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O que seria exatamente prevaricar com a sã doutrina?

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2 João 1:9

'Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo não tem a Deus.'

João 5:39

'Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.'

João 12:48

'Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia.'

Efésios 2:20

'A igreja está edificada sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo Jesus Cristo a principal pedra da esquina.'

Graça e paz, irmão Josué.

Esses versículos acredito que estão em harmonia quando dizem respeito à sã doutrina. Por exemplo, quando diz em Efésios 2:20 sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, esse fundamento seria a sã doutrina?

Outra pergunta: o que seria exatamente prevaricar com a sã doutrina? Porque, ocorrendo essa prevaricação, a Bíblia afirma que não se tem a Deus, excluindo a pessoa de ser membro da igreja e do corpo de Cristo.

Minha Resposta:

Sim, esses versículos estão em perfeita harmonia. Todos eles apresentam a mesma verdade sob ângulos diferentes: Deus revelou Seu Filho, e essa revelação foi entregue por Cristo aos apóstolos, sendo registrada nas Escrituras. É essa revelação que constitui o fundamento doutrinário da igreja.

Quando Efésios 2:20 afirma que a igreja está "edificada sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas", não está falando das pessoas em si, mas da revelação divina comunicada por meio deles. Os apóstolos do Novo Testamento e os profetas, especialmente no contexto da revelação do mistério da igreja, receberam de Deus a verdade que hoje possuímos nas Escrituras. Cristo é a pedra angular, e o ensino apostólico está firmado nEle.

Por isso, em Atos dos Apóstolos 2:42 encontramos que os primeiros cristãos "perseveravam na doutrina dos apóstolos". A igreja nunca recebeu autoridade para criar novas doutrinas, mas apenas para guardar fielmente aquilo que foi entregue "uma vez aos santos", conforme Judas 3.

Em 2 João 9, porém, é importante observar cuidadosamente o significado de "prevaricar". A ideia do texto não é a de um crente sincero que possui dificuldades de compreensão ou que ainda está amadurecendo espiritualmente. O verbo empregado por João descreve aquele que vai além do ensino de Cristo, abandona deliberadamente a verdade e passa a ensinar outra doutrina.

Portanto, "prevaricar" nesse contexto significa ultrapassar os limites da revelação divina, deixando de permanecer na doutrina de Cristo para seguir um ensino diferente. Era exatamente o problema dos falsos mestres que negavam a Pessoa do Senhor Jesus, especialmente Sua verdadeira encarnação, introduzindo doutrinas estranhas.

João não está tratando de diferenças secundárias entre cristãos, mas de abandono consciente da verdade fundamental acerca de Cristo. Por isso ele afirma: "não tem a Deus". Quem rejeita o Filho também rejeita o Pai, conforme o próprio Senhor declarou em João 5:23 e João 12:48.

Quanto à sua pergunta sobre ser excluído da igreja e do corpo de Cristo, é necessário fazer uma distinção.

O corpo de Cristo é formado por todos os verdadeiros salvos. Somente Deus conhece perfeitamente quem realmente pertence a Cristo (2 Timóteo 2:19).

Já a comunhão prática da igreja local possui responsabilidade de preservar a sã doutrina. Se alguém passa a ensinar doutrinas falsas acerca da Pessoa e da obra de Cristo, a igreja deve agir biblicamente para proteger o testemunho do Senhor. As cartas do Novo Testamento mostram claramente que os falsos mestres não deveriam ser recebidos nem apoiados (2 João 10-11; Gálatas 1:8-9; Tito 3:10-11).

Assim, a exclusão da comunhão da igreja local não acontece por causa de pequenas diferenças de entendimento ou por dificuldades de crescimento espiritual, mas quando existe persistência em pecado moral ou na propagação consciente de falsa doutrina.

A verdadeira sã doutrina sempre conduz à piedade (1 Timóteo 6:3), glorifica a Pessoa do Senhor Jesus Cristo e permanece fiel à Palavra de Deus. Permanecer na doutrina de Cristo é permanecer naquilo que Ele revelou acerca de Sua Pessoa, Sua obra, Seu evangelho e tudo quanto foi transmitido pelos apóstolos inspirados.

Josué Matos

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Lucas 11:41: Parece ser uma citação, ainda que indireta, do Eclesiástico (livro apócrifo)?

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Irmão Josué Matos, boa noite.

Estava lendo a passagem bíblica de hoje e chamou minha atenção o que está em Lucas 11:41. Parece ser uma citação, ainda que indireta, do Eclesiástico (livro apócrifo). Poderia me ajudar na exegese desse versículo? Obrigado.

Minha Resposta:

Sua pergunta é muito interessante e já foi levantada por diversos estudiosos das Escrituras.

O texto de Lucas 11:41 diz:

"Antes, dai esmola do que tendes, e eis que tudo vos será limpo."

À primeira vista, alguns entendem que o Senhor Jesus estaria fazendo referência ao livro de Eclesiástico, especialmente porque há um trecho naquele livro que associa a esmola à purificação dos pecados. Entretanto, essa conclusão não é necessária.

Em primeiro lugar, devemos lembrar que o Senhor Jesus jamais citou explicitamente os livros apócrifos como Escritura inspirada. Quando Ele apelava à autoridade divina, dizia repetidamente: "Está escrito", referindo-se às Escrituras reconhecidas pelos judeus, isto é, à Lei, aos Profetas e aos Salmos (Lucas 24:44). Da mesma forma, os apóstolos fundamentaram sua doutrina nas Escrituras do Antigo Testamento, sem atribuir autoridade inspirada aos livros apócrifos.

Além disso, o ensino de Lucas 11:41 é bastante diferente da ideia encontrada em Eclesiástico.

O contexto de Lucas 11 é uma severa repreensão aos fariseus. Eles eram extremamente cuidadosos com as purificações externas, os rituais e as cerimônias religiosas, mas o Senhor declarou que, por dentro, estavam cheios de rapina e de maldade (Lucas 11:39). Em seguida, afirmou:

"Todavia, dai de esmola o que está dentro, e eis que tudo vos será limpo."

A expressão "o que está dentro" é importante. O Senhor não está ensinando que a esmola compra o perdão dos pecados ou purifica a alma diante de Deus. Isso contrariaria todo o ensino das Escrituras, que afirmam claramente que a salvação é pela graça, mediante a fé, e que a purificação é realizada unicamente pelo sangue de Cristo (Efésios 2:8-9; Hebreus 9:14; 1 João 1:7).

A ideia é que, em vez de demonstrarem uma religiosidade apenas exterior, os fariseus deveriam possuir um coração transformado, generoso e misericordioso. A esmola seria apenas a manifestação prática dessa mudança interior. Em outras palavras, quando o interior é tratado por Deus, o exterior passa naturalmente a refletir essa transformação.

Essa interpretação harmoniza-se com diversas passagens bíblicas:

• Mateus 23:25-28, onde o Senhor condena a aparência religiosa sem santidade interior.

• Mateus 23:26: "Limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo."

Observe que o pensamento é praticamente o mesmo de Lucas 11. A prioridade é sempre o interior.

Também encontramos esse princípio em Provérbios 4:23:

"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida."

Assim, Lucas 11:41 não ensina que a esmola produz perdão ou purificação espiritual. Antes, mostra que Deus deseja um coração sincero, misericordioso e transformado, e não apenas uma religião de aparências.

Quanto à possível semelhança de linguagem com Eclesiástico, devemos lembrar que ideias semelhantes podem aparecer em diversos escritos da época, sem que isso signifique aprovação ou reconhecimento de inspiração. O apóstolo Paulo, por exemplo, citou poetas gregos em Atos 17:28 e Tito 1:12, mas isso não transformou suas obras em Escritura inspirada. Da mesma forma, uma eventual semelhança verbal entre Lucas e um livro apócrifo não prova dependência nem lhe confere autoridade divina.

Portanto, a exegese de Lucas 11:41 deve ser feita à luz do próprio contexto imediato e do ensino geral das Escrituras. O Senhor Jesus está contrastando a pureza exterior dos fariseus com a necessidade de uma transformação interior, que se manifesta em amor, misericórdia e generosidade. Não se trata de ensinar que a esmola remove pecados, mas que uma vida transformada por Deus produz obras compatíveis com essa transformação.

Josué Matos

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Minha realidade é complexa.

 Alguém que me escreveu no YouTube:

Minha realidade é complexa. Saí de 10 anos de ateísmo radical, tive experiências com Deus, me converti, fui discipulado e batizado por uma pastora. Hoje, depois de um ano, saí da igreja por divergências pessoais e teológicas. Atualmente estou desigrejado, mas com fé em Deus de que encontrarei uma igreja para me tornar membro. No momento, visito uma igreja presbiteriana, mas há algumas coisas lá sobre as quais ainda tenho dúvidas. Deus tenha misericórdia. Muitos questionamentos me cercam.

Minha Resposta:

Agradeço por expressar aqui seus conflitos espirituais. Em primeiro lugar, é motivo de gratidão saber que, depois de tantos anos no ateísmo, você foi alcançado pela graça de Deus. A salvação não é obra da religião, nem de uma instituição, nem de um sistema humano. A salvação é pela graça de Deus, mediante a fé em nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nossos pecados e ressuscitou dentre os mortos. Como está escrito: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não vem das obras, para que ninguém se glorie" (Epístola aos Efésios 2:8-9).

Também entendo a complexidade da sua situação. Você saiu de um ambiente de incredulidade, teve contato com uma igreja, foi discipulado, foi batizado, mas depois começou a perceber divergências pessoais e teológicas. Isso não deve ser tratado como algo simples, nem como rebeldia automática da sua parte. Muitas vezes, quando uma pessoa realmente nasce de novo, o Espírito Santo começa a despertar nela um zelo pela Palavra de Deus. O verdadeiro crente não consegue ficar em paz quando percebe práticas e ensinos que não estão de acordo com as Escrituras.

O Senhor Jesus disse que o Espírito Santo guiaria os Seus na verdade (Evangelho segundo João 16:13). Portanto, quando um salvo começa a sentir incômodo diante de práticas que não têm fundamento bíblico, isso pode ser justamente o Espírito de Deus despertando nele o desejo de obedecer ao Senhor, e não simplesmente seguir tradições religiosas.

É necessário dizer com clareza: não podemos confundir as igrejas locais do Novo Testamento com o sistema denominacional moderno. As igrejas do primeiro século tinham problemas, sim. Corinto tinha desordens, Galácia tinha influência legalista, algumas igrejas da Ásia foram repreendidas pelo Senhor. Mas elas não eram denominações com sede central, filiais, hierarquia organizada, governo humano distante, sistema clerical e tradições estabelecidas acima ou ao lado das Escrituras.

No Novo Testamento, vemos igrejas locais autônomas, reunidas ao nome do Senhor Jesus Cristo, perseverando na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (Atos dos Apóstolos 2:42). Não vemos uma sede denominacional governando várias congregações. Não vemos um homem único controlando a igreja como autoridade central. Não vemos um sistema em que um pastor assalariado concentra em si o governo, o ensino, a liderança e a direção espiritual de todo o rebanho.

A Escritura apresenta pluralidade de presbíteros ou anciãos em cada igreja local (Atos dos Apóstolos 14:23; Epístola a Tito 1:5). O governo espiritual não era entregue a um único homem, mas a homens qualificados, reconhecidos entre os irmãos, que cuidavam do rebanho de Deus. Também não vemos no Novo Testamento uma mulher exercendo autoridade doutrinária e pastoral sobre a igreja, pois a ordem apostólica é clara quanto ao papel do homem e da mulher na assembleia (Primeira Epístola a Timóteo 2:11-14; Primeira Epístola aos Coríntios 14:34-35).

Portanto, quando você menciona que foi discipulado e batizado por uma pastora, e que veio de um ambiente dirigido por pastora, é compreensível que, ao estudar melhor as Escrituras, surjam dúvidas sérias em seu coração. A questão não é atacar pessoas, nem negar que Deus possa ter usado alguma circunstância para despertar você. Deus é soberano e pode alcançar alguém mesmo em meio a muita confusão religiosa. Mas isso não significa que devemos aprovar tudo o que existe nesses sistemas. Deus pode salvar uma pessoa apesar do erro do ambiente onde ela estava, mas depois deseja conduzi-la à obediência da Sua Palavra.

Também é necessário examinar outras práticas comuns em muitas denominações. A cobrança obrigatória do dízimo, especialmente quando apresentada como condição de bênção, fidelidade superior ou até ligada à salvação, não corresponde ao ensino dado à igreja no Novo Testamento. O cristão deve contribuir voluntariamente, com alegria, conforme propôs no coração, e não por imposição legalista (Segunda Epístola aos Coríntios 9:7).

A ceia do Senhor também não é um meio de salvação, nem um sacramento que garante vida eterna. A salvação está na obra consumada de Cristo, e não no ato de participar do pão e do cálice. A ceia é memorial: "Fazei isto em memória de mim" (Primeira Epístola aos Coríntios 11:24-25). Além disso, o padrão apresentado em Atos dos Apóstolos mostra os discípulos reunidos no primeiro dia da semana para partir o pão (Atos dos Apóstolos 20:7), e não apenas uma celebração mensal tratada como formalidade religiosa.

Por isso, meu irmão, o fato de você ter saído de um ambiente onde percebeu erros não deve ser considerado necessariamente uma queda espiritual. Pode ser exatamente o contrário: pode ser o início de uma caminhada mais séria, mais bíblica e mais consciente diante de Deus. A Palavra diz: "Sai do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei" (Segunda Epístola aos Coríntios 6:17). E também: "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados" (Apocalipse 18:4).

Isso não significa que você deva viver isolado para sempre. O cristão não foi chamado para andar sozinho. A vontade de Deus é que os salvos estejam em comunhão, reunidos ao nome do Senhor Jesus, edificando uns aos outros, perseverando na doutrina dos apóstolos, no partir do pão e nas orações. Mas é melhor esperar no Senhor e procurar com cuidado do que se apressar em unir-se a um sistema que você já percebe não estar de acordo com as Escrituras.

Quanto à igreja presbiteriana que você está visitando, faça tudo com calma e discernimento. Examine se o ensino, a prática, o governo, a ceia, a liderança e a forma de reunião estão realmente de acordo com o Novo Testamento. A pergunta principal não deve ser: "Eu me sinto bem aqui?", mas: "Isto está conforme a Palavra de Deus?" Os bereanos foram elogiados porque examinavam cada ensino pelas Escrituras (Atos dos Apóstolos 17:11).

Meu conselho é: continue lendo a Bíblia, ore pedindo direção, não sufoque esses questionamentos quando eles surgirem da Palavra de Deus, e não aceite como normal aquilo que o Espírito Santo lhe mostra que está fora das Escrituras. Ao mesmo tempo, guarde seu coração contra amargura, orgulho ou espírito de contenda. A separação do erro deve ser feita com temor, humildade e obediência ao Senhor.

Deus não o tirou do ateísmo para deixá-lo perdido na confusão religiosa. Ele é poderoso para guiá-lo a irmãos que desejam reunir-se somente ao nome do Senhor Jesus Cristo, tendo a Palavra de Deus como única regra de fé e prática.

Que o Senhor lhe dê sabedoria, firmeza e paz para seguir a Cristo, não segundo os sistemas dos homens, mas segundo as Escrituras.

Josué Matos

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Não me agradeça e não tente me converter, eu nasci na CCB!

 Alguém que me escreveu no YouTube:

Eu não dou 'opinião', eu te mando dados históricos e científicos. Contra fatos não há argumentos! Sua religiãozinha é uma fraude TOTAL! Não me agradeça e não tente me converter, eu nasci na CCB! Posso não saber o que é a VERDADE, mas sei o que ela NÃO é! Não existe Cristianismo, o que existe é Mentirismo!

Minha Resposta:

Agradeço por expor sua opinião de forma direta. Contudo, afirmar que algo é falso não o torna falso, assim como afirmar que algo é verdadeiro não o torna verdadeiro. Tanto a história quanto a ciência possuem seus campos de atuação, mas nenhuma delas é capaz de responder plenamente às perguntas espirituais sobre o pecado, o perdão, a vida eterna e o relacionamento do homem com Deus.

Você afirma que me envia "dados históricos e científicos". A história é uma disciplina importante, mas ela não pode provar nem refutar milagres ou a inspiração das Escrituras. A ciência, por sua vez, estuda os fenômenos naturais observáveis; ela não foi criada para julgar questões metafísicas, como a existência de Deus ou a ressurreição de Cristo.

Quanto ao cristianismo, é importante distinguir entre Cristo e os homens que dizem representá-Lo. Ao longo da história existiram abusos, heresias, divisões e incoerências. A própria Bíblia já advertia que isso aconteceria. O Senhor Jesus disse que surgiriam falsos profetas (Mateus 7:15), e o apóstolo Paulo advertiu que homens introduziriam ensinos perversos (Atos dos Apóstolos 20:29-30). Portanto, a existência de erros entre pessoas religiosas não invalida a mensagem do evangelho.

Você disse que nasceu na CCB. Nascer em determinada religião, porém, não torna alguém salvo nem perdido. Da mesma forma, eu não defendo uma denominação religiosa como fundamento da fé. A Bíblia ensina que a salvação é pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus Cristo, e não por pertencer a uma organização religiosa (Efésios 2:8-9).

Você também afirma que não sabe o que é a verdade, mas sabe o que ela não é. Permita-me lembrar as palavras do próprio Senhor Jesus:

"Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14:6)

A verdade, segundo a Bíblia, não é apenas um conceito filosófico; ela é revelada na pessoa de Cristo. Além disso, o Senhor declarou:

"Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade." (João 17:17)

Por isso, o cristianismo bíblico não se fundamenta em tradições humanas, mas na Palavra de Deus.

Se algum dia você desejar discutir evidências históricas sobre a confiabilidade dos manuscritos bíblicos, a ressurreição de Cristo, as profecias cumpridas ou qualquer outro tema específico, será um prazer conversar com respeito. O diálogo baseado em argumentos é sempre mais proveitoso do que ataques pessoais.

Meu desejo não é vencer uma discussão, mas apontar para Aquele que pode transformar qualquer vida: o Senhor Jesus Cristo.

Josué Matos

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