JÓ E SEUS AMIGOS

 

 Mas Jó necessitava ser provado. Abrigava no seu coração uma profunda raiz moral que devia ser tirada à luz; uma justiça própria que devia sair à superfície e ser julgada. Podemos, com efeito, vislumbrar esta raiz nos versículos que acabamos de ler. Ele diz: "Porventura pecaram meus filhos..." (v. 5). Não parece ter contemplado a possibilidade de que ele mesmo tenha cometido algum pecado. Uma alma que realmente tem-se julgado a si mesma, uma alma quebrantada ante Deus, verdadeiramente consciente do seu próprio estado, das suas tendências e incapacidades, teria pensado em seus próprios pecados e na necessidade de oferecer um holocausto por si mesma.

Mas deve ficar em claro ao leitor que Jó era um verdadeiro santo de Deus, uma alma divinamente vivificada, um possuidor da vida divina e eterna. Não poderíamos insistir o suficiente neste ponto. Ele era um homem de Deus tanto no primeiro capítulo como no último. Se não nos apercebemos disto, nos privaremos de uma das grandes lições deste livro. O versículo 8 do primeiro capítulo estabelece este ponto fora de toda cogitação: E disse o Senhor a Satanás: "Observaste tu o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero e reto, temente a Deus e desviando-se do mal".

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Ao receber o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador, uma das primeiras coisas que você irá aprender é que Deus é amor. Como resultado disto, você logo perceberá que o amor precisa de uma forma prática para se expressar. Você aprenderá que há uma relação entre amar e dar. Deus é um Deus que nos dá muitas coisas. Amar e dar estão intimamente ligados nas Escrituras. “O Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2:20), e “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito” (Jo 3:16). Continuar Lendo...
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