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Se numa empresa onde você trabalha convidam para participar da festa junina, como um cristão deveria se posicionar?

 Alguém que me escreveu no WhatsApp:

Se numa empresa onde você trabalha convidam para participar da festa junina, como um cristão deveria se posicionar?

Minha Resposta:

Essa é uma questão que exige discernimento espiritual e também equilíbrio. Nem toda festa junina tem exatamente o mesmo conteúdo. Algumas são apenas eventos sociais com comidas típicas, enquanto outras mantêm elementos religiosos ligados aos santos do catolicismo romano, especialmente Santo Antônio, São João e São Pedro.

O princípio bíblico é que o cristão deve evitar qualquer participação em práticas religiosas que não estejam fundamentadas na Palavra de Deus. O apóstolo Paulo escreveu:

"Portanto, meus amados, fugi da idolatria" (1 Coríntios 10:14).

Também lemos:

"E não sejais participantes com eles" (Efésios 5:7).

Se a festa possui procissões, rezas, homenagens a santos, rituais religiosos ou qualquer forma de devoção religiosa, o cristão deve abster-se, pois sua lealdade pertence exclusivamente ao Senhor Jesus Cristo.

Por outro lado, se a empresa promove apenas um convívio social entre funcionários, sem qualquer conotação religiosa, cada cristão deve agir segundo a sua consciência diante de Deus. Mesmo assim, é importante avaliar se a sua presença poderá ser interpretada como apoio às práticas religiosas associadas ao evento.

Romanos 14:23 ensina:

"Tudo o que não é de fé é pecado."

Assim, a pergunta não deve ser apenas: "Posso participar?", mas também: "Posso participar com uma consciência tranquila diante do Senhor?"

Outro princípio importante encontra-se em 1 Coríntios 10:31:

"Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus."

Se a participação não glorifica a Deus, causa tropeço a outros crentes ou compromete o testemunho cristão, é melhor não participar.

Muitos irmãos, por amor ao Senhor e para evitar qualquer associação com práticas religiosas humanas, preferem não participar dessas festividades. Outros comparecem apenas em atividades profissionais inevitáveis, sem envolvimento nas partes religiosas. Em qualquer caso, a decisão deve ser tomada em oração, buscando honrar ao Senhor Jesus acima de tudo.

Josué Matos


O relógio profético de Deus parou na morte de Cristo, entrando a plenitude dos gentios.

 Alguém que me escreveu no YouTube:

É exatamente isso mesmo, o relógio profético de Deus parou na morte de Cristo, entrando a plenitude dos gentios.

Minha Resposta:

Há uma pequena correção a ser feita nessa afirmação. O relógio profético de Deus não parou exatamente na morte de Cristo, mas sim com a rejeição oficial de Israel ao testemunho do Espírito Santo após a ressurreição e ascensão do Senhor Jesus.

Quando o Senhor Jesus morreu na cruz, ressuscitou ao terceiro dia e ascendeu ao céu, ainda havia uma oferta nacional sendo apresentada a Israel. Em Atos dos Apóstolos 3:19-21, Pedro conclamou a nação ao arrependimento, anunciando que Deus enviaria novamente o Cristo previamente designado. Isso demonstra que Israel ainda estava sendo tratado como nação dentro do propósito profético.

O ponto decisivo ocorreu quando a liderança judaica rejeitou o testemunho do Espírito Santo dado através dos apóstolos. Esse ato é simbolicamente representado pelo apedrejamento de Estêvão em Atos dos Apóstolos 7. Enquanto na cruz eles rejeitaram o Filho, em Atos rejeitaram o testemunho do Espírito Santo. A partir daí, a nação foi judicialmente colocada de lado por um período.

É nesse intervalo que encontramos o chamado "mistério" revelado ao apóstolo Paulo, isto é, a formação da Igreja, composta de judeus e gentios unidos em um só corpo (Efésios 3:1-11). Durante esta dispensação, Deus está visitando os gentios para tomar dentre eles um povo para o Seu nome (Atos dos Apóstolos 15:14).

Quanto à expressão "plenitude dos gentios", ela aparece em Romanos 11:25 e não significa a conversão de todos os gentios, mas o número completo daqueles que Deus determinou salvar durante a presente dispensação da graça. Quando esse número estiver completo e a Igreja for arrebatada, Deus retomará novamente o Seu programa profético com Israel.

Por isso, as setenta semanas de Daniel não terminaram na sexagésima nona semana nem foram anuladas. Existe um intervalo entre a sexagésima nona e a septuagésima semana. Esse intervalo corresponde ao período atual da Igreja. Quando a Igreja for retirada da Terra, a profecia voltará a correr, culminando nos eventos da Tribulação e no estabelecimento do reino milenar do Senhor Jesus Cristo.

Assim, de forma resumida, podemos dizer que o programa profético relacionado a Israel foi interrompido temporariamente após a rejeição nacional do testemunho apostólico, e não exatamente na morte do Senhor Jesus. Atualmente vivemos no período da graça, durante o qual Deus está chamando pessoas de todas as nações para formar a Igreja de Cristo.

Muitas vezes os crentes confundem duas expressões bíblicas distintas: "os tempos dos gentios" e "a plenitude dos gentios". Embora ambas envolvam os gentios, referem-se a assuntos diferentes e pertencem a contextos diferentes do plano de Deus.

TEMPO DOS GENTIOS

A expressão aparece nas palavras do Senhor Jesus:

"Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem" (Lucas 21:24).

Os tempos dos gentios começaram quando Deus retirou de Israel o governo mundial e entregou essa autoridade às nações gentílicas.

Até os dias dos reis de Judá, Jerusalém era a capital do reino estabelecido por Deus. Mas devido à idolatria e à rebelião da nação, Deus entregou Jerusalém a Nabucodonosor, rei da Babilônia.

Em 586 a.C., Jerusalém foi destruída e o povo levado para o cativeiro. A partir desse momento iniciou-se o período dos tempos dos gentios.

Daniel recebeu a revelação desse período através da visão da grande estátua (Daniel 2). Os quatro impérios mundiais sucessivos seriam:

• Babilônia
• Medo-Pérsia
• Grécia
• Roma

Esses impérios representam o domínio gentílico sobre o mundo e especialmente sobre Jerusalém.

Mesmo após o retorno parcial dos judeus da Babilônia, Israel nunca mais recuperou a soberania que possuía nos dias de Davi e Salomão. Quando o Senhor Jesus nasceu, a Palestina estava sob domínio romano.

Os tempos dos gentios continuam até hoje.

Embora Israel tenha voltado à sua terra em 1948, Jerusalém ainda permanece no centro das disputas internacionais, e o governo mundial continua nas mãos das nações.

Esse período somente terminará quando o Senhor Jesus voltar em glória para destruir os reinos gentílicos e estabelecer Seu reino milenar.

Daniel descreve esse momento pela pedra cortada sem mãos que destrói a estátua e enche toda a terra (Daniel 2:34-35,44-45).

Portanto:

Os tempos dos gentios começaram com Nabucodonosor e terminarão na segunda vinda de Cristo para estabelecer Seu reino.

PLENITUDE DOS GENTIOS

Já a expressão "plenitude dos gentios" aparece em Romanos:

"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo, para que não presumais de vós mesmos: que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado" (Romanos 11:25).

Aqui Paulo não está falando de governo mundial.

Ele está falando da salvação.

A plenitude dos gentios é o número completo dos gentios que Deus pretende salvar durante a presente dispensação da graça.

Quando Israel rejeitou seu Messias, Deus não abandonou Seu povo definitivamente. Em vez disso, abriu uma porta ampla para os gentios.

Atualmente o evangelho é pregado a todas as nações.

Judeus e gentios são salvos da mesma maneira: pela fé em Jesus Cristo.

Mas chegará um momento em que o último eleito desta dispensação será salvo.

A Igreja estará completa.

Então ocorrerá o arrebatamento.

Após isso, Deus voltará a tratar diretamente com Israel durante a futura tribulação.

Por isso Paulo diz:

"E assim todo o Israel será salvo" (Romanos 11:26).

A plenitude dos gentios não é o domínio político dos gentios.

É o número completo dos gentios que Deus está chamando para compor a Igreja.

AS PRINCIPAIS DIFERENÇAS

Tempo dos gentios:

• Relacionado ao governo mundial.
• Começou com Nabucodonosor.
• Jerusalém está sob domínio ou influência gentílica.
• Terminará na manifestação gloriosa de Cristo.

Plenitude dos gentios:

• Relacionada à salvação.
• Refere-se à Igreja.
• É o número completo dos salvos dentre as nações.
• Terminará antes da retomada do programa de Deus com Israel.

COMO AS DUAS COISAS SE RELACIONAM

Atualmente estamos vivendo simultaneamente nos tempos dos gentios e no período em que Deus está chamando a plenitude dos gentios.

Os tempos dos gentios continuam correndo politicamente.

Ao mesmo tempo, Deus está reunindo a Igreja dentre todas as nações.

Quando a plenitude dos gentios for alcançada, a Igreja será arrebatada.

Depois virá a septuagésima semana de Daniel.

Ao final dela, Cristo voltará em poder e glória.

Então os tempos dos gentios terminarão definitivamente, e o reino será entregue ao verdadeiro Rei, o Senhor Jesus Cristo.

Assim, os tempos dos gentios dizem respeito ao domínio das nações sobre o mundo, enquanto a plenitude dos gentios diz respeito ao número completo daqueles que serão salvos dentre as nações durante a presente dispensação da graça.

Josué Matos


O TABERNÁCULO NO DESERTO

 


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Entre todas as revelações que Deus concedeu ao homem nas páginas das Escrituras, poucas possuem tanta profundidade, beleza e riqueza espiritual quanto o Tabernáculo erguido no deserto. À primeira vista, ele poderia parecer apenas uma antiga tenda utilizada pelo povo de Israel durante sua peregrinação rumo à Terra Prometida. Porém, quando examinamos cuidadosamente cada detalhe dessa extraordinária construção, descobrimos que ela constitui uma das mais completas revelações do pensamento de Deus acerca do Seu Filho, do plano da redenção e do Seu desejo de habitar entre os homens.

O Tabernáculo não nasceu da imaginação humana. Nenhum arquiteto elaborou seu projeto. Nenhum líder religioso decidiu sua forma. Sua origem está no próprio coração de Deus. Foi Ele quem revelou cada medida, cada material, cada móvel, cada cor, cada cortina e cada detalhe da sua estrutura. Nada foi deixado ao acaso. Tudo possuía um significado e um propósito.

Quando Israel saiu do Egito, o povo havia sido libertado da escravidão, mas ainda precisava atravessar um longo deserto. A jornada seria difícil. Haveria sede, fome, perigos, provações e muitas manifestações da fraqueza humana. Contudo, antes mesmo de conduzi-los à terra prometida, Deus lhes deu algo extraordinário: Sua própria presença.

A grande maravilha do Tabernáculo não era sua beleza exterior. Não eram suas cortinas, seus móveis de ouro ou seus utensílios sagrados. A verdadeira maravilha era que Deus desejava habitar ali.

Em Êxodo 25:8 encontramos uma das declarações mais notáveis de toda a Bíblia:

"E me farão um santuário, e habitarei no meio deles."

Essas palavras revelam algo precioso acerca do caráter divino. Deus não é indiferente ao homem. Ele não permaneceu distante em Sua majestade celestial observando a humanidade de longe. Pelo contrário, Seu desejo sempre foi aproximar-se da criatura que formou.

No Jardim do Éden, Deus andava com o homem.

No deserto, Deus habitou no Tabernáculo.

Em Jerusalém, Sua glória encheu o templo.

Na plenitude dos tempos, Deus veio ao mundo na Pessoa do Senhor Jesus Cristo.

Hoje, habita em Seu povo por meio do Espírito Santo.

E no futuro eterno, habitará para sempre com os remidos no novo Céu e na nova Terra.

O Tabernáculo ocupa um lugar central nessa maravilhosa história da presença de Deus entre os homens.

Ao observarmos o acampamento de Israel, percebemos algo significativo. As tribos eram organizadas ao redor do Tabernáculo. Ele ocupava exatamente o centro do povo. Não estava numa extremidade do acampamento. Não estava escondido numa montanha distante. Estava no meio deles.

Essa disposição ensinava uma verdade que permanece válida em todas as épocas: Deus deseja ocupar o lugar central.

O centro dos pensamentos.

O centro da adoração.

O centro da comunhão.

O centro da vida.

Tudo no acampamento convergia para aquele santuário. Quando a nuvem se movia, o povo se movia. Quando a nuvem parava, o povo parava. A presença de Deus determinava a direção da jornada.

Entretanto, o Tabernáculo não foi dado apenas para ensinar verdades sobre Deus. Ele também revela importantes verdades sobre o homem.

Ao longo de toda a sua estrutura encontramos uma realidade evidente: o homem não pode aproximar-se de Deus segundo seus próprios pensamentos.

Existe uma porta.

Existe um altar.

Existe uma bacia.

Existe um sacerdócio.

Existe sangue derramado.

Existe um caminho estabelecido por Deus.

Cada elemento do Tabernáculo proclama que a aproximação de Deus somente é possível através dos meios determinados por Ele.

Essa verdade alcança seu cumprimento perfeito no Senhor Jesus Cristo.

O próprio Senhor declarou:

"Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (João 14:6)

O Tabernáculo, portanto, não é apenas um monumento histórico. É um retrato profético do Salvador.

O altar aponta para Seu sacrifício.

A bacia aponta para Sua obra purificadora.

O candelabro aponta para Sua luz.

A mesa dos pães aponta para Seu sustento.

O altar do incenso aponta para Sua intercessão.

O véu aponta para Sua carne.

A arca aponta para Sua Pessoa gloriosa.

Do início ao fim, o Tabernáculo fala do Senhor Jesus Cristo.

Por essa razão, durante séculos, estudantes das Escrituras dedicaram-se ao seu estudo. Quanto mais profundamente examinamos suas figuras, mais claramente percebemos a grandeza do plano divino.

Nenhum detalhe é insignificante.

Nenhuma medida é inútil.

Nenhuma cor foi escolhida sem propósito.

Nenhum móvel foi colocado por acaso.

Tudo possui uma mensagem.

Tudo possui uma lição.

Tudo aponta para Cristo.

Ao mesmo tempo, o Tabernáculo também nos apresenta uma visão da obra redentora de Deus ao longo dos séculos.

Ali vemos a santidade divina exigindo julgamento para o pecado.

Ali vemos a graça providenciando um substituto.

Ali vemos o sangue sendo derramado.

Ali vemos o pecador encontrando acesso à presença de Deus.

Ali vemos a comunhão restaurada.

Ali vemos, em figuras e sombras, as verdades que alcançariam sua plena realização na cruz do Calvário.

Mas o Tabernáculo não olha apenas para trás, para Israel, nem apenas para a cruz. Ele também aponta para o futuro.

A presença divina que habitava naquele santuário era uma antecipação daquilo que um dia será plenamente realizado.

O livro de Apocalipse descreve o momento em que Deus habitará para sempre com os homens.

Não haverá mais separação.

Não haverá mais pecado.

Não haverá mais véu.

Não haverá mais distância.

A comunhão interrompida no Éden será plenamente restaurada.

O propósito eterno de Deus alcançará seu cumprimento perfeito.

Assim, ao estudarmos o Tabernáculo, estamos contemplando muito mais do que uma antiga construção do deserto. Estamos observando um testemunho da graça divina, um retrato do Senhor Jesus Cristo, uma lição sobre a redenção e uma antecipação da glória futura.

Nas páginas que seguem, percorreremos cada parte dessa extraordinária habitação.

Entraremos pelo portão do átrio.

Pararemos diante do altar.

Observaremos a bacia de bronze.

Penetraremos no Santo Lugar.

Contemplaremos o candelabro, a mesa dos pães e o altar do incenso.

Atravessaremos o véu.

Chegaremos ao Santo dos Santos.

Ali encontraremos a arca da aliança, o lugar da presença de Deus.

E, ao longo dessa jornada, descobriremos que cada detalhe nos conduz à mesma Pessoa gloriosa: o Senhor Jesus Cristo.

Ele é o verdadeiro Tabernáculo de Deus.

Ele é o centro de toda a revelação divina.

Ele é o tema principal de todas as Escrituras.

E é para Ele que este estudo deseja conduzir o leitor.

Josué Matos


Eu sou o Todo e o Todo veio de mim! Eu sou DEUS!

 Alfuém que me escreveu no YouTube:

Eu sou o Todo e o Todo veio de mim! Eu sou DEUS!

Minha Resposta:

Essa afirmação não é nova. Desde o princípio da história humana, Satanás tem procurado convencer o homem de que ele pode ser como Deus. Em Gênesis 3:5, a serpente disse a Eva: "sereis como Deus". Desde então, muitas filosofias, religiões e movimentos esotéricos têm repetido essa mesma ideia de diferentes formas.

A Bíblia ensina exatamente o contrário. Deus é o Criador, e nós somos criaturas.

O profeta Isaías registrou as palavras do próprio Deus:

"Eu sou o SENHOR, e não há outro; fora de mim não há Deus" (Isaías 45:5).

Novamente:

"Antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá" (Isaías 43:10).

Se uma pessoa afirma ser Deus, então ela teria que possuir os atributos exclusivos de Deus. Pergunto:

Você é eterno, sem princípio e sem fim?

Você criou os céus, a terra e todas as coisas?

Você conhece simultaneamente todos os pensamentos de todos os seres humanos?

Você está presente em todos os lugares ao mesmo tempo?

Você sustenta o universo pelo poder da sua palavra?

Você pode ressuscitar mortos apenas por sua própria autoridade?

A resposta honesta para todas essas perguntas é não.

A própria existência de limitações humanas demonstra que não somos Deus. Ficamos doentes, envelhecemos, cometemos erros, esquecemos coisas, precisamos dormir, comer e dependemos de milhares de fatores para continuar vivos.

A Bíblia declara:

"Porque ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó" (Salmo 103:14).

O único que pode dizer legitimamente "EU SOU" é Deus. Quando Moisés perguntou qual era o Seu nome, Deus respondeu:

"EU SOU O QUE SOU" (Êxodo 3:14).

Séculos depois, o Senhor Jesus aplicou esse título a Si mesmo ao dizer:

"Antes que Abraão existisse, eu sou" (João 8:58).

Portanto, a grande questão não é o homem tornar-se Deus, mas reconhecer sua condição de pecador e voltar-se para Deus mediante a fé em Jesus Cristo.

O evangelho não ensina que o homem é Deus. O evangelho ensina que Deus se fez homem na pessoa do Senhor Jesus Cristo para salvar pecadores.

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus" (Romanos 3:23).

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" (1 Timóteo 2:5).

A maior necessidade do ser humano não é descobrir uma suposta divindade dentro de si, mas reconhecer seu pecado, arrepender-se e receber o Salvador que Deus enviou.

Josué Matos