O Pecado Imperdoável

Encontramos este assunto em Mateus 12, Marcos 3 e Lucas 12. Cada um dos escritores sinópticos revela que foi mencionado numa ocasião quando os judeus em geral, e os seus líderes religiosos e civis em particular, estavam se opondo ao Senhor Jesus Cristo. A influência pessoal e os ensinos de Cristo estavam produzindo arrependimento, amor e trabalho devoto nos corações de alguns, ou então provocando ódio em muitos outros corações humanos. Estes assuntos, como também o incidente todo, são descritos mais abrangentemente no evangelho escrito por Mateus, e assim trataremos com ele em mais detalhe.


Mateus 12:22-37
O tema geral do evangelho de Mateus é provar que Jesus é o Cristo, o único e verdadeiro Messias de Israel. Este evangelho está dividido numa série de cinco partes na forma de panfleto, que são precedidas por uma introdução e concluídas por um epílogo. A ordem é a seguinte:
1:1 a 4:11 A introdução apresenta a vida particular do Rei
4:12 a 26:1 Esta parte extensa de Mateus contém os cinco livros que apresentam a vida pública do Rei 1. 4:12 a 7:28 — A pregação do Rei; 2. 8:1 a 11:1 — O poder do Rei; 3. 11:1 a 13:53 — As parábolas do Rei; 4. 13:54 a 19:1 — O propósito do Rei; 5. 19:2 a 26:1 — As profecias do Rei.
26:2 – 28:20 O epílogo apresenta a paixão e presença do Rei.
Devemos notar que cada um dos cinco livros tipo panfleto começa com uma narrativa e termina com um discurso que se encerra com as palavras: ―E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso‖ (veja 7:28;11:1; 13:53; 19:1 e 26:1).
O cap. 12 é um dos pontos críticos no relato de Mateus sobre a vida e ministério de Jesus o Messias. Registra a Sua rejeição pela nação, apesar dos muitos aspectos de evidências inegáveis que tinham recebido. Aqui Ele afirma a Sua superioridade ao sistema sacerdotal do judaísmo: ―Pois eu vos digo que está aqui quem é maior do que o templo‖ (Mt 12:5-6). Ele é também maior do que o maior e mais sábio rei da nação: ―E eis que está aqui quem é maior do que Salomão‖ (12:42). Também, Ele é preeminentemente superior a toda a habilidade e grandeza histórica profética da nação: ―Os ninivitas ressurgirão ao juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é maior do que Jonas‖ (12:41).


O pecado imperdoável (12:22-37)
Esta parte, que contém o nosso assunto, começa com a evidência específica do poder de Cristo sobre poderes satânicos. Depois de ter curado o homem com a mão mirrada, Ele se afastou da atenção dos fariseus, mas logo voltou a ser o centro de atração. O próximo caso trazido a Ele foi de um endemoninhado cego e mudo, e o milagre que seguiu provocou reações distintas e variadas.
i) Para o homem endemoninhado houve a cura imediata da possessão, que resultou na sua capacidade de falar e ver.
ii) Quanto ao povo, eles podiam discernir que tal poder era uma evidência clara de que Jesus era o Messias que a nação esperava, pois ―toda a multidão se admirava e dizia: Não é este o Filho de Davi?‖ (v. 23).
iii) É fácil ver por que os fariseus ficaram irados quando ouviram estas palavras do povo. Seus corações ímpios ficaram perturbados ao ouvir o povo comum novamente reconhecendo publicamente que Jesus era o Messias. Entretanto, os fariseus sabiam, nos seus corações, que algo absolutamente milagroso tinha acontecido naquele dia. O fato de atribuírem o milagre aos poderes do mal do mundo invisível deixa bem claro que sabiam que o que acontecera naquele dia era uma obra além do poder do homem mortal; só poderia ser Divino ou satânico. Suas mentes obstinadas recusaram reconhecer a divindade de Jesus de Nazaré e, portanto, disseram: ―este não expulsa os demônios senão por Belzebu, príncipe dos demônios‖ (v. 24). Quanta blasfêmia contra Cristo! Eles estavam atribuindo a Satanás o poder que tinha sido demonstrado pelo Filho de Deus; e, muito pior ainda, estavam em efeito dizendo que, longe de ser o Messias da nação, nosso Senhor Jesus Cristo era um mero homem sob o poder e controle de Satanás. Vindo dos assim chamados ―líderes espirituais‖, isto era realmente pecado. Foi o pecado de rejeição, já mencionado.
A resposta de Cristo é muito instrutiva. Suas palavras revelam que a Onisciência, um atributo divino, estava nEle: ―Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes …‖ (v. 25). Ele sabia de tudo que tinham falado, e até mesmo o que estava em suas mentes. Ele também sabia que o propósito Divino estava sendo cumprido em todas estas circunstâncias, e que a Sua rejeição pela nação de Israel seria usada para trazer bênção aos gentios, como também a Israel (veja vs. 18, 21). Suas palavras de repreensão aos fariseus foram muito importantes: ―Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado‖ (v. 25). Aqui o Senhor estava mostrando que os reinos deste mundo geralmente não agem contra seus próprios interesses nacionais, e Satanás certamente nunca usaria os poderes do mal da sua administração para agir contra seus próprios demônios. Isto seria um divisor no seu reino mau, e deixa claro a tolice destas suas acusações. De fato, o Senhor está dizendo que, se fosse assim, Satanás estaria expulsando Satanás e, portanto, agindo contra si mesmo, para destruir o seu próprio reino (v. 26).
Além disso, Ele os lembrou dos ―vossos filhos‖ (v. 27). Isso, sem dúvida, se refere àqueles judeus que ao invocar o nome do Deus Altíssimo, às vezes tinham expulsado demônios. Esta atividade tinha sido, e estava sendo exercitada dentro da nação judaica. Lemos de João dizendo ao Senhor Jesus: ―Mestre, vimos um que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos segue …‖ (Mc 9:38), e novamente o Senhor Jesus disse: ―Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios?‖ (Mt 7:22). Mais tarde lemos em Atos 19:13: ―E alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam invocar o nome do Senhor sobre os que tinham espíritos malignos‖. Nestes casos, o Senhor não os proibiu, e parece que também estavam livres da censura dos líderes judaicos. Assim, o Senhor está dizendo, aqui: ―E se eu expulso os demônios por Belzebu, por quem os expulsam então os vossos filhos?‖ (v. 27) O Senhor está, novamente, chamando atenção à incoerência deles. Eles nunca tinham acusado seu próprio povo como estavam acusando o Senhor. Este argumento é extenso, mas é muito importante ao nosso assunto ao chegarmos mais perto da sua conclusão. Tendo exposto a fraqueza e a inexatidão das suas reivindicações, o Senhor Jesus agora começa a aplicar a verdade que vem surgindo.


O reino de Deus foi revelado
―Mas, se eu expulso os demônios … logo é chegado a vós o reino de Deus‖ (v. 28). Houve evidência clara de que o Messias, o Rei, estava no seu meio. Todo o ministério no livro de Mateus conduzia a este ponto, mas aqueles líderes religiosos estavam rejeitando-O, apesar da verdade das Suas reivindicações. Na vida de Cristo eles estavam observando as condições exatas que haviam sido profetizadas sobre as características do
reino. Anteriormente, João Batista, quando preso, tinha enviado seus discípulos a Cristo com a pergunta: ―És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?‖ (Mt 11:2-6). Realmente, ele estava perguntando: És tu o prometido Messias de Israel? À primeira vista, parece estranho que o Senhor não lhe deu uma resposta direta, positiva ou negativa; mas a resposta que Ele deu foi muito clara, quando considerada à luz do Velho Testamento. Foi: ―Ide, e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: os cegos vêem, e os coxos andam, os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho‖. João bem sabia que as profecias do Velho Testamento continham promessas de que tais coisas acompanhariam o ministério do Messias prometido (Is 35:5-6). Assim, aqui, Ele estava revelando aos fariseus que o poder que Ele acabara de demonstrar sobre os espíritos maus que habitavam no homem, era prova suficiente de que o Reino de Deus verdadeiramente tinha chegado a eles.


O reino seria caracterizado pelo poder do Espírito Santo
―Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus … é chegado o reino de Deus‖ (v. 28). Eles ainda pensavam que estavam tratando com um mero homem. É neste ponto que o Espírito Santo é introduzido no trecho. As obras do Senhor não foram feitas pelo poder de Satanás; antes, foram exercitadas no poder do Divino Espírito Santo de Deus. Qualquer judeu que conhecia as Escrituras do Velho Testamento saberia que, desde o princípio, o Espírito Santo tinha sido revelado como o poder ativo da Divindade (Gn 1:2). Eles sabiam também que havia passagens que ensinavam que a presença e o poder do Espírito Santo identificariam Aquele que viria (Is 11:1-2). Assim, havia evidência de que a Divindade estava operando na Nação, no poder do Espírito Santo.


O reino revelaria a derrota de Satanás
―Ou, como pode alguém entrar em casa do homem valente, e furtar os seus bens, se primeiro não maniatar o valente, saqueando então a sua casa?‖ (v. 29). O Senhor Jesus já tinha encontrado Satanás no deserto e provado que Ele era o grande Vencedor sobre sua tentação e poder. Além disso, os muitos milagres realizados por Ele tinham provado Sua habilidade sobre Satanás ao ―furtar seus bens‖. Por ocasião da Tentação, o Senhor foi conduzido ao deserto pelo Espírito Santo, e quando a tentação terminou, Ele voltou no poder do Espírito Santo. Estes fatos todos enfatizam a importância do poder do Espírito Santo na vida, ministério e milagres feitos pelo nosso Senhor Jesus Cristo.


O reino não estaria livre de oposição
―Quem não é comigo é contra mim, e quem comigo não ajunta, espalha‖ (v. 30). O Senhor está dando uma advertência solene àqueles que se opunham a Ele. Toda a evidência tinha sido rejeitada; eles eram contra Cristo. Aqui, novamente, temos que enfatizar que esta oposição não era somente contra o próprio Cristo, mas contra os atos que Ele tinha operado no poder e pela unção do Espírito Santo de Deus. Na linguagem do v. 30, eles certamente não ajuntavam, mas espalhavam. Assim, a base estava sendo lançada para o assunto da blasfêmia, na mui solene afirmação que segue.


Uma afirmação geral sobre o perdão dos pecados
―Portanto, eu vos digo: todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens‖ (12:31).Vemos aqui a grandeza do perdão de Deus. Apesar da profundidade da iniquidade praticada pela humanidade, existe provisão para todos serem perdoados. A pregação do Evangelho do Novo Testamento oferece perdão a todos, baseado em arrependimento para com Deus e fé em nosso Senhor Jesus Cristo. Estes fatos são importantes à luz do assunto considerado.
Muitos dos não salvos têm sido confundidos pelo ensino que diz que há aqueles que não podem ser perdoados porque cometeram o pecado imperdoável. Isso não é verdade, como veremos. E vemos, aqui, algo das diferentes formas de culpa que podem ser descritas. Blasfêmia se refere à profanação e impiedade expressa pela boca de homens ímpios. Quão grande a graça do nosso Deus, que, sendo intrinsecamente santo, perdoa tais atos e palavras depravadas.


A blasfêmia contra o Filho do Homem
Devemos considerar as seguintes palavras: ―se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro‖ (12:32). Embora o apóstolo Paulo fosse um judeu piedoso antes da sua conversão, ele se chama de ―blasfemo, perseguidor e injurioso‖ (I Tm 1:13). Na sua ignorância ele tinha falado e agido perversamente e sem reverência, em relação a Jesus de Nazaré, o Filho do Homem. Isso era semelhante ao pecado de ignorância, mencionado nos primeiros capítulos de Levítico, e este pecado podia ser perdoado. Este era o pecado contra o Filho do Homem, mencionado aqui em Mateus 12:32, e Paulo certamente tinha cometido este pecado, porém mais tarde ele escreveu: ―alcancei misericórdia, porque o fiz ignorantemente, na incredulidade‖ (I Tm 1:13).


A blasfêmia contra o Espírito Santo
Tendo falado sobre estes pecados de ignorância, o Senhor volta ao assunto do Pecado Imperdoável. Obviamente, este não poderia ser um pecado de ignorância; já vimos que ele é atribuído a pessoas que receberam evidências claras e indisputáveis. Este pecado não poderia ser perdoado daqueles com quem o Senhor falava naquele dia; também não poderia ser perdoado ―no futuro‖. Os termos usados e o povo envolvido são extremamente importantes na compreensão correta deste assunto. A expressão ―nos séculos vindouros‖ (Ef 2:7) descreve a eternidade, mas ―o mundo futuro‖ (Hb 2:5) é um tempo específico no futuro; descreve o período milenar vindouro.
Assim as palavras usadas pelo Senhor, aqui, não deixam nenhuma dúvida: ao falar impiamente e condenar as obras e a pessoa do Espírito Santo, eles não estavam somente blasfemando contra o Espírito Santo de um modo geral. Cada judeu bem instruído saberia que o Espírito Santo é uma Pessoa Divina, e Ele era assim conhecido no Velho Testamento. Aqui, o Senhor fala da ―blasfêmia contra o Espírito Santo‖. No contexto de Mateus 12 a blasfêmia era o que eles tinham falando sobre o poder da vida e milagres do nosso Senhor Jesus Cristo. A eles, todas as evidências anteriores tinham sido apresentadas, e eles sabiam que Ele tinha realizado milagres sobrenaturais; eles sabiam que Ele não era um homem qualquer, e no entanto eles atribuíam tudo isto ao poder satânico. Estavam realmente dizendo que nosso bendito Senhor estava possuído e era controlado por Satanás, e que Ele era, de fato, o Homem do Pecado! Este é o significado de cometer o Pecado Imperdoável. Podemos ver, então, que este pecado somente poderia ser praticado enquanto o Senhor Jesus estava aqui na Terra. Mas também poderá ser cometido futuramente, no período do milênio, quando o nosso Senhor Jesus estará novamente na Terra, fisicamente — o mundo futuro. No final daquele dia futuro, aqueles que se revoltarem e falarem contra Cristo e o Seu ministério poderão, também, cometer o pecado para o qual não há perdão.


O veredicto
A parte final da passagem (Mt 12:33-37) revela ainda que a evidência tinha sido dada e rejeitada pelos líderes religiosos, os fariseus. A geração é má, a árvore é corrupta e o homem mau tem tirado do seu mau tesouro coisas más. Palavras ociosas foram faladas e
serão novamente lembradas ―no dia do juízo‖, e serão recompensadas com a condenação. Eis aqui a resposta final à blasfêmia que estava nos seus lábios.


Marcos 3:22-30
Esta passagem contém referências ao Pecado Imperdoável, e quando a examinamos cuidadosamente, verificamos que contém os mesmos elementos de verdade que já achamos na passagem paralela no evangelho de Mateus. Geralmente é aceito que este é o mesmo incidente que vimos em Mateus. Começa com a visita dos escribas que chegaram de Jerusalém. Nos dias do Novo Testamento havia escribas entre os fariseus e também entre os saduceus, como lemos em Atos 23:9: ―levantando-se os escribas da parte dos fariseus, contendiam, dizendo…‖. Os escribas desta passagem são aqueles fariseus mencionados por Mateus. Assim, pouco comentário é necessário. Devemos notar, em confirmação, que a primeira parte de Marcos 3 relata muito dos milagres que tinham sido feitos, e os espíritos imundos mencionados, sem dúvida, incluem o caso específico mencionado em Mateus. Marcos 3 termina da mesma maneira que Mateus 12, e Marcos 4 começa como Mateus 13. Assim, verificamos que o argumento proferido sobre o Pecado Imperdoável permanece incontestado por Marcos.


Lucas 12:1-12
É mais difícil harmonizar cronologicamente o relato de Lucas sobre o tempo quando estes versículos aconteceram. A apresentação da vida de Cristo, por Lucas, nem sempre segue uma ordem tão estritamente cronológica como os outros escritores sinópticos. Parece ter uma abordagem moral e tópica. Leitores interessados nisto encontrarão informações proveitosas no cap. 3 do livro According to Luke por David Gooding.
Não é a nossa intenção tratar de todos os 12 versículos desta passagem, mas somente mostrar que o trecho começa com as denúncias e advertências do Senhor contra os fariseus. Aqui vemos que o pano de fundo é semelhante à nossa consideração anterior. Isso é confirmado ao notarmos como os versículos que precedem se referem a falar contra o Filho do homem e são seguidos pela blasfêmia contra o Espírito Santo. Não encontramos tantos detalhes aqui, mas a mesma verdade permanece, e confirma a importância do ministério e do poder do Espírito Santo na vida do nosso Senhor Jesus Cristo.


Conclusões
i) Pelo que estudamos, concluímos que era possível cometer o Pecado Imperdoável durante o tempo quando nosso Senhor Jesus estava neste mundo.
ii) O pecado era a Blasfêmia contra o Espírito Santo.
iii) Esta Blasfêmia não era falar mal, de um modo geral, do Espírito Santo.
iv) A Blasfêmia era específica, ao atribuir os milagres e prodígios de Cristo aos poderes satânicos, e em crer que o Senhor Jesus era possesso por Satanás.
v) A Blasfêmia foi cometida pelos líderes religiosos da nação judaica.
vi) Este mesmo pecado poderá ser cometido, futuramente, quando Cristo estiver novamente na Terra.
vii) Não é possível cometer este pecado no presente dia da graça porque o Senhor Jesus Cristo não está, fisicamente, na Terra agora.

Por James R. Baker, Escócia

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