Daniel 12:11: “E, desde o tempo em que o sacrifício contínuo for tirado e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias.”
1.290 dias. (O sacrifício contínuo refere-se ao seu trabalho diário ou emprego.)
A expressão “será tirado” corresponde à palavra hebraica H5493. Ela possui vários significados; “depor” é um deles. “Depor”, no contexto jurídico, significa declarar sob juramento, prestar juramento, jurar ou remover alguém de uma posição ou cargo.
Obama prestou juramento para assumir o cargo em 20 de janeiro de 2009 e assinou a “Eye Beam” (viga do olho) no aniversário de Donald Trump, em 14 de junho de 2012. A Eye Beam, ou a “coisa abominável”, foi colocada ou instalada no topo da One World Freedom Tower em 2 de agosto de 2012, exatamente 1.290 dias após o juramento de posse.
O sacrifício contínuo, trabalho ou posição mencionado em Daniel 12:11 é o cargo de presidente. Ele foi retirado em 20 de janeiro de 2009. A partir daquele momento, o seu voto deixou de ter importância.
Daniel 12:12: “Bem-aventurado o que espera e chega até mil trezentos e trinta e cinco dias.”
1.335 dias.
A partir do juramento de posse de Obama, em 20 de janeiro de 2009, acrescentando 1.335 dias, chegamos a 16 de setembro de 2012, data do início de Rosh Hashaná, ou Festa das Trombetas.
A partir do juramento de posse de Trump, em 20 de janeiro de 2017, acrescentando 1.335 dias, chegamos a 15 de setembro de 2020, exatamente o dia em que os Acordos de Paz de Abraão foram assinados por Trump.
A partir de 15 de setembro de 2020, acrescentando 1.335 dias, chegamos a 12 de maio de 2024.
A verdadeira data de nascimento de Iz-rae-il.
Em 12 de maio de 1948, o gabinete provisório do recém-formado Estado de Israel reuniu-se. A decisão era entre aceitar a proposta americana de uma trégua ou declarar a independência. A segunda opção foi submetida à votação, com seis dos dez membros presentes apoiando a declaração de independência.
Por que a Eye Beam é a “coisa abominável”? Porque foi colocada ou instalada no topo de uma torre que representa rebelião contra DEUS. A One World Freedom Tower (OWFT) é a Torre de Babel dos tempos modernos.
A primeira Torre de Babel foi construída na terra de Sinar. Sinar significa “dois rios”. Foi construída entre o rio Eufrates e o rio Tigre.
A segunda Torre de Babel, a One World Freedom Tower, também foi construída numa terra entre dois rios: o rio Hudson e o East River. Foi construída na cidade do homem e na capital do homem, Nova Iorque, aquela grande cidade, Babilônia.
(“Coisa abominável” = 792 na gematria inglesa.)
A Torre da Rebelião.
A One World Freedom Tower tem 1.792 pés de altura até a sua extremidade. Por que esse número?
1.792 representa Satanás. 1 + 7 + 9 + 2 = 19. A letra S é a décima nona letra. S representa Satanás ou a Serpente.
O número 7 representa o seu domínio sobre os sete continentes da Terra.
O número 9 é o número de Satanás, e a sua letra é “I” (olho, em inglês), a nona letra. O número nove também representa o nosso corpo ou a carne, que é constituído por nove grandes sistemas biológicos. Gálatas 5:17 descreve a carne como contrária e oposta ao nosso espírito ou alma.
O número 2 representa dualidade ou opostos: assim em cima como embaixo; preto e branco; bem e mal; verdade e mentira; masculino e feminino/transgênero; físico e espiritual; caos e Babilônia. Representa a mistura de opostos para criar divisão e confusão, com o objetivo de controlar e enganar a humanidade. Estratégias de policial bom e policial mau, inversão de papéis, dividir para conquistar.
Trump completou 66 anos no dia em que Obama assinou a Eye Beam. Sessenta e seis anos equivalem a 792 meses.
1.792 representa Satanás, e 792 representa numericamente três algarismos seis, o número da besta na gematria inglesa.
Em 2027, Obama terá 792 meses de idade, e Trump terá 972 meses de idade.
792 e 972 são números da besta.
2027 é o ano decisivo.
Toda a glória a Deus!
Minha Respsota:
Agradeço por compartilhar suas considerações sobre Daniel 12 e sobre o significado profético que você acredita existir em determinados acontecimentos históricos e padrões numéricos.
Certamente, é importante estudar cuidadosamente as profecias bíblicas, especialmente quando observamos os acontecimentos políticos e espirituais que se desenvolvem no mundo. Entretanto, precisamos distinguir entre aquilo que as Escrituras realmente ensinam e as interpretações baseadas em coincidências numéricas, acontecimentos políticos ou associações simbólicas que a própria Bíblia não estabelece.
A questão principal não é se conseguimos encontrar relações numéricas interessantes na história, mas se essas relações são sustentadas pelo contexto e pelo ensino da Palavra de Deus.
1. O que significa o sacrifício contínuo em Daniel 12:11?
Daniel 12:11 declara:
“E, desde o tempo em que o contínuo sacrifício for tirado e posta a abominação desoladora, haverá mil duzentos e noventa dias.”
A expressão “sacrifício contínuo” não se refere ao emprego de uma pessoa, ao exercício de um cargo político ou à presidência dos Estados Unidos.
No livro de Daniel, o sacrifício contínuo está associado ao culto religioso de Israel e ao sistema de sacrifícios relacionado ao santuário.
Observe Daniel 8:11–13 e Daniel 11:31. Ambas as passagens relacionam a retirada do sacrifício contínuo com a profanação do santuário.
Daniel 11:31 declara:
“E tirarão o contínuo sacrifício, estabelecendo a abominação desoladora.”
Essa passagem estabelece uma ligação entre a interrupção do sacrifício e a introdução de algo que profana o lugar de adoração.
O verbo hebraico sur (Strong H5493) pode, de fato, significar remover, desviar ou tirar. Entretanto, o significado de uma palavra deve sempre ser determinado pelo seu contexto.
O fato de uma palavra inglesa, como depose, poder descrever a remoção de alguém de um cargo político não significa que Daniel estivesse falando sobre um presidente prestando juramento.
Além disso, o significado jurídico de depose, no sentido de prestar depoimento sob juramento, é outro uso da palavra inglesa, que não pode ser introduzido artificialmente no texto hebraico.
Portanto, identificar o sacrifício contínuo com o cargo de presidente dos Estados Unidos não possui fundamento bíblico.
2. O que é a abominação da desolação?
O próprio Senhor Jesus fez referência à profecia de Daniel.
Em Mateus 24:15, Ele declarou:
“Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo (quem lê, entenda).”
Observe a expressão “lugar santo”.
O Senhor Jesus relaciona essa profecia com um lugar sagrado, e não com um arranha-céu americano.
A profecia diz respeito a Israel e aos acontecimentos associados ao período final da tribulação.
Daniel 9:27 descreve um governante futuro que confirmará uma aliança por uma semana e, na metade dessa semana, fará cessar o sacrifício e a oferta.
Daniel 12:11 fornece informações adicionais sobre esse período.
Segunda Tessalonicenses 2:3–4 também descreve o homem do pecado, que se exalta e se assenta no templo de Deus, querendo parecer Deus.
Apocalipse 13:14–15 descreve a imagem da besta e a adoração imposta durante a rebelião mundial final contra Deus.
Essas passagens devem ser consideradas em conjunto para compreendermos o cenário profético.
Não existe evidência bíblica de que a instalação de uma viga no One World Trade Center tenha cumprido a profecia de Daniel.
3. O que representam os 1.290 e 1.335 dias?
Daniel 12:11–12 menciona dois períodos:
Esses períodos devem ser compreendidos dentro do contexto profético de Daniel, relacionado a Israel, à tribulação final e ao estabelecimento do Reino de Deus.
Daniel 12:7 menciona “um tempo, tempos e metade de um tempo”, correspondendo a três anos e meio proféticos.
Apocalipse 11:2–3 e Apocalipse 12:6,14 também descrevem períodos de quarenta e dois meses, 1.260 dias e um tempo, tempos e metade de um tempo.
Segundo a interpretação futurista das profecias, os 1.290 e 1.335 dias estão relacionados aos acontecimentos finais da tribulação e à transição para as bênçãos do Reino terreno de Cristo.
Os trinta dias adicionais e os quarenta e cinco dias seguintes não são plenamente explicados nas Escrituras. Podem estar relacionados aos julgamentos e às providências que ocorrerão após a volta de Cristo, mas não devemos apresentar essa possibilidade como uma certeza revelada.
O que não podemos fazer legitimamente é começar pelas datas de posse dos presidentes americanos e depois procurar acontecimentos históricos que, por coincidência, estejam separados por um número semelhante de dias.
Daniel nunca identifica os Estados Unidos, Barack Obama, Donald Trump ou o One World Trade Center como ponto de partida desses períodos proféticos.
4. O One World Trade Center é a Torre de Babel moderna?
Gênesis 11:1–9 registra a construção de Babel, na terra de Sinar.
Os construtores declararam em Gênesis 11:4:
“Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome.”
O propósito deles era a exaltação humana e a independência em relação a Deus.
Babel tornou-se um símbolo da rebelião da humanidade contra a autoridade divina.
Entretanto, a Bíblia não ensina que todo edifício alto, ou toda construção situada entre dois rios, seja uma nova Torre de Babel.
Também não é correto afirmar que o nome hebraico Sinar signifique simplesmente “dois rios”. Sinar é uma designação geográfica associada à antiga Babilônia.
O fato de Nova Iorque estar situada nas proximidades dos rios Hudson e East River não estabelece uma relação profética com Gênesis 11.
Apocalipse 17–18 descreve Babilônia em conexão com a corrupção religiosa, a influência política, o poder comercial e o julgamento divino.
Existem diferentes interpretações cristãs sobre determinados detalhes da identidade final de Babilônia, mas o texto bíblico não identifica a cidade de Nova Iorque como Babilônia.
Uma identificação dessa natureza exigiria evidências bíblicas claras, e não apenas semelhanças geográficas.
5. E quanto aos números 792, 972, 1792 e 666?
Essa é outra questão que exige bastante cuidado.
Apocalipse 13:18 declara:
“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”
O número apresentado pelas Escrituras é 666.
A Bíblia não identifica 792, 972 ou 1792 como números pertencentes a Satanás ou à besta.
Também não ensina que a nona letra do alfabeto inglês represente Satanás, nem que a décima nona letra estabeleça uma ligação com a serpente.
A gematria inglesa depende da atribuição de valores numéricos às letras do alfabeto inglês, segundo determinado sistema. Esses cálculos podem produzir muitas relações aparentes, especialmente quando palavras, datas, medidas e formas de escrita são selecionadas para se ajustarem a uma interpretação previamente estabelecida.
Isso não é o mesmo que interpretar o texto bíblico inspirado.
Até mesmo o número 666 deve ser interpretado dentro do contexto de Apocalipse 13, onde está associado à besta, ao seu sistema de adoração e ao controle econômico.
A Bíblia não nos orienta a identificar a besta por meio das idades de políticos modernos, das dimensões de edifícios ou de combinações de números sem relação entre si.
Precisamos ter especial cuidado para não transformar a profecia bíblica num sistema de especulação numérica.
6. Podemos identificar 2027 como um ano profético especial?
As Escrituras não nos dão autoridade para identificar 2027 como o ano em que necessariamente ocorrerá algum acontecimento profético decisivo.
O Senhor Jesus declarou em Atos 1:7:
“Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder.”
Da mesma forma, Mateus 24:36 nos lembra que o dia e a hora da vinda de Cristo não foram revelados aos homens.
A Igreja aguarda o Senhor Jesus Cristo, conforme ensinam Primeira Tessalonicenses 4:13–18 e Filipenses 3:20–21.
A bendita esperança dos crentes não depende da descoberta de algum código numérico oculto.
Ela está fundamentada na promessa pessoal do Senhor Jesus:
“Virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também.” (João 14:3)
Segundo a compreensão pré-tribulacional das profecias, a Igreja aguarda a vinda de Cristo para receber os Seus, enquanto a última semana profética de Daniel diz respeito ao futuro relacionamento de Deus com Israel e com as nações.
Consequentemente, tentar calcular o momento desses acontecimentos a partir das posses presidenciais não encontra justificativa nas Escrituras.
7. Os acontecimentos históricos mencionados não comprovam o cumprimento profético
Existe outra distinção importante que precisamos fazer.
A independência do moderno Estado de Israel foi oficialmente proclamada em 14 de maio de 1948. As discussões e decisões anteriores a essa declaração não alteram a data em que a independência foi proclamada.
Os Acordos de Abraão, assinados em 15 de setembro de 2020, foram acordos diplomáticos envolvendo Israel e nações árabes. Não devem ser automaticamente identificados com a aliança descrita em Daniel 9:27.
Aquela aliança profética pertence a um contexto bíblico específico, envolvendo Israel, um governante futuro, um período de sete anos e a interrupção dos sacrifícios.
O fato de um acordo moderno receber o nome de Abraão não demonstra que ele cumpra a profecia de Daniel.
Da mesma forma, semelhanças matemáticas envolvendo posses presidenciais, festas religiosas e outras datas históricas não comprovam o cumprimento de uma profecia.
Devemos lembrar que um cálculo pode estar matematicamente correto, enquanto a interpretação atribuída a ele está completamente equivocada.
8. Como devemos interpretar as profecias bíblicas?
O apóstolo Pedro nos lembra, em Segunda Pedro 1:20–21, que a profecia não teve origem na vontade humana, mas que homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.
Portanto, a profecia bíblica deve ser interpretada em harmonia com a revelação que Deus nos concedeu.
Três princípios são especialmente importantes.
Primeiro, precisamos respeitar o contexto imediato. As profecias de Daniel sobre as setenta semanas e a tribulação final estão relacionadas a Israel e a Jerusalém (Daniel 9:24).
Segundo, precisamos permitir que as Escrituras expliquem as próprias Escrituras. O ensino de Daniel deve ser comparado com Mateus 24, Segunda Tessalonicenses 2 e Apocalipse 11–13.
Terceiro, precisamos distinguir entre aquilo que Deus revelou e aquilo que apenas supomos.
Deuteronômio 29:29 declara:
“As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre.”
Esse é um princípio valioso para o estudo das profecias.
Não devemos afirmar com certeza aquilo que Deus não revelou claramente.
Conclusão
Aprecio o seu interesse pelas profecias bíblicas e o desejo de compreender o significado dos acontecimentos atuais.
Entretanto, não posso concordar que Daniel 12:11–12 esteja se referindo aos presidentes americanos, ao One World Trade Center ou a cálculos numéricos envolvendo 792, 972 e 1792.
Essas relações não são estabelecidas pelas Escrituras.
A profecia de Daniel diz respeito ao cumprimento futuro dos propósitos de Deus para Israel, ao período final da tribulação e ao estabelecimento do Reino do Senhor Jesus Cristo.
A questão mais importante não é saber se 2027 será um ano decisivo na história mundial, mas se estamos espiritualmente preparados para encontrar o Senhor.
O apóstolo Paulo escreveu em Tito 2:13:
“Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo.”
Nossa esperança não está nos líderes políticos, nos cálculos proféticos ou em padrões numéricos ocultos. Nossa esperança está no Senhor Jesus Cristo, que morreu pelos nossos pecados, ressuscitou e cumprirá todas as promessas que fez.
Como crentes, devemos estudar as profecias com reverência, humildade e confiança na Palavra de Deus, evitando especulações que ultrapassem aquilo que as Escrituras realmente revelam.
O propósito da profecia não é despertar fascínio por datas e números, mas revelar os propósitos soberanos de Deus, glorificar a Cristo e estimular uma vida de fidelidade.
Que Deus nos ajude a permanecer firmemente fundamentados na Sua Palavra.
Josué Matos
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