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Em Atos 21:9, Filipe tinha quatro filhas que profetizavam

 Alguém que me escreveu no WhatsApp:

Bom dia, irmão Josué!

Poderia me ajudar no entendimento de um texto?

Em Atos 21:9, Filipe tinha quatro filhas que profetizavam. Entretanto, em 1 Coríntios 14, no contexto de profecias e línguas, as mulheres deveriam estar caladas nas igrejas. Como conciliar esses dois textos?

Conforme a referência citada, por que em 1 Coríntios 11:5 toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra sua própria cabeça? Se a mulher deveria estar calada, por que Paulo menciona o orar e profetizar da mulher?

Voltando um pouco na história, em Joel 2:28, sobre a profecia do derramamento do Espírito: ‘vossos filhos e vossas filhas profetizarão’. Isso se trata de Israel no fim da Tribulação, mas Pedro usou essa passagem como cumprimento parcial. Houve um duplo cumprimento? Em parte na descida do Espírito Santo e, no futuro, com Israel?

Como conciliar todos esses textos no sentido dispensacional? Como conciliar os textos em que Paulo ensina a mulher a ficar calada nas igrejas?

Minha Resposta:

Esses textos realmente precisam ser estudados em conjunto, pois não há qualquer contradição entre eles. O entendimento que tenho aprendido com irmãos que possuem mais experiência no estudo das Escrituras é que devemos analisar o contexto de cada passagem e observar a sequência do ensino inspirado pelo Espírito Santo.

Em primeiro lugar, Atos 21:9 simplesmente informa que Filipe tinha quatro filhas que profetizavam. O texto não diz onde elas exerciam esse dom, nem afirma que profetizavam nas reuniões da igreja. Há ainda um detalhe muito interessante: quando o apóstolo Paulo chegou à casa de Filipe, em Cesareia, as quatro filhas estavam ali, mas nenhuma delas transmitiu a mensagem que Deus tinha para Paulo. Pouco depois chegou o profeta Ágabo, e foi ele quem anunciou, da parte de Deus, o que aconteceria ao apóstolo (Atos 21:10-11). Isso mostra que, embora aquelas irmãs possuíssem o dom de profecia, Deus utilizou um profeta para entregar aquela mensagem pública a Paulo. Esse detalhe é bastante significativo e mostra que não há qualquer conflito com o ensino posterior dado para a assembleia.

Ao chegarmos à Primeira Epístola aos Coríntios, devemos lembrar que aquela igreja enfrentava diversos problemas. Havia divisões entre os irmãos, imoralidade moral grave, disputas judiciais entre cristãos, abusos quanto à liberdade cristã, desordem na Ceia do Senhor, embriaguez durante a ceia e confusão no uso dos dons espirituais. Portanto, Paulo escreve essa carta justamente para corrigir uma série de desordens existentes na assembleia.

Os capítulos 11 a 14 formam uma única seção dedicada às reuniões da igreja. Nesses capítulos, Paulo trata da ordem que deveria existir quando os santos estavam reunidos.

No capítulo 11, os versículos 1 a 16 tratam do princípio da chefia divina e dos símbolos visíveis dessa autoridade, especialmente a cobertura da cabeça. A partir do versículo 17, Paulo passa a tratar da Ceia do Senhor, permanecendo ainda no contexto das reuniões da igreja.

É importante observar que, no capítulo 11, Paulo não está tratando diretamente da questão de quem pode ou não falar na assembleia. Seu assunto é outro: a cobertura da cabeça e o princípio da autoridade estabelecido por Deus.

Por isso, quando ele diz:

"Toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua própria cabeça",

o objetivo do apóstolo não é discutir se a mulher deveria falar ou não nas reuniões da igreja, mas ensinar que, caso isso ocorresse, jamais deveria ser sem o sinal da autoridade estabelecida por Deus.

Mais adiante, no capítulo 14, Paulo aborda diretamente a ordem das reuniões e é absolutamente claro:

"As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas."

Assim, o próprio apóstolo completa seu ensino. Primeiro estabelece o princípio da chefia e da cobertura; depois estabelece quem deve exercer publicamente o ministério da Palavra na assembleia. Não existe qualquer contradição entre os capítulos 11 e 14; eles são complementares.

Quanto à profecia de Joel 2:28, entendo que seu cumprimento pleno pertence ao futuro de Israel. Todo o contexto da profecia fala da restauração nacional de Israel, dos juízos de Deus, dos sinais nos céus e do estabelecimento do Reino Messiânico.

Quando Pedro cita Joel em Atos 2, ele não afirma que toda a profecia se cumpriu naquele dia. O derramamento do Espírito Santo em Pentecostes possuía características semelhantes às anunciadas por Joel, mas vários elementos da profecia — como os sinais cósmicos e a restauração de Israel — claramente não ocorreram naquela ocasião.

Dentro da compreensão dispensacional, isso harmoniza perfeitamente as Escrituras. Hoje vivemos a dispensação da graça, na qual Deus está formando a Igreja. Após o arrebatamento, Deus retomará Seu programa profético com Israel, e então Joel 2 encontrará seu cumprimento completo no remanescente fiel da nação.

Podemos resumir o assunto da seguinte forma:

• As filhas de Filipe possuíam o dom de profecia, mas Atos não afirma que exerciam esse dom nas reuniões da igreja.

• Quando Paulo esteve na casa de Filipe, Deus não utilizou aquelas quatro profetisas para transmitir Sua mensagem ao apóstolo; enviou o profeta Ágabo para fazê-lo.

• A igreja de Corinto enfrentava muitas desordens, e a Primeira Epístola foi escrita justamente para corrigi-las.

• Os capítulos 11 a 14 tratam da ordem nas reuniões da igreja.

• Em 1 Coríntios 11, Paulo ensina o princípio da chefia divina e da cobertura da cabeça.

• Em 1 Coríntios 14, ele completa esse ensino determinando que as mulheres permaneçam em silêncio na assembleia.

• Joel 2 refere-se principalmente ao futuro de Israel, enquanto Atos 2 apresenta uma manifestação inicial do Espírito Santo, sem esgotar o cumprimento da profecia.

Quando observamos toda a sequência do ensino bíblico, percebemos que não existe qualquer contradição entre essas passagens. Pelo contrário, elas se complementam e revelam a perfeita harmonia da Palavra de Deus, respeitando tanto a ordem estabelecida para a Igreja quanto o programa profético de Deus para Israel.

Josué Matos

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A assembleia que se desviar da doutrina é disciplinada pelas demais?

 Alguém que me escreveu no YouTube:

A assembleia que se desviar da doutrina é disciplinada pelas demais? Havendo correção, essa assembleia volta à comunhão com as demais? Assim como um crente que pecou e se arrependeu, ou é mais difícil?

Minha Resposta:

Essa é uma excelente pergunta, porque trata da responsabilidade coletiva de uma assembleia local diante do Senhor e da comunhão prática entre as assembleias.

Em primeiro lugar, é importante lembrar que, segundo o Novo Testamento, cada igreja local é diretamente responsável diante do Senhor Jesus Cristo. Ele é o Cabeça da Igreja (Efésios 5:23), e é Ele quem anda no meio dos candeeiros, examinando e julgando o estado espiritual de cada assembleia (Apocalipse 2 e 3). Portanto, nenhuma assembleia possui autoridade hierárquica sobre outra.

Ao mesmo tempo, as assembleias não são independentes umas das outras no sentido de poderem ensinar ou praticar qualquer coisa sem consequências. Elas vivem em comunhão prática, reconhecendo a mesma doutrina dos apóstolos, a mesma disciplina e o mesmo Senhor. Foi exatamente esse princípio que levou as igrejas a reconhecerem as decisões tomadas em Jerusalém, conforme Atos 15, preservando a unidade da doutrina e da comunhão.

Quando uma assembleia abandona deliberadamente a sã doutrina ou se recusa a julgar o pecado conhecido em seu meio, as demais assembleias podem interromper a comunhão prática com ela. Isso não significa que estejam "disciplinando" aquela assembleia como uma autoridade superior, mas que estão reconhecendo que já não podem andar juntas enquanto permanecer o erro. A base da comunhão é a verdade. A Palavra de Deus diz: "Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3).

Se houver arrependimento verdadeiro, abandono do erro e retorno à doutrina dos apóstolos, não existe razão bíblica para manter a separação. Assim como um crente disciplinado que demonstra arrependimento deve ser restaurado (2 Coríntios 2:6-8), também uma assembleia que reconhece seu erro e volta ao ensino bíblico deve ser novamente recebida em comunhão.

É claro que, na prática, restaurar uma assembleia pode exigir mais tempo do que restaurar um indivíduo. Isso porque normalmente o problema envolve várias pessoas, liderança, ensino público e, muitas vezes, erros que se espalharam durante anos. As demais assembleias precisam verificar cuidadosamente se houve uma mudança real e permanente, e não apenas uma declaração verbal.

O objetivo nunca é punir, mas restaurar. O Senhor deseja que Seu povo permaneça na verdade, na santidade e na comunhão. Gálatas 6:1 ensina o espírito com que toda restauração deve ser feita: "Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão."

Portanto, a resposta é: sim. Havendo arrependimento genuíno, correção do erro e retorno à doutrina bíblica, a comunhão pode e deve ser restaurada. A disciplina bíblica nunca tem como finalidade excluir para sempre, mas produzir arrependimento, restauração e a glória do Senhor Jesus Cristo.

Josué Matos

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No caso das irmãs, por que há uma diferença entre anunciar o evangelho particular e exercer o ministério de ensino na igreja?

 Alguém que me escreveu no WhatsApp:

Minha sobrinha tem falado do evangelho para outra colega de trabalho. Como na carta a Timóteo não é permitido à mulher ensinar, ela quis saber até que ponto pode falar da Palavra para a amiga dela. Ou seja, quando é evangelismo e quando entra no campo do ensino doutrinário?

Minha Resposta:

A Bíblia mostra claramente que toda pessoa salva, homem ou mulher, tem o privilégio e a responsabilidade de testemunhar de Cristo. O próprio Senhor Jesus disse: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15). Antes de subir ao céu, Ele também declarou: "Sereis minhas testemunhas" (Atos dos Apóstolos 1:8).

No Novo Testamento encontramos mulheres que serviram ao Senhor anunciando a salvação. As mulheres foram as primeiras testemunhas da ressurreição do Senhor Jesus (Mateus 28:1-10; João 20:17-18). Priscila, juntamente com seu marido Áquila, ajudou Apolo a compreender "mais exatamente o caminho de Deus" (Atos dos Apóstolos 18:26). Observe que esse ensino foi realizado em um contexto particular, pelo casal, e não como um ministério público da igreja.

Já quando chegamos às reuniões da igreja local, Deus estabelece uma ordem diferente. Em 1 Timóteo 2:11-12, Paulo escreve:

"A mulher aprenda em silêncio, com toda a submissão. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem que exerça autoridade sobre o homem."

Em 1 Coríntios 14:34-35, a mesma orientação é dada para as reuniões da igreja. Essas passagens tratam do exercício público de ensino e autoridade na assembleia, e não da evangelização pessoal.

Portanto, podemos fazer uma distinção simples:

• Evangelismo: quando uma irmã fala de Cristo a uma amiga, vizinha, colega de trabalho, familiar ou qualquer pessoa, explicando o plano da salvação, respondendo perguntas e incentivando a leitura da Bíblia, ela está cumprindo um serviço precioso para Deus.

• Ensino doutrinário: quando alguém assume a responsabilidade de ensinar oficialmente a doutrina cristã na reunião da igreja, exercendo autoridade espiritual sobre a assembleia, especialmente sobre homens, entra no campo do ministério de ensino que, segundo a ordem estabelecida por Deus, foi confiado aos irmãos.

Na prática, se a colega de trabalho perguntar: "Como posso ser salva?", a irmã pode e deve responder com toda clareza, mostrando passagens como João 3:16, Romanos 3:23, Romanos 6:23, Efésios 2:8-9 e Atos dos Apóstolos 16:31.

Se essa mesma colega continuar interessada, a irmã pode continuar estudando a Bíblia com ela, explicando o evangelho, o batismo, a vida cristã e outros assuntos. Isso continua sendo um discipulado pessoal e evangelístico.

Quando surgirem questões mais profundas relacionadas à doutrina da igreja, liderança, disciplina, ministérios ou outros temas que envolvem o ensino oficial das Escrituras, é sábio encaminhar a nova convertida para irmãos capacitados da igreja local, conforme o padrão bíblico.

Assim, a irmã não precisa ter receio de falar do Senhor Jesus. O silêncio ensinado em 1 Timóteo e 1 Coríntios não significa silêncio absoluto em toda circunstância, pois isso entraria em conflito com muitos exemplos bíblicos de mulheres testemunhando da graça de Deus. O contexto dessas passagens é o funcionamento e a ordem das reuniões da igreja local, enquanto o testemunho pessoal do evangelho pertence a todos os cristãos.

Que Deus continue usando sua sobrinha para levar outras pessoas ao conhecimento do Salvador, sempre com humildade, fidelidade às Escrituras e respeito à ordem que o próprio Deus estabeleceu para Sua igreja. 


Josué Matos

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Como entender os açoites citados em Lucas 12:47-48? Que ‘fogo na terra’ é este de Lucas 12:49? O que significa a passagem de Lucas 12:58-59?

 Alguém que me escreveu no WhatsApp:

Bom dia, irmão amado.

Como entender os açoites citados em Lucas 12:47-48? Sei que não pode ser usado a favor do purgatório... Quando e onde esses açoites se dariam? Na vida cristã? É a disciplina do Senhor? Pode me ajudar uma vez mais? Obrigado desde já.

Que ‘fogo na terra’ é este de Lucas 12:49?

O que significa a passagem de Lucas 12:58-59? O romanismo usa esta passagem também para alegar a biblicidade do purgatório.

O que esta passagem realmente quer dizer?

Minha Resposta:

Muito boa pergunta. Essas três passagens fazem parte de um mesmo contexto e tratam da responsabilidade diante da vinda do Senhor, não do purgatório. Vamos examiná-las.

Lucas 12:47-48 — Os muitos e poucos açoites

O Senhor Jesus apresenta a parábola do servo fiel e do servo infiel. O assunto não é a salvação eterna, mas a responsabilidade daqueles que receberam conhecimento da vontade de Deus.

"E o servo que soube a vontade do seu senhor, e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites. Mas o que a não soube e fez coisas dignas de açoites, com poucos açoites será castigado; e, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá."

Os "açoites" representam castigo ou disciplina proporcional à responsabilidade de cada um. O princípio ensinado é que Deus julga cada pessoa segundo a luz que recebeu.

A Bíblia mostra esse princípio em vários lugares:

"Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo" (2 Coríntios 5:10).

"A obra de cada um se manifestará... se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas esse mesmo será salvo, todavia como pelo fogo" (1 Coríntios 3:13-15).

Para o verdadeiro crente, existe também a disciplina de Deus nesta vida:

"Porque o Senhor corrige o que ama" (Hebreus 12:6).

Portanto, Lucas 12 não está ensinando um lugar intermediário de purificação após a morte. O contexto fala de prestação de contas diante do Senhor e do princípio da responsabilidade espiritual.

Aliás, a Bíblia ensina claramente que após a morte não existe oportunidade de purificação:

"Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo." (Hebreus 9:27).

Lucas 12:49 — "Vim lançar fogo sobre a terra"

O fogo aqui não é o fogo do inferno nem do purgatório.

Na Bíblia, o fogo frequentemente representa julgamento.

O Senhor estava anunciando que Sua vinda provocaria uma grande crise espiritual na humanidade. Sua presença exigiria uma decisão: aceitá-Lo ou rejeitá-Lo.

Logo em seguida Ele explica:

"Pensais vós que vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas antes divisão." (Lucas 12:51).

Assim, o "fogo" está ligado ao juízo que acompanha a rejeição do Messias e à separação produzida pelo evangelho, inclusive dentro das famílias.

Lucas 12:58-59 — O adversário e o juiz

"Quando, pois, vais com o teu adversário ao magistrado, procura livrar-te dele no caminho..."

O Senhor utiliza uma ilustração retirada da vida diária.

Assim como uma pessoa prudente procura reconciliar-se antes que a causa chegue ao tribunal, também Israel deveria reconciliar-se com Deus enquanto ainda havia oportunidade.

O "caminho" representa o tempo presente.

O "juiz" representa o julgamento de Deus.

A mensagem é simples:

Hoje é tempo de arrependimento.

Quando chegar o juízo, será tarde.

Por isso, essa passagem não ensina purgatório.

Na realidade, ela ensina exatamente o contrário: a necessidade de resolver a situação com Deus antes do julgamento.

A interpretação romanista depende de pressupor que o "cárcere" seja um estado temporário após a morte, mas o texto não afirma isso em nenhum momento.

Além disso, essa ideia entra em conflito com diversas passagens claras das Escrituras:

Lucas 16 mostra que, após a morte, o rico não tinha possibilidade de mudar sua condição.

Hebreus 9:27 afirma que depois da morte vem o juízo.

Romanos 8:1 declara que "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus."

João 5:24 afirma que quem crê em Cristo "não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida."

Conclusão

Lucas 12 ensina três grandes verdades:

• Deus exige mais de quem recebeu maior conhecimento da Sua vontade.

• A vinda de Cristo trouxe uma crise espiritual que divide a humanidade entre os que O recebem e os que O rejeitam.

• Enquanto estamos "no caminho", devemos reconciliar-nos com Deus, porque depois do juízo não haverá uma segunda oportunidade.

Nenhuma dessas passagens oferece apoio à doutrina do purgatório. Pelo contrário, elas reforçam a urgência do arrependimento nesta vida e a certeza de que o destino eterno é decidido antes da morte.

Josué Matos

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