Alguém que me escreveu no WhatsApp:
Resumindo, irmão, eu entendi que a Lei Mosaica foi para conduzir o povo no dízimo e no casamento, em comunhão e santidade, no desposório até a consumação do casamento. É verdade que Jesus deu uma exceção entre os judeus, mas até o fim da Lei. Na Nova Aliança, o plano original permanece até a consumação de tudo...
É possível outro entendimento ou estarmos equivocados, irmão?
Eu não acredito, irmão, em outro contexto. Não dá para refutar. Quando lemos a Bíblia e, ao mesmo tempo, lembramos que a Lei Mosaica ainda estava em vigor, fica claro o contexto que as denominações ignoram...
Uma coisa, irmão: a Bíblia diz que só haverá misericórdia se confessar e abandonar o pecado, mas isso no Antigo Testamento. Na Nova Aliança já é diferente: diz que ninguém será justificado por obras da Lei, mas mediante a fé em Cristo. Só que há advertências no Novo Testamento sobre aqueles que não herdarão o Reino de Deus. Essas advertências são para quem não crê no sacrifício de Jesus ou, mesmo crendo, se estiver em algum pecado, anula o sacrifício de Cristo?
Minha Resposta:
Bem, há duas questões importantes aqui, e é bom separá-las: primeiro, o ensino do Senhor Jesus acerca do casamento, divórcio e da chamada “cláusula de exceção”; segundo, a relação entre justificação pela fé, pecado na vida do crente e as advertências sobre não herdar o Reino de Deus.
Quanto à primeira questão, o seu entendimento está, em linhas gerais, no caminho que considero mais coerente com o conjunto das Escrituras. Entretanto, faria alguns ajustes na maneira de expressá-lo.
O casamento é anterior à Lei de Moisés
O princípio fundamental do casamento não começou com Moisés nem pertence exclusivamente a Israel. Ele foi estabelecido por Deus na criação:
“Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gênesis 2:24).
Quando os fariseus perguntaram ao Senhor Jesus sobre o divórcio, Ele não começou por Deuteronômio 24. Ele voltou a Gênesis:
“Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:4-6).
Este é um ponto fundamental. O padrão de Deus não é determinado pela concessão mosaica do divórcio, mas pelo princípio estabelecido na criação.
Quando os fariseus perguntaram: “Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la?”, o Senhor respondeu:
“Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim” (Mateus 19:7-8).
Portanto, a Lei não criou o casamento nem estabeleceu o divórcio como ideal. Ela regulamentou uma situação que existia por causa da dureza do coração humano.
A cláusula de exceção deve ser entendida dentro do contexto judaico de Mateus
Aqui está um detalhe muito importante.
A chamada cláusula de exceção aparece em Mateus 5:32 e Mateus 19:9, mas não aparece nas declarações paralelas de Marcos e Lucas.
Marcos registra:
“Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra adultera contra ela. E, se a mulher deixar a seu marido e casar com outro, adultera” (Marcos 10:11-12).
Lucas é igualmente direto:
“Qualquer que deixa sua mulher e casa com outra adultera; e aquele que casa com a repudiada pelo marido adultera também” (Lucas 16:18).
Por que, então, Mateus apresenta uma particularidade?
Porque Mateus apresenta fortemente o contexto judaico, e o próprio Evangelho começa dando-nos uma ilustração extremamente importante do desposório judaico.
Maria estava desposada com José, mas ainda não haviam consumado o casamento:
“Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem...” (Mateus 1:18).
Apesar disso, José já é chamado de “seu marido”:
“Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente” (Mateus 1:19).
E o anjo lhe diz:
“José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher” (Mateus 1:20).
Veja a situação: eles ainda não haviam se ajuntado, mas José é chamado marido e Maria é chamada sua mulher.
Isso é essencial para compreender a questão.
No desposório judaico havia um compromisso muito mais forte que o nosso conceito moderno de noivado. Uma infidelidade durante aquele período era gravíssima e podia exigir um repúdio formal.
É nesse contexto que se torna significativa a diferença entre “porneía”, geralmente traduzida por fornicação, prostituição ou imoralidade sexual, e “moicheía”, adultério.
Em Mateus 19:9 aparecem conceitos distintos:
“Qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério.”
Assim, entendo que a exceção se refere à infidelidade descoberta no contexto do desposório, antes da consumação matrimonial. O exemplo de José e Maria, logo no primeiro capítulo de Mateus, fornece a chave judaica necessária para compreender essa particularidade.
Isso também explica por que Marcos e Lucas, escrevendo sem essa mesma necessidade de explicar a situação especificamente judaica, apresentam a regra sem cláusula de exceção.
Depois de consumado o casamento, permanece o princípio: “uma só carne”
Quando chegamos às epístolas, encontramos o mesmo princípio.
Paulo escreve:
“Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera se for de outro marido” (Romanos 7:2-3).
E novamente:
“A mulher casada está ligada pela lei todo o tempo que o seu marido vive; mas, se falecer o seu marido, fica livre para casar com quem quiser, contanto que seja no Senhor” (1 Coríntios 7:39).
Portanto, a morte é apresentada claramente como aquilo que encerra o vínculo matrimonial e deixa o sobrevivente livre para outro casamento.
É importante observar também 1 Coríntios 7:10-11:
“Todavia, aos casados mando, não eu mas o Senhor, que a mulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.”
Paulo admite que uma separação possa acontecer. Contudo, não apresenta um novo casamento como solução. As alternativas dadas são permanecer sem casar ou reconciliar-se.
Portanto, não diria simplesmente que “a exceção terminou porque terminou a Lei”. Eu diria de maneira mais precisa: a exceção de Mateus deve ser compreendida no contexto judaico do desposório, enquanto o princípio permanente do casamento vem da criação e continua confirmado no Novo Testamento.
Agora chegamos à segunda pergunta: somos justificados pela fé ou precisamos abandonar o pecado?
As duas coisas não se contradizem.
A Bíblia ensina claramente que ninguém é justificado diante de Deus pelas obras da Lei:
“Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei” (Romanos 3:20).
E:
“Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Romanos 3:28).
Também lemos:
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).
Portanto, abandonar pecados não é o preço que pagamos pela salvação. Cristo pagou o preço. A justificação não é uma recompensa que Deus concede ao homem que conseguiu melhorar suficientemente sua vida.
Somos justificados pela graça de Deus mediante a fé no Senhor Jesus Cristo.
Mas isso não significa que a graça permita ao salvo permanecer deliberadamente no pecado.
Paulo antecipou exatamente essa conclusão errada:
“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?”
A resposta é imediata:
“De modo nenhum. Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Romanos 6:1-2).
Portanto, a mesma graça que salva o pecador não lhe dá autorização para continuar vivendo como antes.
As obras não são a causa da salvação, mas uma vida transformada é consequência dela
Efésios 2 esclarece maravilhosamente essa questão.
Depois de dizer que somos salvos “pela graça... mediante a fé” e “não pelas obras”, Paulo acrescenta imediatamente:
“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Efésios 2:10).
Observe a ordem.
Não praticamos boas obras para sermos salvos.
Somos salvos pela graça mediante a fé e, como consequência dessa nova vida, fomos criados em Cristo Jesus “para as boas obras”.
A obra não é a raiz da salvação; é fruto dela.
Então, o que significa “não herdarão o Reino de Deus”?
Esta é a parte que precisa ser tratada com muito cuidado.
Paulo escreve:
“Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9-10).
Mas o versículo seguinte é indispensável:
“E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus e pelo Espírito do nosso Deus” (1 Coríntios 6:11).
Paulo não diz: “É o que alguns de vocês são”.
Ele diz: “É o que alguns têm sido”.
Houve mudança.
Isso não significa que um cristão verdadeiro nunca mais poderá cair em pecado. Infelizmente poderá. Pedro caiu gravemente. Os próprios coríntios cometeram pecados sérios. Mas existe uma enorme diferença entre cair em pecado e estabelecer-se no pecado como modo de vida, justificando-o e recusando-se a abandoná-lo.
João deixa essa distinção muito clara.
Por um lado:
“Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós” (1 João 1:8).
E:
“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo” (1 João 2:1).
Portanto, João reconhece a possibilidade de o crente pecar.
Mas, por outro lado, ele não aceita que a vida cristã seja caracterizada pela prática habitual e tranquila do pecado:
“Qualquer que permanece nele não vive pecando” (1 João 3:6).
E ainda:
“Quem comete o pecado é do diabo” (1 João 3:8).
O contraste está entre cair em pecado e viver sob o domínio e a prática do pecado.
Então, se um crente pecar, ele “anula o sacrifício de Cristo”?
Não devemos colocar dessa maneira.
Nenhum pecado torna o sacrifício de Cristo imperfeito. A obra realizada no Calvário permanece perfeita, completa e suficiente.
Hebreus diz:
“Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hebreus 10:14).
Não existe necessidade de Cristo morrer novamente cada vez que um crente peca.
O problema não é uma deficiência no sacrifício de Cristo. O problema é a condição espiritual daquele que afirma crer em Cristo enquanto deliberadamente escolhe permanecer no pecado.
Hebreus apresenta uma advertência muito solene:
“Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados” (Hebreus 10:26).
Isso não significa que cada pecado cometido conscientemente por um cristão torna impossível o perdão. Se fosse assim, praticamente ninguém poderia ser salvo, pois nem todos os nossos pecados são cometidos por ignorância.
O contexto de Hebreus é muito mais grave: trata-se de abandonar deliberadamente o único sacrifício eficaz, desprezando o Filho de Deus e voltando as costas para Cristo. Não existe “outro sacrifício” para substituir o de Cristo.
Se alguém rejeita o único Salvador, não existe um segundo Salvador.
O verdadeiro crente que cai deve confessar o pecado
A confissão não desapareceu com o Antigo Testamento.
Pelo contrário, João escreve diretamente aos crentes:
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (1 João 1:9).
Portanto, a graça não elimina a confissão.
O que mudou é o fundamento sobre o qual recebemos o perdão. Não estamos oferecendo sacrifícios de animais nem tentando alcançar justificação mediante as obras da Lei. O fundamento é a obra consumada de Cristo.
É justamente por causa dessa obra que Deus é “fiel e justo” para perdoar.
A graça nunca deve ser usada para justificar a permanência consciente no pecado
Aqui está, talvez, o ponto central da sua pergunta.
Imagine alguém dizendo:
“Eu sei que aquilo que estou fazendo é pecado. Sei o que a Palavra de Deus diz. Não pretendo abandonar isso. Continuarei assim até morrer. Mas creio que Jesus morreu por mim, portanto está tudo resolvido.”
Essa atitude não corresponde ao ensino do Novo Testamento.
Paulo diz:
“Não erreis.”
E depois apresenta aqueles que vivem caracterizados por determinadas práticas como pessoas que “não herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9-10).
Em Gálatas ele repete:
“Os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus” (Gálatas 5:21).
A expressão aponta para uma prática que caracteriza a vida.
Não devemos transformar essas advertências em salvação pelas obras. Mas também não podemos esvaziá-las dizendo que não têm relação com pessoas que professam ser cristãs. Paulo escreveu essas advertências dentro de cartas dirigidas a igrejas.
Elas nos ensinam que uma profissão de fé que convive tranquilamente com uma vida dominada pelo pecado deve ser seriamente examinada.
Há uma diferença entre luta contra o pecado e acomodação ao pecado
Um cristão pode dizer:
“Eu pequei, estou envergonhado, confessei ao Senhor, quero abandonar isso e preciso da graça de Deus para vencer.”
Isso é muito diferente de alguém dizer:
“Sei que é pecado, mas não vou abandonar. Deus terá de aceitar porque sou salvo pela graça.”
O primeiro está lutando contra o pecado.
O segundo está tentando transformar a graça em autorização para pecar.
O primeiro encontra a maravilhosa provisão de 1 João 2:1:
“Se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo.”
O segundo precisa ouvir Romanos 6:1-2:
“Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde? De modo nenhum.”
Aplicando isso à questão do casamento
Aqui precisamos ser igualmente coerentes.
Se concluímos pelas Escrituras que determinada relação constitui adultério enquanto o primeiro cônjuge vive, não podemos dizer que o simples fato de alguém professar fé em Cristo transforma aquela relação em algo que deixou de ser pecado.
A graça perdoa o pecador, mas nunca redefine o pecado como santidade.
Quando o Senhor encontrou a mulher apanhada em adultério, manifestou maravilhosa graça. Contudo, Suas palavras finais foram:
“Vai-te e não peques mais” (João 8:11).
Graça e santidade aparecem juntas.
Da mesma forma, em 1 Coríntios 6, depois de mencionar fornicários, idólatras, adúlteros e outros pecadores, Paulo diz:
“E é o que alguns têm sido.”
A graça de Deus alcança qualquer pecador. Não existe adultério, fornicação, idolatria, embriaguez ou qualquer outro pecado que seja grande demais para o sangue de Cristo.
Mas a salvação não consiste em Cristo deixar o homem exatamente como estava.
“Haveis sido lavados... santificados... justificados” (1 Coríntios 6:11).
Portanto, a resposta à sua pergunta é esta
Não, a pessoa não “anula” ou torna insuficiente o sacrifício de Cristo simplesmente porque caiu em pecado. O sacrifício de Cristo é perfeito e suficiente.
Mas também não é bíblico afirmar que uma pessoa pode deliberadamente escolher permanecer numa prática que Deus chama de pecado, recusar-se a abandoná-la e usar a justificação pela fé como garantia de que sua condição espiritual não precisa ser examinada.
A salvação é inteiramente pela graça, mediante a fé, e não pelas obras da Lei. Entretanto, a fé salvadora une o pecador a Cristo, e essa união necessariamente produz uma nova direção de vida.
Não significa perfeição sem pecado.
Significa que o pecado deixou de ser senhor.
Romanos 6:14 diz:
“Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.”
Veja como isso é importante: Paulo não diz que, porque estamos debaixo da graça, o pecado pode dominar-nos. Ele ensina exatamente o contrário. O pecado não deve dominar-nos justamente porque estamos debaixo da graça.
Por isso, não devemos cair em nenhum dos dois extremos.
De um lado, o legalismo diz: “Preciso abandonar pecados e fazer boas obras para merecer a salvação.”
Isso está errado.
Do outro lado, uma falsa compreensão da graça diz: “Já que sou salvo pela fé, posso permanecer conscientemente no pecado.”
Isso também está errado.
A verdade bíblica é:
Somos salvos somente pela graça de Deus, mediante a fé em Cristo, fundamentados exclusivamente em Sua obra consumada; porém, aquele que foi alcançado por essa graça recebe uma nova vida e não pode considerar normal permanecer voluntariamente debaixo do domínio do pecado.
Por isso, as advertências de 1 Coríntios 6:9-11 e Gálatas 5:19-21 devem ser levadas muito a sério. Elas não ensinam salvação pelas obras, mas mostram que existe uma incompatibilidade fundamental entre uma vida permanentemente caracterizada pelas obras da carne e a profissão de pertencer ao Reino de Deus.
A segurança do cristão não está em dizer: “Posso continuar pecando porque Cristo morreu por mim.”
Sua segurança está em Cristo e em Sua obra perfeita. E exatamente porque pertence a Cristo, quando peca, ele não deseja permanecer caído: reconhece o pecado, confessa-o, busca restauração e deseja andar novamente em comunhão com o Senhor.
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (1 João 1:9).
E assim vemos a maravilhosa harmonia da verdade: somos justificados pela fé sem as obras da Lei, mas a mesma graça que nos justifica nunca nos ensina a fazer paz com o pecado.
“Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente” (Tito 2:11-12).
Josué Matos
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