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IRMÃO, ME CORRIJA SE EU ESTIVER ERRADO EM ALGUM PONTO.

 Alguém que me escreveu no YouTube:

IRMÃO, ME CORRIJA SE EU ESTIVER ERRADO EM ALGUM PONTO.

Então, a julgar por tantas heresias, como a criação de denominações ditas igrejas; o dízimo, que é pregado a milhões de pessoas de forma distorcida para enganá-las, mantendo um sistema religioso comercial, rentável e vantajoso pelos ditos pastores, que também mantêm o discurso de que Jesus deu uma exceção para se casar novamente em caso de adultério — moicheia —, sendo que Jesus disse porneia, fornicação entre judeus e não a gentios, que não tem nada a ver com o casamento consumado, pois, se a judia era desposada e ainda não tinha relação sexual com o marido, é óbvio que, no contexto judaico, o casamento tinha seus ritos até a consumação.

E, mesmo entre judeus, o que as denominações não contam é que, se a judia provasse a virgindade, o casamento era consumado e os dois estariam ligados até a morte, depois da ordem de Jesus, usando a conjunção adversativa: “Porém eu vos digo”, contrapondo e revogando o divórcio de Moisés, deixando claro que o plano original de Deus passa a não tolerar mais segundo casamento, exceto a viúvos(as).

Por isso, quem casasse com a repudiada cometia adultério, mesmo se houvesse um divórcio. Também as denominações tentam justificar que o segundo casamento é pecado só quando se casa com repudiadas(os) que ainda não estão divorciadas(os). As denominações não entendem — ou, se entendem, escondem — que o divórcio de Moisés foi tolerado, como foram a bigamia, a poligamia e a escravidão.

Mesmo a Bíblia afirmando que o casamento é até a morte, as denominações não vão mudar o discurso herético devido ao temor de perder membros dizimistas.

Percebo que, a cada dia, a porta estreita da sã doutrina está ficando cada vez mais insuportável aos hereges, quem dirá aos incrédulos. Quando a Bíblia adverte sobre prevaricação contra a sã doutrina, os ditos cristãos que estão na contramão do justo, santo e bom mandamento não deveriam se arrepender e corrigir aquilo que é heresia?

Desde já, deixo aqui registrada minha elevada estima e admiração por você, presbítero, pelo zelo e cuidado com a Palavra de Deus.

SE UMA ALMA VIR ESSE COMENTÁRIO COM A SUA EXPLICAÇÃO, JÁ SERÁ FRUTÍFERO E, PRINCIPALMENTE, PARA A HONRA E A GLÓRIA DE DEUS.

Minha Resposta:

Meu irmão, agradeço pelas suas palavras e, principalmente, pelo desejo de submeter essas questões à Palavra de Deus. Há vários pontos importantes no que você escreveu com os quais concordo, mas também penso que precisamos fazer algumas distinções para que, ao combatermos erros religiosos, não ultrapassemos aquilo que as Escrituras nos permitem afirmar.

  1. DENOMINAÇÕES E A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO

Primeiramente, é correto observar que não encontramos no Novo Testamento o sistema denominacional como o conhecemos hoje.

Quando o Senhor Jesus disse: “Edificarei a minha igreja” (Mateus 16:18), Ele não estava falando de uma organização religiosa humana. A Igreja pertence a Cristo.

Da mesma maneira, quando encontramos igrejas locais no Novo Testamento, elas são identificadas normalmente pelo lugar onde os cristãos estavam reunidos: “a igreja de Deus que está em Corinto” (1 Coríntios 1:2), “a igreja dos tessalonicenses” (1 Tessalonicenses 1:1), “as igrejas da Galácia” (Gálatas 1:2).

Paulo condenou claramente o espírito partidário quando alguns diziam: “Eu sou de Paulo”, “eu, de Apolo”, “eu, de Cefas” e “eu, de Cristo”. Sua pergunta foi contundente: “Está Cristo dividido?” (1 Coríntios 1:12-13).

Portanto, o princípio bíblico não é reunir cristãos em torno do nome de um fundador, de uma tradição, de uma doutrina distintiva ou de uma organização religiosa. Cristo deve ser o centro.

Entretanto, precisamos fazer uma distinção: condenar o denominacionalismo como sistema não significa declarar que todas as pessoas que estão dentro de uma denominação são hereges ou incrédulas.

Há verdadeiros filhos de Deus em diferentes ambientes religiosos. O Senhor conhece os que são Seus (2 Timóteo 2:19). Podemos rejeitar um sistema que consideramos contrário ao modelo neotestamentário sem assumir o direito de julgar indiscriminadamente a salvação de todos que estão dentro dele.

  1. O PROBLEMA DO DÍZIMO

Aqui também é necessária uma distinção importante.

O dízimo fazia parte da ordem estabelecida para Israel. Os levitas recebiam os dízimos porque não receberam uma herança territorial como as demais tribos. Isso aparece claramente em Números 18:21-24.

No Novo Testamento, porém, não encontramos os apóstolos estabelecendo para as igrejas uma lei segundo a qual cada cristão deve obrigatoriamente entregar dez por cento de sua renda.

Quando Paulo ensina acerca da contribuição cristã, a linguagem é diferente:

“No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade” (1 Coríntios 16:2).

E ainda:

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Coríntios 9:7).

Portanto, a contribuição cristã deve ser voluntária, consciente, proporcional e resultante de exercício espiritual. O cristão não deve ser constrangido por ameaças, manipulação emocional ou promessas de enriquecimento.

Isso não significa que contribuir seja desnecessário. Muito pelo contrário. A graça pode levar um cristão a dar muito mais do que dez por cento. O erro está em transformar uma porcentagem da legislação de Israel numa espécie de imposto obrigatório da Igreja e, pior ainda, utilizar medo ou promessas de prosperidade material para arrecadar dinheiro.

Também seria injusto afirmar que todo pastor ou pregador que ensina o dízimo está conscientemente enganando as pessoas para enriquecer. Alguns podem fazê-lo; outros simplesmente ensinam aquilo que sinceramente acreditam ser bíblico. Deus julgará as motivações. Nós podemos julgar o ensino pela Escritura, mas devemos ter cautela ao atribuir intenções ao coração das pessoas.

  1. DIVÓRCIO: JESUS VOLTOU AO PRINCÍPIO DA CRIAÇÃO

Neste ponto, você tocou numa questão fundamental.

Quando os fariseus perguntaram ao Senhor:

“É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?”

Jesus não começou por Deuteronômio 24. Ele voltou a Gênesis.

“Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:4-6).

Essa passagem é decisiva.

O padrão não foi estabelecido por Moisés. O padrão foi estabelecido na criação.

Um homem.

Uma mulher.

Uma só carne.

Uma união estabelecida por Deus.

Quando os fariseus perguntaram por que Moisés permitira a carta de divórcio, o Senhor respondeu:

“Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim” (Mateus 19:8).

Observe cuidadosamente: “permitiu”.

Não foi o divórcio que Deus estabeleceu na criação. Foi uma concessão dentro de determinada situação causada pela dureza do coração humano.

Por isso, não devemos usar a tolerância encontrada na legislação mosaica para diminuir a força do padrão original de Gênesis 2.

  1. PORNEIA E MOICHEIA

Aqui chegamos a um ponto muito importante do seu comentário.

Você observou corretamente que o texto grego emprega palavras distintas.

Moicheia refere-se propriamente ao adultério.

Porneia possui um campo semântico mais amplo relacionado à imoralidade sexual.

Isso merece atenção porque, em Mateus 15:19, por exemplo, encontramos as duas ideias mencionadas separadamente: “adultérios” e “prostituições”. Portanto, simplesmente afirmar que porneia e moicheia são necessariamente a mesma coisa em Mateus 5 e Mateus 19 cria uma dificuldade interpretativa.

Além disso, existe uma característica importante no Evangelho segundo Mateus.

Logo no primeiro capítulo encontramos José e Maria numa situação própria dos costumes matrimoniais judaicos.

Maria estava “desposada com José” (Mateus 1:18).

Eles ainda não haviam se unido conjugalmente, mas o compromisso era tão sério que José já é chamado de seu “marido”:

“José, seu marido, como era justo e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente” (Mateus 1:19).

Então aparece exatamente a situação de um homem desposado considerando romper aquela união antes da consumação matrimonial porque acreditava ter ocorrido infidelidade sexual.

Isso ajuda consideravelmente na compreensão da chamada “cláusula de exceção” encontrada em Mateus.

É também significativo que a exceção registrada em Mateus não apareça quando o mesmo princípio é apresentado em Marcos e Lucas.

O Senhor declara em Lucas 16:18:

“Qualquer que deixa sua mulher e casa com outra adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido adultera também.”

E em Marcos 10:11-12:

“Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido e casar com outro, adultera.”

Portanto, devemos interpretar a passagem mais difícil considerando todo o testemunho das Escrituras, e não construir uma doutrina de novo casamento sobre uma única expressão controversa.

  1. O DIVÓRCIO CIVIL NÃO DESFAZ AUTOMATICAMENTE O VÍNCULO DIANTE DE DEUS

Este é outro ponto extremamente importante.

Jesus afirma:

“Qualquer que casar com a repudiada comete adultério” (Mateus 5:32).

Perguntamos então: se a carta de divórcio tivesse realmente dissolvido o vínculo matrimonial diante de Deus, por que uma nova união seria chamada de adultério?

O próprio conceito de adultério pressupõe a existência de um vínculo anterior.

Uma autoridade civil pode declarar duas pessoas legalmente divorciadas perante o Estado. Isso resolve questões jurídicas, patrimoniais e civis. Mas a pergunta do cristão deve ser outra:

O Estado possui autoridade para desfazer aquilo que Deus uniu?

O Senhor disse:

“O que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:6).

Essa é a questão fundamental.

  1. A MORTE E O VÍNCULO MATRIMONIAL

Quando chegamos às epístolas, o ensino permanece muito claro.

Romanos 7:2-3 diz:

“Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei e assim não será adúltera se for de outro marido.”

Observe a expressão:

“enquanto ele viver”.

Paulo volta ao assunto em 1 Coríntios 7:39:

“A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor.”

Portanto, temos uma afirmação explícita acerca daquilo que encerra definitivamente o vínculo matrimonial: a morte.

Isso também explica por que Paulo diz que as viúvas podem casar novamente.

  1. E SE HOUVER SEPARAÇÃO?

A Palavra de Deus contempla até mesmo essa triste possibilidade.

Em 1 Coríntios 7:10-11, Paulo escreve:

“Todavia, aos casados, mando, não eu mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.”

Veja as duas possibilidades apresentadas depois da separação:

“fique sem casar”

ou

“reconcilie-se com o marido”.

Não aparece uma terceira alternativa dizendo: divorcie-se e procure outro cônjuge.

Isso é muito significativo.

O objetivo de Deus continua sendo a reconciliação, sempre que esta for possível.

  1. TOLERÂNCIA DIVINA NÃO SIGNIFICA APROVAÇÃO DIVINA

Também concordo com o princípio que você apresentou acerca de determinadas práticas encontradas no Antigo Testamento.

Precisamos distinguir entre aquilo que a Bíblia registra e aquilo que Deus aprova.

A Bíblia registra a poligamia de Abraão, Jacó, Davi e Salomão. Isso não significa que a poligamia fosse o padrão estabelecido por Deus.

O próprio Senhor explicou o princípio:

“Mas ao princípio não foi assim” (Mateus 19:8).

Gênesis 2 permanece sendo a referência.

A entrada da poligamia na história bíblica aparece com Lameque, em Gênesis 4:19, e não como parte da instituição original do casamento.

Por isso, uma prática aparecer na narrativa bíblica não significa automaticamente que ela expresse a vontade de Deus.

  1. DEVEMOS DENUNCIAR O ERRO, MAS SEM PERDER O ESPÍRITO DE CRISTO

Aqui eu acrescentaria uma ressalva importante ao seu comentário.

Sim, a sã doutrina deve ser defendida.

Paulo escreveu:

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina” (2 Timóteo 4:3).

Tito deveria falar aquilo que convém à sã doutrina (Tito 2:1).

Judas exortou os cristãos a batalharem “pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3).

Portanto, não devemos adaptar a Palavra de Deus aos costumes da sociedade.

Entretanto, defender a verdade não nos autoriza a tratar todos os que discordam de nós como pessoas deliberadamente perversas.

Paulo escreveu que “ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem” (2 Timóteo 2:24-25).

É possível ser firme sem ser arrogante.

É possível denunciar o erro sem odiar quem está no erro.

É possível combater uma doutrina falsa e, ao mesmo tempo, desejar sinceramente a restauração daquele que foi enganado por ela.

  1. O PROBLEMA MAIOR É QUANDO O INTERESSE HUMANO SUBSTITUI A PALAVRA DE DEUS

Neste ponto, sua preocupação é legítima.

Quando uma igreja modifica sua doutrina porque determinada verdade poderá diminuir o número de membros, reduzir contribuições financeiras ou criar problemas sociais, já deixou de perguntar: “O que dizem as Escrituras?”

Passou a perguntar: “O que é conveniente?”

Isso é extremamente perigoso.

Paulo advertiu:

“Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus” (2 Coríntios 2:17).

E escreveu a Timóteo:

“Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem” (1 Timóteo 4:16).

A verdade de Deus não pode ser alterada para preservar uma organização religiosa.

  1. MAS TAMBÉM PRECISAMOS TER CUIDADO COM OUTRO EXTREMO

Existe, porém, um perigo do outro lado.

Podemos abandonar uma denominação e continuar profundamente denominacionais em nosso coração.

Podemos dizer: “Nós não temos denominação”, mas começar a pensar:

“Somente nós entendemos.”

“Somente nós obedecemos.”

“Todos os outros são hereges.”

Isso reproduziria exatamente o espírito partidário que estamos condenando.

O centro da reunião cristã não somos nós.

Não é nossa interpretação.

Não é nossa tradição.

Não é nossa história.

Não é o nome de determinado pregador.

É Cristo.

“Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mateus 18:20).

  1. HERESIA EXIGE ARREPENDIMENTO

Finalmente, você pergunta se aqueles que percebem estar ensinando algo contrário às Escrituras não deveriam arrepender-se e corrigir o erro.

Certamente.

E isso vale para todos nós.

Não apenas para “eles”.

Se eu descobrir que durante anos ensinei alguma coisa contrária à Palavra de Deus, minha responsabilidade não é defender minha reputação. É corrigir meu ensino.

Se uma igreja descobrir que determinada prática não possui fundamento bíblico, deve abandoná-la.

Se um presbítero descobrir que ensinou equivocadamente, deve reconhecer o erro.

Se um pregador descobrir que interpretou uma passagem segundo sua conveniência, deve voltar às Escrituras.

Nenhum de nós está acima da Palavra.

Os bereanos foram elogiados porque examinavam “cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim” (Atos dos Apóstolos 17:11).

Eles estavam examinando até aquilo que Paulo ensinava.

Esse continua sendo um excelente princípio.

Não devemos perguntar primeiro: “O que minha igreja ensina?”

Nem: “O que minha denominação acredita?”

Nem mesmo: “O que o presbítero Josué ensina?”

A pergunta deve ser:

“O que dizem as Escrituras?”

Se aquilo que eu ensino estiver de acordo com a Palavra de Deus, receba a Palavra. Se algum dia eu ensinar algo contrário às Escrituras, fique com as Escrituras e rejeite aquilo que eu disse.

Nosso compromisso não pode ser com homens, organizações ou tradições.

Nosso compromisso deve ser com o Senhor Jesus Cristo e com Sua Palavra.

Portanto, irmão, considero legítima grande parte da preocupação expressa em seu comentário: o denominacionalismo não corresponde ao padrão simples das igrejas locais encontrado no Novo Testamento; o dízimo não deve ser imposto aos cristãos como uma cobrança legal de dez por cento; a contribuição cristã deve proceder voluntariamente do coração; o padrão matrimonial estabelecido por Deus é uma união entre um homem e uma mulher; Moisés permitiu o divórcio por causa da dureza do coração humano; e as declarações de Romanos 7:2-3 e 1 Coríntios 7:39 mostram claramente a seriedade e permanência do vínculo matrimonial enquanto o cônjuge vive.

Minha ressalva seria principalmente contra generalizações. Nem todo cristão que está numa denominação é herege. Nem todo pastor que ensina o dízimo está tentando enriquecer. Nem toda interpretação diferente procede necessariamente de desonestidade. Há pessoas sinceramente enganadas, pessoas que nunca examinaram profundamente determinados assuntos e também verdadeiros filhos de Deus que ainda carregam tradições recebidas durante muitos anos.

Por isso precisamos de verdade e graça.

“Seguindo a verdade em amor” (Efésios 4:15).

A verdade sem amor pode produzir dureza e orgulho.

O amor sem verdade transforma-se em tolerância ao erro.

Em Cristo encontramos ambos perfeitamente unidos: “a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo” (João 1:17).

Que permaneçamos, portanto, firmes naquilo que está escrito, examinando tudo pelas Escrituras, rejeitando aquilo que é contrário à Palavra, mas sempre lembrando que nosso objetivo não é vencer discussões. É honrar a Cristo, preservar a verdade e, se possível, ganhar e restaurar aqueles que estão no erro.

Josué Matos

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