral.

O pecado não é apenas aquilo que fazemos de errado. Ele também está relacionado à nossa própria natureza caída. Por isso, não conseguimos eliminar nossa culpa diante de Deus simplesmente praticando boas obras, ajudando outras pessoas ou procurando melhorar nosso comportamento.

Deus, entretanto, não deixou a humanidade sem esperança. Em Seu amor, enviou Seu Filho, Jesus Cristo, para assumir o lugar do pecador e sofrer, na cruz, o julgamento que nossos pecados mereciam.

“Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8).

Portanto, Cristo não morreu porque precisasse aperfeiçoar a Si mesmo, mas porque nós precisávamos de um Salvador.

2. E quanto à reencarnação?

Como sua pergunta foi feita após assistir ao vídeo sobre reencarnação, gostaria de esclarecer também essa questão.

A doutrina da reencarnação, presente no espiritismo e em outras tradições religiosas, ensina, de maneira geral, que o espírito passa por sucessivas existências corporais, buscando aprendizado, aperfeiçoamento e progresso espiritual.

Entretanto, esse ensinamento não corresponde ao que encontramos nas Escrituras.

A Bíblia afirma:

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hebreus 9:27).

Observe que o texto não diz que, depois da morte, o homem retorna à Terra para outra existência. Ele afirma que, depois da morte, vem o juízo.

O ensino bíblico não apresenta um ciclo de mortes e renascimentos, mas uma existência terrena, seguida da morte, da ressurreição e do julgamento divino.

Além disso, se o ser humano pudesse alcançar a salvação mediante sucessivas reencarnações e seu próprio aperfeiçoamento moral, qual seria a necessidade de Jesus Cristo morrer na cruz?

É justamente aqui que encontramos uma diferença fundamental entre a reencarnação e o Evangelho.

A reencarnação apresenta o aperfeiçoamento progressivo do espírito através de múltiplas existências. O Evangelho anuncia que o homem, incapaz de salvar a si mesmo, necessita da graça de Deus, que lhe oferece gratuitamente a salvação mediante a obra consumada de Jesus Cristo.

Efésios 2:8-9 declara:

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.”

Isso não significa que praticar o bem seja desnecessário. Pelo contrário, Deus deseja que pratiquemos boas obras. Entretanto, elas são o resultado de uma vida transformada pela salvação, e não o pagamento exigido para conquistá-la (Efésios 2:10).

3. Jesus morreu uma vez, e isso foi suficiente para sempre

Existe uma passagem especialmente importante para responder à sua pergunta:

“Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hebreus 10:14).

A palavra “oblação” significa oferta ou sacrifício.

O escritor de Hebreus está explicando que os antigos sacrifícios precisavam ser repetidos continuamente, porque não podiam remover definitivamente os pecados. Entretanto, quando Jesus Cristo veio ao mundo, ofereceu a Si mesmo como o sacrifício perfeito.

Na cruz, pouco antes de morrer, Ele declarou:

“Está consumado” (João 19:30).

Não disse que a salvação estava começando ou que dependeria de muitas outras vidas humanas para ser completada. Sua obra redentora estava consumada.

Três dias depois, Ele ressuscitou corporalmente, demonstrando Sua vitória sobre a morte.

Romanos 6:9 afirma:

“Sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, já não morre; a morte não mais terá domínio sobre ele.”

Portanto, Jesus Cristo não precisa morrer novamente. Sua morte foi única, Seu sacrifício foi suficiente e Sua ressurreição confirmou a vitória que Ele conquistou.

4. O que precisamos fazer para receber a salvação?

Talvez esta seja a parte mais importante de toda a resposta.

A Bíblia não ensina que precisamos esperar outra existência para corrigir nossos erros, pagar pelos pecados de uma vida anterior ou alcançar determinado grau de evolução espiritual.

Ela nos convida a receber a salvação agora, nesta vida.

O Senhor Jesus declarou:

“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5:24).

Observe que Jesus disse “tem a vida eterna”. Não se trata de uma possibilidade distante, mas de uma realidade presente para aquele que verdadeiramente crê nEle.

Quando o carcereiro de Filipos perguntou a Paulo e Silas o que deveria fazer para ser salvo, recebeu uma resposta simples e maravilhosa:

“Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (Atos dos Apóstolos 16:31).

Crer em Cristo não significa apenas reconhecer que Ele existiu ou considerá-Lo um grande mestre espiritual. Significa reconhecer que somos pecadores, que não podemos salvar a nós mesmos e que somente Sua morte e ressurreição constituem o fundamento da nossa salvação.

É confiar inteiramente nEle como Salvador pessoal.

Consideração final

Gostaria de deixar uma reflexão.

Se Deus já providenciou, por meio de Seu Filho, uma salvação completa, por que procurar em sucessivas existências aquilo que Jesus Cristo oferece gratuitamente nesta vida?

A mensagem central do Evangelho não é que precisamos nascer fisicamente muitas vezes para alcançar a perfeição. É que precisamos nascer espiritualmente uma vez, mediante a obra do Espírito Santo, pela fé em Jesus Cristo.

Foi exatamente isso que o Senhor ensinou a Nicodemos:

“Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (João 3:3).

Esse novo nascimento não é uma reencarnação. É uma transformação espiritual realizada por Deus naquele que recebe Jesus Cristo como seu Salvador.

Deus não está oferecendo uma nova oportunidade em outra vida, mas uma salvação eterna por meio de Seu Filho, nesta vida.

“Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem, o qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos” (1 Timóteo 2:5-6).

Minha sincera recomendação é que leia atentamente o Evangelho de João, especialmente os capítulos 3, 5 e 10. Ali encontrará as próprias palavras de Jesus sobre a vida eterna, a salvação e a necessidade de crer nEle.

Cristo morreu uma única vez, mas o valor de Seu sacrifício é eterno. Ele não veio apenas mostrar à humanidade um caminho de aperfeiçoamento. Ele próprio é o Salvador de que todos nós precisamos.

“Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).

Josué Matos

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