Alguém que me escreveu no YouTube:
Irmão, muitas divisões foram feitas no mundo e no Brasil por causa desse versículo. Os exclusivistas dizem que as igrejas locais só podem se reunir ao nome do Senhor Jesus Cristo; assim, todos os outros grupos que se identificam com alguma placa estão em desobediência ao MANDAMENTO DO SENHOR. Aí está o grande problema: em Mateus 18:20 não existe essa ordem. O texto fala exclusivamente de uma ‘assembleia administrativa’ e não de um culto cristão.
Lembrando que a Igreja não existia, o Senhor está falando aos discípulos judeus, debaixo da lei judaica. Observamos a mudança de autoridade: a Sua assembleia estaria debaixo da autoridade do Seu Nome para tratar de assuntos administrativos e não mais debaixo da autoridade do Sinédrio. Isso é o máximo que podemos retirar do texto, e a lição é simplesmente de reconciliação.
O texto não fala nada de placa, pastor, sistema religioso; isso é invenção de Darby, e muitos excelentes irmãos continuam nesse erro e cometendo, assim, divisão na Igreja de Cristo.
Quanto à placa de uma igreja, é apenas uma identidade de uma linha interpretativa de alguma prática não fundamental, pois, nessas questões, todos os cristãos entendem da mesma forma. Assim como a sua igreja local se identifica e possui uma identidade que remonta ao século XIX, o problema é que você anula a história, mas, na prática, pertence a uma denominação pós-reformada. Faça uma busca histórica da origem de ‘Gospel Hall’ e vai chegar a essa conclusão.
Minha Resposta:
Obrigado pelo comentário. Creio que há alguns pontos aqui que precisam ser separados, porque, se misturarmos a história dos movimentos cristãos com aquilo que o texto bíblico efetivamente ensina, podemos acabar julgando a Escritura pela história, quando deveríamos fazer justamente o contrário: julgar toda prática cristã pela Escritura.
Primeiramente, concordo com uma parte importante da sua observação: Mateus 18:20 está dentro de um contexto de disciplina e autoridade da igreja local. Não devemos retirar o versículo do seu contexto.
O assunto começa em Mateus 18:15:
“Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só.”
Depois, o Senhor apresenta uma sequência. Primeiro, o assunto deve ser tratado individualmente. Se não houver solução, devem ser levadas uma ou duas testemunhas (Mateus 18:16). Persistindo o problema, o Senhor diz:
“Dize-o à igreja” (Mateus 18:17).
Portanto, estamos claramente diante da igreja local exercendo responsabilidade e autoridade. Nesse ponto estamos de acordo.
Mas justamente aí surge a dificuldade da interpretação apresentada na pergunta.
Se Mateus 18:20 estivesse falando exclusivamente de uma reunião administrativa de discípulos judeus debaixo da Lei, por que o Senhor manda dizer o assunto “à igreja”?
A palavra usada é ekklesia.
E aqui precisamos comparar Mateus 18 com Mateus 16.
Em Mateus 16:18, o Senhor havia declarado:
“Sobre esta pedra edificarei a minha igreja.”
Observe o tempo verbal: “edificarei”.
A Igreja, como Corpo de Cristo, ainda era futura. Ela seria formada posteriormente, mediante a descida do Espírito Santo, conforme vemos em Atos dos Apóstolos 2 e somos ensinados em 1 Coríntios 12:13.
Portanto, o fato de a Igreja ainda não existir naquele momento não significa que Cristo não pudesse ensinar antecipadamente princípios que seriam aplicáveis a ela depois da sua formação.
Na realidade, Ele já havia feito exatamente isso em Mateus 16:18.
Em Mateus 16 temos a Igreja em seu aspecto universal: “a minha igreja”.
Em Mateus 18 temos a expressão prática e local dessa Igreja: “dize-o à igreja”.
E qual é a igreja à qual aquele cristão poderia comunicar o problema?
Evidentemente, uma igreja existente numa determinada localidade.
Não poderia ser a Igreja universal, composta por todos os salvos, pois seria impossível reunir todos os crentes para resolver o problema entre duas pessoas.
Logo, Mateus 18:17 necessariamente introduz o princípio da igreja local.
Agora observe a sequência:
“Dize-o à igreja” (Mateus 18:17).
“Tudo o que ligardes na terra será ligado no céu” (Mateus 18:18).
“Se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem...” (Mateus 18:19).
“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mateus 18:20).
O versículo 20 começa com “porque”.
Isso é importante.
O Senhor está explicando por que aquela pequena companhia possui autoridade para agir. Não é porque exista um Sinédrio cristão, uma autoridade central, uma sede mundial, uma federação de igrejas ou um homem exercendo autoridade sobre todas as igrejas. É porque Cristo está no meio da igreja local reunida ao Seu Nome.
Portanto, concordo que Mateus 18:20 envolve autoridade. Mas não concordo com a conclusão de que isso elimina o princípio da reunião ao Nome do Senhor. Na realidade, uma coisa explica a outra.
A autoridade da igreja local está diretamente relacionada ao Nome daquele em torno de quem ela está reunida.
Isso fica ainda mais evidente quando chegamos às epístolas.
Em 1 Coríntios 5 temos uma situação de disciplina na igreja de Corinto, exatamente o tipo de autoridade que encontramos em Mateus 18.
E como Paulo descreve aquela reunião?
“Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Coríntios 5:4).
É difícil não perceber a ligação.
Mateus 18 apresenta a igreja reunida em Seu Nome e exercendo autoridade.
Primeira Coríntios 5 apresenta a igreja reunida em Nome do Senhor Jesus Cristo e exercendo disciplina.
Portanto, não estamos diante de uma ideia inventada no século XIX. O próprio Novo Testamento estabelece essa relação.
Mas há ainda outro aspecto importante.
A expressão de Mateus 18:20 traduzida por “reunidos em meu nome” contém uma ideia muito mais profunda do que simplesmente algumas pessoas decidirem encontrar-se.
O texto apresenta os discípulos como reunidos ao Seu Nome. O Nome é o ponto de referência, autoridade e atração da reunião.
Isso não significa simplesmente colocar uma placa na parede dizendo “Nome de Jesus”. Tampouco significa que basta alguém afirmar verbalmente: “Estamos reunidos ao Nome”.
O Nome representa a Pessoa.
Reunir-se ao Nome de Cristo significa reconhecer quem Ele é, Sua autoridade e Sua Palavra.
Por isso, a igreja local não pode simplesmente decidir sua doutrina, sua organização e sua forma de funcionamento conforme a preferência dos seus membros.
Cristo é Senhor.
Colossenses 1:18 diz:
“E ele é a cabeça do corpo, da igreja.”
Se Cristo é o Cabeça, a Igreja não tem liberdade para criar outra cabeça.
E se Cristo é Senhor, os cristãos devem procurar obedecer ao padrão estabelecido por Ele mediante os apóstolos.
Por isso lemos:
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações” (Atos dos Apóstolos 2:42).
Agora chegamos à questão das denominações.
É verdade que Mateus 18:20 não diz literalmente: “Não coloquem uma placa denominacional na frente do prédio”.
Também não menciona “Baptista”, “Presbiteriana”, “Metodista”, “Pentecostal”, “Luterana” ou qualquer outro nome.
Mas isso não resolve a questão.
Precisamos perguntar: o Novo Testamento autoriza os cristãos a adotarem nomes que os distingam de outros cristãos?
É aqui que 1 Coríntios se torna muito importante.
Em Corinto os crentes começaram a criar distinções entre si:
“Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo” (1 Coríntios 1:12).
Qual foi a reação de Paulo?
“Está Cristo dividido?” (1 Coríntios 1:13).
Observe que Paulo não disse que essas identificações eram legítimas porque expressavam apenas “linhas interpretativas”.
Ele condenou o princípio.
Mais adiante diz:
“Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens? Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais?” (1 Coríntios 3:3-4).
Esse é o verdadeiro problema.
Não estou dizendo que todos os cristãos pertencentes a denominações sejam carnais ou que não sejam salvos. Isso seria uma conclusão completamente diferente e antibíblica.
Há verdadeiros filhos de Deus espalhados por muitos sistemas religiosos. Todo aquele que verdadeiramente nasceu de novo mediante a fé no Senhor Jesus pertence ao Corpo de Cristo.
A questão aqui não é a salvação da pessoa.
A questão é o princípio segundo o qual os cristãos devem se reunir.
Paulo não permitia que os cristãos transformassem nomes de servos de Deus em identidades eclesiásticas.
E note algo ainda mais impressionante: até dizer “eu sou de Cristo” aparece naquela lista.
Por quê?
Porque até o precioso Nome de Cristo pode ser usado de maneira sectária se alguém disser, em essência: “Cristo pertence ao nosso grupo e não aos demais”.
Portanto, reunir-se ao Nome do Senhor não significa reivindicar exclusividade sobre Cristo.
Muito pelo contrário.
Significa recusar qualquer nome que nos separe dos demais membros do Corpo de Cristo.
Eu não preciso de um nome que me diferencie de outro cristão.
O nome de Cristo é suficiente.
Quando Paulo escreveu às igrejas, como as identificou?
“A igreja de Deus que está em Corinto” (1 Coríntios 1:2).
“As igrejas da Galácia” (Gálatas 1:2).
“A todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos” (Filipenses 1:1).
“Aos santos e irmãos fiéis em Cristo, que estão em Colossos” (Colossenses 1:2).
As identificações eram geográficas, não denominacionais.
Havia igreja em Corinto, igrejas na Galácia, santos em Filipos, crentes em Tessalónica, igreja em Éfeso etc.
Não encontramos no Novo Testamento denominações distinguindo grupos de cristãos uns dos outros.
Quanto à afirmação de que essa doutrina foi “invenção de Darby”, existe um problema cronológico muito simples: Mateus 18:20 foi escrito aproximadamente dezoito séculos antes de Darby nascer.
Primeira Coríntios 1 também.
Atos dos Apóstolos 2 também.
Darby, ou qualquer outro expositor bíblico, pode ter compreendido corretamente ou incorretamente determinado texto. Isso deve ser examinado. Mas atribuir uma doutrina a um homem não refuta a interpretação.
A pergunta correta não é: “Darby ensinava isso?”
A pergunta é:
“A Bíblia ensina isso?”
Se Darby ensinou alguma coisa contrária às Escrituras, devemos rejeitá-la.
Se Lutero ensinou alguma coisa contrária às Escrituras, devemos rejeitá-la.
Se Calvino ensinou alguma coisa contrária às Escrituras, devemos rejeitá-la.
Se os chamados “Irmãos” ensinam alguma coisa contrária às Escrituras, devemos rejeitá-la.
E, naturalmente, se eu ensinar alguma coisa contrária às Escrituras, também deve ser rejeitada.
“Examinai tudo. Retende o bem” (1 Tessalonicenses 5:21).
Quanto ao termo “Gospel Hall”, também é necessário fazer uma distinção.
“Gospel Hall” não é o nome de uma denominação. É simplesmente uma expressão usada em alguns países de língua inglesa para identificar o edifício ou local onde uma igreja se reúne. Em português seria algo semelhante a “Salão do Evangelho”.
O prédio precisa ter algum tipo de identificação prática, especialmente para que as pessoas saibam onde fica o local de reunião.
O prédio não é a igreja.
A igreja são as pessoas.
Em Romanos 16:5, Paulo fala da “igreja que está em sua casa”. A casa não se transformava em igreja por causa disso. Era simplesmente o lugar onde aquela igreja se reunia.
Por isso, identificar um edifício como “Salão do Evangelho”, colocar o endereço numa página da Internet ou usar uma designação geográfica para indicar onde os cristãos se encontram não cria necessariamente uma denominação.
Naturalmente, se alguém transformar “Gospel Hall”, “Irmãos”, “Assembleia dos Irmãos” ou qualquer outra expressão numa identidade denominacional e disser “esta é a nossa denominação”, estará fazendo exatamente aquilo que afirmamos não encontrar apoio no Novo Testamento.
Não devemos substituir uma denominação por outra.
Também não devemos substituir um nome denominacional pelo nome “Irmãos”.
Somos simplesmente cristãos.
Agora, quanto ao argumento histórico de que esse modo de reunião surgiu no século XIX, precisamos novamente separar duas coisas.
Historicamente, é verdade que houve no século XIX um movimento de cristãos que abandonaram diferentes sistemas denominacionais procurando voltar à simplicidade do Novo Testamento.
Isso é história.
Mas eles não inventaram Mateus 18:20, Atos dos Apóstolos 2:42, 1 Coríntios 1, 1 Coríntios 5, 1 Coríntios 11, 1 Coríntios 14, Efésios 4 ou Hebreus 10:25.
Portanto, eu não afirmaria que uma igreja local hoje possui uma “sucessão histórica” desde o século XIX.
Essa não é a nossa base.
Muito menos afirmaria que existe uma cadeia histórica ininterrupta de determinadas assembleias chegando até os apóstolos.
A autoridade não vem de uma sucessão histórica.
Vem da Palavra de Deus.
Imagine que durante séculos ninguém praticasse determinada verdade bíblica e, posteriormente, alguns cristãos a encontrassem nas Escrituras e começassem a obedecê-la.
Essa verdade seria falsa porque passou séculos negligenciada?
Evidentemente que não.
A pergunta continuaria sendo:
“Está escrito?”
Esse princípio aparece de maneira muito bonita em 2 Reis 22 e 23. Nos dias do rei Josias, o Livro da Lei foi encontrado e muitas coisas que estavam escritas haviam sido negligenciadas. A resposta correta não foi dizer: “Não podemos fazer isso porque nossos antepassados não fizeram”.
A resposta foi voltar à Palavra de Deus.
O mesmo princípio aparece em Neemias 8, quando o povo redescobrou nas Escrituras aquilo que deveria praticar.
Portanto, a história pode explicar como chegamos a determinado ponto, mas ela não determina o que é verdadeiro.
A Palavra de Deus determina.
Também devemos tomar cuidado com a palavra “divisão”.
Separar-se de outros cristãos por orgulho, rivalidade, preferência pessoal ou espírito partidário é errado.
Mas abandonar um princípio não bíblico para obedecer às Escrituras não pode automaticamente ser chamado de divisão.
Caso contrário, a Reforma Protestante inteira teria de ser condenada simplesmente porque produziu separação de Roma.
A questão nunca pode ser apenas:
“Houve separação?”
A questão precisa ser:
“Qual foi a razão da separação?”
Quando Paulo trata das divisões em Corinto, ele identifica exatamente o problema: os cristãos estavam criando partidos em torno de homens.
“Eu sou de Paulo.”
“Eu sou de Apolo.”
“Eu sou de Cefas.”
A resposta apostólica não foi criar um partido melhor.
Foi perguntar:
“Está Cristo dividido?” (1 Coríntios 1:13).
É exatamente esse princípio que devemos preservar.
Portanto, não digo que somente os cristãos que se reúnem da maneira que considero bíblica são salvos. Nem digo que Deus não possa usar cristãos que estão em denominações. Deus, em Sua soberania e graça, usa muitos dos Seus filhos em circunstâncias bastante diferentes.
Mas uma coisa é reconhecer todos os verdadeiros crentes como membros do Corpo de Cristo.
Outra coisa é afirmar que todos os sistemas eclesiásticos existentes possuem igualmente aprovação bíblica.
Essas duas afirmações não são a mesma coisa.
Efésios 4:4 declara:
“Há um só corpo.”
E Efésios 4:5 acrescenta:
“Um só Senhor.”
O Corpo é um e o Senhor é um.
Por isso, nosso desejo deveria ser expressar essa unidade, e não criar novas identidades dentro dela.
Finalmente, concordo novamente com um ponto da pergunta: Mateus 18 não está ensinando simplesmente a forma de um “culto cristão”. O contexto imediato envolve reconciliação, disciplina, oração, autoridade e a ação da igreja local.
Mas justamente essa igreja que exerce tal autoridade é descrita pelo Senhor como reunida ao Seu Nome e contando com Sua presença no meio dela.
Portanto, não precisamos escolher entre duas interpretações:
“Mateus 18 fala de autoridade”
ou
“Mateus 18 fala de reunião ao Nome do Senhor”.
As duas verdades estão juntas.
A igreja possui autoridade precisamente porque está reunida reconhecendo a autoridade do Senhor Jesus Cristo.
E o restante do Novo Testamento confirma esse princípio.
“Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós...” (1 Coríntios 5:4).
“Quando vos ajuntais na igreja...” (1 Coríntios 11:18).
“Quando vos ajuntais num lugar...” (1 Coríntios 11:20).
“Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais...” (1 Coríntios 14:26).
Portanto, não se trata de defender Darby, os “Irmãos”, os “Gospel Halls” ou qualquer movimento do século XIX.
Trata-se de perguntar com sinceridade:
Se retirarmos todos os nomes denominacionais, todas as tradições posteriores, todos os movimentos históricos e todas as estruturas desenvolvidas ao longo dos séculos, e ficarmos somente com o Novo Testamento, como encontramos os cristãos reunidos?
Encontramos cristãos salvos e batizados, perseverando na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (Atos dos Apóstolos 2:41-42); reunindo-se numa determinada localidade (1 Coríntios 1:2); reconhecendo Cristo como Cabeça (Colossenses 1:18); exercendo os dons dados pelo Espírito Santo (1 Coríntios 12–14); sendo guiados por uma pluralidade de anciãos (Atos dos Apóstolos 14:23; 20:17,28); celebrando a Ceia do Senhor (1 Coríntios 11:23-26); exercendo disciplina quando necessária (1 Coríntios 5:4-5); e reconhecendo somente a autoridade do Senhor Jesus e da Sua Palavra.
É a esse modelo que devemos procurar voltar.
Não porque algum homem no século XIX o ensinou, mas porque encontramos seus princípios no Novo Testamento.
Nossa lealdade não deve ser a Darby, Lutero, Calvino, Wesley ou qualquer outro nome.
“Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1 Coríntios 3:11).
Josué Matos
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