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Então, mostre o arrebatamento secreto na Bíblia.

 Alguém que me escreveu no YouTube:

Então, mostre o arrebatamento secreto na Bíblia.

Minha Resposta:

A sua pergunta é direta, e merece uma resposta igualmente direta: a expressão “arrebatamento secreto” não aparece literalmente na Bíblia, assim como também não aparecem literalmente expressões como “Trindade” ou “onisciência”, embora as doutrinas estejam claramente presentes pelo conjunto do ensino bíblico. A questão, portanto, não é procurar a palavra exata, mas verificar se a doutrina está ensinada nas Escrituras.

O arrebatamento da Igreja está claramente revelado.

Em 1 Tessalonicenses 4:16-17 lemos:

“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.”

Aqui temos alguns pontos fundamentais:

  1. Os crentes encontram o Senhor nos ares
    Note que o texto não diz que o Senhor desce à terra neste momento. O encontro acontece “nos ares”.

Compare com Zacarias 14:4:

“E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras...”

Na Sua manifestação pública em glória, Ele pisa na terra. No arrebatamento, os crentes sobem para encontrá-Lo nos ares.

São eventos distintos.

  1. O arrebatamento é para os salvos
    1 Tessalonicenses 4 fala exclusivamente dos crentes:

“os mortos em Cristo”
“nós, os que ficarmos vivos”

Nenhuma menção a julgamento dos ímpios.

Já em Mateus 25:31-46 há julgamento das nações.

Eventos diferentes.

  1. O arrebatamento é um mistério revelado à Igreja
    1 Coríntios 15:51-52:

“Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; num momento, num abrir e fechar de olhos...”

Mistério, no Novo Testamento, significa verdade antes não revelada.

Se era um mistério, então não se trata da manifestação pública profetizada no Antigo Testamento.

  1. A rapidez do evento
    “Num abrir e fechar de olhos.”

Isso fala de instantaneidade.

Não de um processo prolongado visível ao mundo inteiro.

  1. Cristo vem PARA os Seus
    João 14:2-3:

“Na casa de meu Pai há muitas moradas... virei outra vez e vos levarei para mim mesmo.”

Ele não diz:
“descerei para julgar o mundo”.

Ele diz:
“vos levarei para mim mesmo.”

Destino celestial.

  1. A manifestação pública é diferente
    Apocalipse 1:7:

“Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá.”

Aqui é visível universalmente.

Mas 1 Tessalonicenses 4 fala do encontro com os crentes nos ares.

Diferença evidente.

  1. O Dia do Senhor e o arrebatamento não são a mesma coisa
    1 Tessalonicenses 5:2:

“Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite.”

O capítulo 4 fala do consolo da Igreja sendo arrebatada.

O capítulo 5 fala do juízo que cairá sobre o mundo.

Dois contextos distintos.

  1. A Igreja é livrada da ira futura
    1 Tessalonicenses 1:10:

“Jesus, que nos livra da ira futura.”

Apocalipse 3:10:

“Também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo.”

Não apenas guardados na tribulação.

Guardados da hora dela.

Ou seja: retirados antes.

Mas por que alguns rejeitam?
Porque confundem o arrebatamento com a revelação pública de Cristo.

A Bíblia mostra dois aspectos da Sua vinda:

Para a Igreja:

  • encontro nos ares
  • transformação instantânea
  • ressurreição dos salvos
  • sem juízo sobre os ímpios
  • consolo para os crentes

Com a Igreja:

Colossenses 3:4

“Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória.”

Judas 14:

“Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos.”

Primeiro Ele vem buscar os Seus.
Depois vem com os Seus.

Uma objeção comum:
“Mas em 1 Tessalonicenses 4 há alarido, voz e trombeta. Como isso seria secreto?”

A resposta é simples:
“Secreto” não significa silencioso.

Significa que não é a manifestação pública universal de Apocalipse 1:7.

O evento é percebido pelos envolvidos no acontecimento, mas não descrito como a revelação gloriosa de Cristo ao mundo para julgamento.

Exemplo:
Quando o Senhor Jesus chamou Lázaro (João 11), houve voz audível.
Mas isso não significou manifestação mundial.

Conclusão:

Sim, a Bíblia ensina claramente o arrebatamento da Igreja antes da manifestação pública de Cristo.

A palavra “secreto” é apenas uma forma teológica de distinguir:

a vinda de Cristo PARA os santos

da

vinda de Cristo COM os santos.

Josué Matos

A Bíblia não diz que as 3 pessoas da trindade sejam o mesmo Deus.

 Alguém que me escreveu no YouTube:

A Bíblia não diz que as 3 pessoas da trindade sejam o mesmo Deus. Ela diz que o Pai é o único Deus em vários versículos, não num texto isolado. Ela chama os anjos e muitos homens de deuses, e Jesus se comparou com eles. Portanto, não existe um coletivo de 3 pessoas ou 3 deuses em um; isso é invenção dos homens sem conhecimento da Palavra, e um Deus em 3 pessoas é autocontraditório, ou um Deus mentiroso fingindo ser 3.

Minha Resposta:

Agradeço pela sua colocação, porque este é um assunto sério e precisa ser tratado com reverência às Escrituras, não com slogans teológicos nem com caricaturas.

Antes de tudo, é importante esclarecer algo: a doutrina bíblica não ensina “três deuses”. O monoteísmo bíblico é absoluto. “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Deuteronómio 6:4). “Eu sou o Senhor, e fora de mim não há outro” (Isaías 45:5).

Portanto, qualquer ideia de triteísmo (três deuses independentes) é antibíblica.

Mas a questão real é: a Bíblia apresenta somente o Pai como divino, ou revela distinção pessoal dentro da unidade da Divindade?

A resposta bíblica é clara.

Quando o Pai é chamado Deus:
“Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai” (1 Coríntios 1:3).

Ninguém discute isso.

Mas o Filho também é chamado Deus:

“E o Verbo era Deus” (João 1:1).

Note que João não diz que o Verbo era apenas um representante de Deus. Ele afirma Sua divindade.

Ainda:

“Tomé respondeu, e disse-lhe: Senhor meu, e Deus meu!” (João 20:28).

Se Tomé estivesse blasfemando, o Senhor Jesus o teria corrigido. Mas aceitou essa confissão.

Hebreus também declara:

“Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos” (Hebreus 1:8).

Tito 2:13:

“Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo.”

Romanos 9:5:

“Cristo, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente.”

E quanto ao Espírito Santo?

Em Atos 5:3-4, Pedro diz a Ananias:

“Por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo?”

Logo depois:

“Não mentiste aos homens, mas a Deus.”

Mentir ao Espírito Santo foi mentir a Deus.

Agora, sobre o argumento de que homens e anjos são chamados “deuses”.

Sim, a Escritura usa “deuses” em sentido representativo ou funcional.

Salmo 82:6:
“Eu disse: Vós sois deuses.”

Mas isso não significa divindade essencial.

O próprio contexto mostra que eram homens mortais:

“Todavia morrereis como homens” (Salmo 82:7).

Quando o Senhor Jesus cita isso em João 10, Ele não está dizendo “sou igual a esses juízes humanos”.

Pelo contrário.

O argumento é: se a Escritura pode usar “deuses” num sentido inferior para representantes humanos, quanto mais Aquele que foi santificado e enviado pelo Pai pode reivindicar um título infinitamente maior.

Aliás, o contexto mostra claramente isso:

“Eu e o Pai somos um” (João 10:30).

Os judeus entenderam perfeitamente a implicação:

“Porque, sendo tu homem, te fazes Deus” (João 10:33).

Se o Senhor estivesse sendo mal compreendido, ali era a hora de corrigir.

Mas Ele reforça a Sua singularidade.

Outro ponto decisivo:

No batismo do Senhor Jesus (Mateus 3:16-17), vemos simultaneamente:

  • o Filho sendo batizado,
  • o Espírito descendo como pomba,
  • o Pai falando do céu.

Não é uma única pessoa “fingindo três papéis”.

São distinções reais.

Na grande comissão:

“Batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19).

Observe: “nome” (singular), não “nomes”.

Unidade de essência, distinção pessoal.

Em 2 Coríntios 13:13:

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo.”

Novamente, distinção clara.

Quanto à afirmação de que “o Pai é o único Deus”, isso precisa ser entendido dentro do contexto.

Em João 17:3:

“Que te conheçam a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.”

Alguns usam isso para negar a divindade do Filho.

Mas se forçar esse raciocínio, teria de negar também a divindade do próprio Filho contradizendo João 1:1, João 20:28 e Hebreus 1:8.

O ponto ali é distinguir o Pai dos falsos deuses pagãos, não excluir o Filho da natureza divina.

Além disso, Apocalipse mostra o Cordeiro recebendo a mesma honra reservada a Deus:

“Àquele que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre” (Apocalipse 5:13).

Nenhuma criatura pode legitimamente receber essa adoração.

Em resumo:

A Bíblia ensina:

  • há um só Deus;
  • o Pai é Deus;
  • o Filho é Deus;
  • o Espírito Santo é Deus;
  • o Pai não é o Filho;
  • o Filho não é o Espírito;
  • o Espírito não é o Pai.

Isto não é contradição.

Contradição seria dizer:
“Deus é um e Deus não é um no mesmo sentido.”

Mas a Bíblia não diz isso.

Ela ensina um só Deus em unidade de essência e distinção pessoal.

A mente humana não esgota Deus.

Se Deus pudesse ser plenamente reduzido à lógica limitada humana, Ele deixaria de ser Deus.

“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus!” (Romanos 11:33).

Josué Matos

“Não pretendo morrer para conhecer o céu e o inferno; esses já estão lotados de pessoas iguais a mim.” Ditado Zen

 Alguém que me escreveu no YouTube:

“Não pretendo morrer para conhecer o céu e o inferno; esses já estão lotados de pessoas iguais a mim.”
Ditado Zen

Minha Resposta:

Essa frase pode soar ousada ou até espirituosa, mas revela algo muito sério: uma aparente indiferença diante da realidade da eternidade. A grande questão é que a verdade sobre céu e inferno não depende da opinião humana, de ditados populares ou de filosofias orientais, mas da revelação de Deus nas Escrituras.

Ninguém precisa morrer para saber que a eternidade existe, porque Deus já falou sobre isso em Sua Palavra.

O Senhor Jesus Cristo falou mais sobre o inferno do que qualquer outro personagem bíblico. Em Mateus 25:46, Ele declarou:

“E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.”

Note que a mesma palavra usada para a duração da vida dos salvos é usada para a duração da condenação dos perdidos. Se a vida eterna é real e sem fim, o juízo eterno também o é.

Em Lucas 16:19-31, o Senhor Jesus contou sobre o homem rico e Lázaro. Após a morte, um estava em consolo, o outro em tormentos. Isso mostra consciência após a morte, memória, percepção e realidade moral diante de Deus.

O problema maior da frase que você citou não é apenas a ironia, mas a autodefinição: “pessoas iguais a mim”. A Bíblia diz claramente:

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” (Romanos 3:23)

Nesse ponto, sim, todos somos iguais: pecadores diante de um Deus santo.

Mas a boa notícia é que Deus não deixou o homem sem esperança:

“Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)

O inferno não foi preparado para homens arrependidos que confiaram em Cristo, mas “para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41). Os homens vão para lá porque rejeitam a salvação oferecida por Deus.

Dizer com sarcasmo que o inferno estará cheio de gente parecida consigo não muda a realidade. Um homem pode zombar do diagnóstico, mas isso não cura a doença.

Gálatas 6:7 adverte:

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”

A questão não é ter coragem para falar do inferno. A questão é estar preparado para encontrar-se com Deus.

Hebreus 9:27 diz:

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo.”

Mas ainda há esperança, porque enquanto há vida, a porta da graça continua aberta:

“Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo.” (Atos 16:31)

O homem pode rir hoje da eternidade, mas a eternidade não será menos real por causa disso.

Josué Matos

Se você inventa um ‘deus’ que é ‘bonzinho’, mas que deixa um diabo fazendo desgraças, você jogou ‘deus’ na lata de lixo.

 Alguém que me escreveu no YouTube:

“Se você inventa um ‘deus’ que é ‘bonzinho’, mas que deixa um diabo fazendo desgraças, você jogou ‘deus’ na lata de lixo.”
Osvaldo Luiz Ribeiro

Pesquise no YouTube:
A TENDA DO NECROMANTE a origem do Diabo Pérsia
Assista ao vídeo, o pior cego é aquele que não quer ver.

Minha Resposta:

Prezado, a sua objeção parte de uma premissa muito comum: a de que, se Deus existe e é bom, então a existência do mal provaria que Ele não existe ou que seria moralmente falho. Mas a Bíblia trata exatamente dessa questão de forma aberta, sem fugir dela.

Primeiro, o diabo não é um rival de Deus, como se houvesse duas forças equivalentes disputando o universo. Isso seria dualismo, não ensino bíblico. Satanás é criatura, não Criador. Em Ezequiel 28:15 lemos: “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti.” Ainda que o contexto imediato trate do rei de Tiro, há ali linguagem que muitos entendem apontar para a queda de um ser angelical. Em qualquer caso, a Escritura é clara que os anjos são seres criados (Colossenses 1:16).

Logo, Deus não “inventou um diabo mau”; Deus criou seres morais com responsabilidade. O mal moral entrou pela rebelião da criatura, primeiro no mundo angelical e depois na humanidade (Gênesis 3:1-19; Romanos 5:12).

A pergunta então passa a ser: por que Deus permite isso?

Porque a permissão não significa aprovação. Deus permite temporariamente aquilo que julgará definitivamente. Se um juiz ainda não executou a sentença, isso não significa cumplicidade, mas que há um tempo determinado para o julgamento.

A Bíblia mostra isso claramente:

2 Pedro 3:9:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.”

Ou seja: o tempo presente é de tolerância divina, não de impotência divina.

Veja o caso de Jó. Satanás não agiu livremente como soberano do universo. Precisou de permissão limitada:

Jó 1:12:
“E disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão.”

Jó 2:6:
“E disse o Senhor a Satanás: Eis que ele está na tua mão; poupa, porém, a sua vida.”

Isso demonstra que Satanás não opera independentemente.

Outro ponto: muito do mal que as pessoas atribuem ao diabo nasce do próprio coração humano.

Tiago 1:14:
“Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.”

Jeremias 17:9:
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?”

Muitas guerras, assassinatos, corrupção, perversões e crueldades não exigem ação demoníaca direta; bastam seres humanos pecadores.

Agora, sobre a origem do diabo associada à Pérsia ou necromancia, é preciso separar especulação histórica de revelação bíblica.

Daniel 10 menciona o “príncipe do reino da Pérsia” resistindo a um mensageiro celestial (Daniel 10:13), indicando atuação espiritual por trás de poderes terrenos. Mas isso não significa que o diabo tenha “origem” na Pérsia. Satanás já aparece muito antes, em Jó, texto situado em período patriarcal, e o princípio da serpente enganadora aparece em Gênesis 3.

O argumento “Deus é culpado porque permite o mal” também enfrenta outra dificuldade: sem Deus, com base em quê chamamos algo de “mal”?

Se o universo é mero acaso material, então “mal” seria apenas preferência química cerebral, não realidade moral objetiva.

Quando alguém chama algo de injusto, implicitamente apela para um padrão absoluto de justiça.

Mas de onde viria esse padrão sem um Legislador moral?

Romanos 2:15 fala da lei moral escrita no coração humano.

O ponto central da fé cristã é este: Deus não ficou distante olhando o sofrimento.

Ele entrou na história.

Romanos 5:8:
“Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.”

Na cruz, Deus não ignorou o mal; enfrentou-o judicialmente.

Hebreus 2:14:
“...para que, pela morte, aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo.”

Apocalipse 20:10 mostra o destino final de Satanás:

“E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre...”

Portanto, a existência temporária do mal não prova a inexistência de Deus; prova apenas que a história ainda não chegou ao seu julgamento final.

O verdadeiro problema não é “por que Deus permite o diabo por um tempo?”, mas “por que Deus ainda mostra misericórdia a pecadores rebeldes?”

Porque ainda há graça.

Josué Matos