Jeová e os nomes compostos de Jeová

Introdução geral

Elohim (Deus), Adonai (Senhor) e Jeová (Senhor) são os títulos (ou nomes) divinos mais usados no Velho Testamento. Jeová ocorre quase sete mil vezes.

Os nomes e títulos divinos são um assunto muito importante para ser estudado, pois eles estão inseparavelmente ligados com uma interpretação sólida das Escrituras. Por exemplo, Elohim e Jeová não são usados de maneira imprecisa nas páginas das Escrituras Sagradas; cada um tem um significado definido, e a distinção é cuidadosamente mantida.

Nós, como cristãos desta presente dispensação, O conhecemos como nosso Deus e Pai. Entretanto, Jeová é um nome reservado especificamente para Israel; consequentemente, será usado novamente quando eles forem trazidos de volta ao conhecimento e apreciação do seu relacionamento com Deus, durante o reino milenar de Cristo.

Que o Senhor Jesus do Novo Testamento é o Jeová do Velho Testamento fica abundantemente claro. Entretanto, quando Ele veio, Ele era realmente Jeová no meio de Israel, mas Ele nunca é Jeová para os cristãos.

O nome pessoal do Deus de Israel mais frequentemente usado no Velho Testamento, aparece na Bíblia Hebraica (depois de transliterado) escrito com quatro consoantes:YHWH ou JHWH. Na nossa Bíblia YHWH é traduzido “O Senhor”, a não ser onde vem precedido de Adonai, quando então é traduzido “Deus” — “o Senhor Deus” representa “Adonai YHWH”. Devemos notar que em Gênesis 2:4 a 3:24, “o Senhor Deus” representa “YHWH Elohim” — uma forma composta que marca a transição do uso de “Deus” (Elohim) em Gênesis 1:1 a 2:3 para “o Senhor” (YHWH) do cap. 4.

Na AT, lemos em Isaías 26:4: “o Senhor Deus é uma rocha eterna”, ambos os títulos em letras maiúsculas. Aqui “o Senhor” representa “YH” (Jah) uma forma abreviada de YHWH, também encontrada por exemplo no Salmo 68:4: “Louvai aquele que vai montado sobre os céus, pois o seu nome é Senhor [Jah]”

A pronúncia de Jeová

Ninguém sabe ao certo a pronúncia correta de YHWH, pois a antiga grafia hebraica não usava vogais no seu alfabeto. Os judeus escrupulosamente evitavam pronunciar o nome por considerá-lo sagrado demais para ser dito. O costume de evitar o uso oral do nome Jeová teve sua origem na reverência, mas depois quase se degenerou em superstição, baseado na interpretação errônea de Levítico 24:16: “Aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente morrerá; toda a congregação certamente o apedrejará”, e dai se concluiu que o mero pronunciar do nome Jeová constituía uma ofensa digna de morte.

O escritor aprendeu que quando (por volta de 500-1000 a.C.) pontos indicando o som das vogais foram introduzidos no texto consonantal da Bíblia Hebraica para ajudar com a pronúncia, os pontos adicionados às consoantes YHWH indicavam as vogais da palavra que seria pronunciada no seu lugar, geralmente “Adonai”. Assim, embora os judeus continuassem a escrever “YHWH”, eles liam “Adonai”. Entretanto, onde Deus é chamado de “o Senhor Jeová” (no hebraico, Adonai YHWH), para evitar o uso duplo de “Adonai”, eles substituíram “YHWH” por Elohim”. Entretanto, há uma grande possibilidade de que o nome “Jeová” antigamente era pronunciado “Yahweh”.

Jeová no livro de Gênesis

No total, o nome Jeová é usado sozinho ou como parte de um nome composto de Deus em mais de cento e quarenta ocasiões no livro de Gênesis. O primeiro registro do uso de Jeová é como parte do nome composto Jeová Elohim: “Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e o céu” (Gn 2:4).

Abraão conhecia o nome de Jeová: “Abraão invocou ali [Betel] o nome do Senhor” (Gn 13:4). Acerca de Isaque lemos: “Então edificou ali [Berseba] um altar, e invocou o nome do Senhor” (Gn 26:25); “e Abimeleque … com Auzate seu amigo, e Ficol, príncipe do seu exército” (Gn 26:26), dizem a Isaque: “Havemos visto na verdade que o Senhor é contigo” (Gn 26:28). Em Betel, Jacó prometeu: “o Senhor me será por Deus” (Gn 28:21), e lemos do mesmo patriarca orando: “Deus de meu pai Abraão, e Deus de meu pai Isaque, o Senhor, que me disseste: Torna-te à tua terra, e à tua parentela, e far-te-ei bem … Livra-me, peço-te da mão de meu irmão, da mão de Esaú” (Gn 32:9, 11). Depois, entre suas palavras finais a seus filhos, Jacó afirma: “A tua salvação espero, ó Senhor!” (Gn 49:18).

Portanto fica claro que os patriarcas estavam familiarizados com este nome de Deus, Jeová, mas eles não tinham conhecimento experimental de tudo o que este nome representava; eles não entendiam o significado pleno do nome.

Jeová — quando revelado

Êxodo 3:14

Lemos: “E apareceu-lhe [Moisés] o anjo do Senhor em uma chama de fogo do meio duma sarça; e olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia” (Êx 3:2). Naquela ocasião, Deus confirmou a Moisés que Ele era “o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó” (Êx 3:6).

Quando Moisés recebeu a comissão, dada por Deus, de que ele deveria ser o libertador do povo de Deus da opressão dos egípcios, “disse Moisés a Deus: Eis que quando eu for aos filhos de Israel, e lhes disser: O Deus de vossos pais me enviou a vós; e eles me disserem: Qual é o seu nome? Que lhes direi?” (Êx 3:13). Que situação lamentável! O povo de Deus nem sabia qual era o Seu nome!

Entretanto, Moisés queria entender a natureza essencial e o caráter do Deus com quem ele estava lidando. Ao saber disto, haveria uma apreciação melhor de como Deus agiria. Deus bondosamente demonstra paciência com Seu servo hesitante, e diz a Moisés: “Eu sou o que sou”, e Ele disse: “Assim dirás aos filhos de Israel: Eu sou me enviou a vós” (Êx 3:14).

Este nome contém todos os tempos do verbo “ser”; portanto, poderia ser traduzido: “Eu fui, Eu sou, e Eu sempre continuarei a ser”. Pode significar: “Eu sou porque sou”, ou “Eu serei o que eu serei”, significando: “Eu serei tudo o que é necessário quando surgir a ocasião” — este é um pensamento bem conhecido no Velho Testamento. Ele é o Deus da promessa sem fim. “Eu sou” é a tradução das quatro letras hebraicas, às quais acrescentamos vogais para poder pronunciá-la como “Yahweh” ou “Jeová”.

“Eu sou o que sou” — Ele é o auto existente, auto subsistente ser eterno. Todos os outros são meramente seres que existem. Deus é o único que pode dizer: “Eu sou”; aqueles que existem foram chamados à existência. Isto testifica de um Deus que não muda. Com Ele não havia, e não há, nenhum poder externo que possa mudá-lO, e nenhuma mudança era, ou é, necessária. Tudo o que Ele é, Ele deve somente a Si mesmo.

Este título bem definitivo contém uma lição importante tanto para Moisés, como para nós. Não é nossa responsabilidade provar que Deus existe, mas sim proclamá-lO. Precisamos anunciá-lO como o Deus imutável, manifestado no Seu amado Filho: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13:8). O “Eu sou” do Velho Testamento é o Senhor Jesus do Novo Testamento. Este parece ser, mais do que qualquer outro, o título que o Senhor Jesus usou para revelar quem Ele é. No Evangelho de João Ele declara: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou” (Jo 8:58). No decorrer deste Evangelho, Ele diz repetidas vezes: “Eu sou”. Este é o Deus que todos devem conhecer. A Criação declara a existência de um Planejador, o Elohim de Gênesis cap. 1: “Porque as coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas” (Rm 1:20). Entretanto, como Israel no Egito, todos precisam reconhecer o eternamente existente “Eu sou”, “Aquele que é, e que era, e que há de vir” (Ap 1:4).

Êxodo 6:3

Moisés iria ver o que o Senhor faria com Faraó. “Agora verás o que hei de fazer a Faraó” (Êx 6:1). Os filhos de Israel não sairiam da escravidão por meio de astúcia, nem teriam que lutar batalhas para sair do Egito. Faraó seria trazido ao ponto onde ele insistiria que o povo saísse; ele os lançaria fora da terra. “Por uma mão poderosa os deixará ir, sim por uma mão poderosa os lançará de sua terra” (Êx 6:1). Foi neste ponto que “falou mais Deus a Moisés, e disse: Eu sou o Senhor” (Êx 6:2).

As palavras de Êxodo 6:3 (“Pelo meu nome, o Senhor, não lhes fui perfeitamente conhecido [isto é, Abraão, Isaque e Jacó]”) não indicam que os patriarcas eram totalmente ignorantes da existência ou do uso do nome. Isto já foi claramente visto neste capítulo, na parte que fala sobre “Jeová no livro de Gênesis”. Assim Êxodo 3:6 é uma das Escrituras que não pode ser interpretada de maneira absoluta, mas deve ser entendida de modo relativo.

Deus diz: “Eu apareci a Abraão, a Isaque, e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso” (Êx 6:3). Assim lemos: “Apareceu o Senhor a Abraão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso” (Gn 17:1). Depois, “Apareceu Deus outra vez a Jacó … e disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. E chamou-lhe Israel. Disse-lhe mais Deus: Eu sou o Deus Todo-Poderoso” (Gn 35:9-11). E mais adiante “Jacó disse a José: O Deus Todo-Poderoso me apareceu em Luz, na terra de Canaã, e me abençoou” (Gn 48:3). Assim os patriarcas, como pastores da terra, tinham conhecido a Deus como o El-Shaddai (Deus Todo-Poderoso), provando o Seu poder.

Temos a chave para entender a aparente dificuldade apresentada em Êxodo 6:3 no que segue, onde o Senhor diz: “E também estabeleci a minha aliança com eles” (Êx 6:4). Assim Jeová [o Senhor] é o Seu título ligado com o Seu povo pelo relacionamento da aliança. Ele se revelaria agora como Jeová de forma diferente, isto é, em novo poder libertando o Seu povo. Ele havia feito uma aliança e estava prestes a cumpri-la, libertando o povo de Israel do Egito e levando-os finalmente à terra prometida.

Como Jeová Ele revelaria o que estava no Seu coração, Seu interesse e prazer no Seu povo, e Sua intervenção ativa a favor deles para que Ele fosse conhecido, pessoalmente, por eles. 

Jeová é um título que manifesta Deus agindo para a Sua própria glória e dedicando-se ao Seu povo oprimido, para manifestar glória neles.

Enquanto Deus tinha realmente feito uma aliança com Abraão, Isaque e Jacó, lemos que “todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas” (Hb 11:13). Mas agora esta aliança (Êx 6:4) seria cumprida de uma maneira especial; Moisés e o povo de Israel iriam conhecê-lO como “Jeová”.

Nomes compostos de Jeová

Jeová-Jireh

Historicamente, Gênesis 22 apresenta o maior teste de Abraão; para Abraão foi mais um momento de crise. Tipicamente, este trecho nos direciona a outro Pai entregando o Seu Filho em sacrifício. Em resposta à pergunta de Isaque: “Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?” (Gn 22:7), Abraão respondeu: “Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto” (Gn 22:8).

Ao continuarmos lendo a história, vemos que “estendeu Abraão a sua mão e tomou o cutelo para imolar o seu filho” (Gn 22:10), mas quando ele fez isto “o anjo do Senhor lhe bradou desde os céus … Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada” (Gn 22:11-12).

Entretanto o “anjo do Senhor” que falou com Abraão desde os Céus não só interrompeu o sacrifício de Isaque, mas forneceu um cordeiro no seu lugar: “Levantou Abraão os olhos” (este era o lugar de visão clara) “e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos chifres, num mato; e, foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho” (Gn 22:13).

A reação de Abraão a esta maravilhosa provisão de Deus foi chamar o “nome daquele lugar: O Senhor Proverá [Jeová-Jireh]; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do Senhor se proverá” (Gn 22:14). Jireh é uma transliteração da palavra hebraica traduzida “proverá” em Gênesis 22:8, mas vem do verbo “ver”, e poderia ser assim traduzida. Frequentemente usamos a expressão “vou ver sobre isto” no sentido de “tomar providências”. O Deus da visão é o Deus da provisão. O Senhor que vê, também providencia para suprir a necessidade que Ele observa, portanto “Jeová-Jireh” também é, corretamente, traduzido “O Senhor proverá”. Deus supriu a necessidade imediata de Abraão (e de Isaque) com um carneiro, e vendo a nossa maior necessidade, Ele “nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós” (Rm 8:32).

Jeová–Ropheka 

Este título é o segundo, cronologicamente falando, dos nomes compostos de Jeová. Devemos notar que o título em si, Jeová-Ropheka, não aparece no texto da nossa Bíblia, mas a sua tradução “o Senhor que te sara” (Êx 15:26). A palavra hebraica transliterada Ropheka é usada quase setenta vezes no Velho Testamento para curar, restaurar ou preservar.

Os israelitas estavam no deserto onde não havia refrigério, “e andaram três dias no deserto e não acharam água” (Êx 15:22), e depois quando acharam água foi um desapontamento, pois a água era amarga; “então chegaram a Mara; mas não puderam beber das águas de Mara, porque eram amargas” (Êx 15:23). Então os que tinham estado cantando com Moisés começaram a murmurar contra ele: “e o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?” (Êx 15:24).

Moisés então intercede a favor do povo; “ele clamou ao Senhor”, e a resposta foi imediata: “o Senhor lhe mostrou uma árvore, que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces” (Êx 15:25). Embora não esteja registrado nenhuma ordem do Senhor para Moisés lançar a árvore nas águas, o fato das águas se tornarem doces quando Moisés fez isto, sugere que esta instrução fora dada. Com certeza, a árvore fala para os cristãos de hoje da cruz, a resposta para todas as necessidades de cura do homem. Aquele que morreu naquela cruz conhece toda a amargura deste mundo. Para usarmos a analogia, onde a cruz é colocada nas circunstâncias da vida, o amargo se torna doce.

Com relação aos filhos de Israel, a lição de Mara precisava ser aprendida, pois “ali lhes deu estatutos e uma ordenança, e ali os provou” (Êx 15:25). O Senhor iria prová-los. O teste que enfrentaram em Mara foi para que não houvesse mal entendidos no futuro. O v. 26 nos revela o estatuto e ordenança mencionados no v. 25: “Se ouvires atento à voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara [Jeová-Ropheka]”. A saúde deles dependeria da sua obediência. A saúde espiritual do cristão, hoje, depende da sua obediência à Palavra de Deus.

Jeová-Nissi

Este título é o terceiro título, cronologicamente falando, dos nomes compostos de Jeová. Desta vez o título aparece na nossa versão da Bíblia. “E Moisés edificou um altar, ao qual chamou: Jeová-Nissi” (O Senhor é Minha Bandeira; Êx 17:15). Devemos notar que a versão Septuaginta (a tradução grega do Velho Testamento hebraico) traduz o título como o “Senhor é meu refúgio”, derivando nissi de uma palavra hebraica que significa “fugir”.

Uma bandeira descreve algo debaixo do qual um exército iria à batalha. O título portanto é muito apropriado para as circunstâncias registradas em Êxodo 17, pois Israel havia acabado de se envolver na sua primeira batalha. Os vs. 8-16 descrevem a batalha com Amaleque. Amaleque era um parente próximo de Israel segundo a carne; ele era neto de Esaú, filho de Elifaz com Timna sua concubina. A esta altura ele havia se tornado num povo forte e guerreiro.

Esta batalha pode ser vista como uma figura da guerra na qual todo cristão está ocupado. Fala do conflito conhecido somente por aqueles que foram redimidos por Deus e libertos do domínio das trevas deste presente mundo mau. Amaleque é uma figura da carne; a carne é a natureza caída, corrompida, perversa, a sede do pecado no homem. Os incrédulos estão sob o domínio da carne, e servem às concupiscências da carne e fazem a sua vontade. A carne portanto não combate contra os seus súditos, ela reina absoluta sobre eles.

Entretanto, no ato da conversão, o Espírito Santo passa a residir dentro do cristão, e um conflito estranho começa, algo antes desconhecido àquela pessoa. A carne dentro do cristão não morreu, nem deixou de funcionar. O Espírito de Deus não erradica, nem absorve a carne dentro do cristão. A carne não pode ser expulsa; não pode ser melhorada. Devemos notar que não foi Israel que atacou Amaleque, mas ao contrário: “Então veio Amaleque, e pelejou contra Israel”; por isto é que lemos primeiramente que “a carne cobiça contra o Espírito” antes de “e o Espírito contra a carne” (Gl 5:17).

A maneira como a vitória foi ganha tem lições importantes para o povo de Deus. O campo de batalha tinha suas esferas superiores e inferiores. No cume do monte, Moisés segurava a vara de Deus na sua mão, enquanto lá embaixo Josué segurava a espada. As ações respectivas de Moisés e Josué apontam para as provisões que Deus nos tem dado para o combate contra a carne. Em Moisés, no cume do monte, vemos uma figura do cristão em comunhão com Deus. Enquanto ele permanece ali, suas mãos elevadas em consciente dependência, o poder de Deus (simbolizado pela vara) é exercido em prol dele. Entretanto, Moisés não estava sozinho; Arão e Ur estavam com ele. Arão era o chefe do sacerdócio de Israel, e representa claramente nosso Sumo Sacerdote. Ur significa “luz”, o emblema de santidade divina, e nos aponta para o próprio Espírito Santo. Deus, na Sua graça, tem suprido tudo para o cristão, e ele é apoiado de ambos os lados por um intercessor com Deus por ele, e um intercessor com Deus no seu interior (Rm 8:26), e assim ele tem o poder para prevalecer. A figura é completada pelo que é dito em Êxodo 17:13: “E assim Josué desfez a Amaleque e a seu povo, ao fio da espada”. A espada representa a Palavra de Deus (Hb 4:12). Não é somente pela oração que podemos combater a carne, precisamos também da Palavra de Deus.

Os vs. 14-16 de Êxodo cap. 17 estão ligados com o memorial da batalha. Primeiramente um livro deveria ser escrito: “Então disse o Senhor a Moisés: Escreve isto para memória num livro”. O escrito sem dúvida seria um relato da batalha, incluindo os acontecimentos no monte, com a mensagem que a lembrança de Amaleque seria apagada. Era para ser lido aos ouvidos de Josué que, presume-se, transmitiria a mensagem para a próxima geração, para que nunca fosse esquecida.

Moisés também “edificou um altar” (v. 15). O propósito do altar era para marcar uma transação com Deus, e Moisés determinou que esta batalha fosse assim marcada. Moisés “edificou um altar, ao qual chamou: O Senhor é Minha Bandeira [Jeová-Nissi]”, fazendo referência à vara de Deus que havia sido segurada sobre o campo de batalha como uma bandeira. O altar e o seu nome testificavam que a vara por si só não ganhou a batalha, mas sim que o próprio Senhor, que lutou em favor de Israel, ganhou a vitória.

O versículo final do capítulo claramente indica que o futuro de Amaleque já fora selado: “haverá guerra do Senhor contra Amaleque de geração em geração”. Isto foi demonstrado no campo de batalha em Refidim. A batalha é do Senhor, e nós lutamos sob Sua bandeira, portanto qualquer que seja a persistência obstinada do inimigo, a vitória é garantida.

Jeová-Shalom

Os versículos iniciais de Juízes cap. 6 dão um pano de fundo ao chamado de Gideão. Os filhos de Israel “fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, e o Senhor os deu nas mãos dos midianitas por sete anos” (v. 1). O povo de Deus que havia sido vitorioso com Josué agora estava reduzido a um povo temeroso, empobrecido, e oprimido pelo seus inimigos, “… os midianitas, os amalequitas, e também os dos oriente” (v. 3). Então lemos: “Israel empobreceu muito pela presença dos midianitas”; entretanto chegou a hora quando “os filhos de Israel clamaram ao Senhor” (v. 6). Em resposta ao seu clamor, “enviou o Senhor um profeta aos filhos de Israel” (v. 8) para os lembrar da sua idolatria, dizendo “não temais aos deuses dos amorreus” (v. 10).

Então “o anjo do Senhor … apareceu” (v. 12 — uma das aparições de Cristo antes da Sua encarnação) a um homem da tribo de Manassés, chamado Gideão, enquanto ele secretamente malhava o trigo no lagar para o salvar dos midianitas (v. 11). O anjo do Senhor disse a Gideão, a quem ele chamou de “homem valoroso”, que o Senhor era com ele (v. 12). A reação de Gideão foi abrir o coração e declarar a angustia que sentia em sua alma: “Se o Senhor é conosco, porque tudo isto nos sobreveio? E que é feito de todas as Suas maravilhas que nossos pais nos contaram?” (v. 13). Eram palavras de desespero.

Então “o Senhor [era realmente o próprio Jeová] olhou para ele e disse: Vai nesta tua força, e livrarás a Israel das mãos dos midianitas; porventura não te enviei eu?” (v. 14). Ainda assim Gideão relutou em crer na mensagem, mas em graça o Senhor lhe disse: “Porquanto eu hei de ser contigo, tu ferirás aos midianitas como se fossem um só homem” (v. 16). O Senhor havia chamado Gideão, e quando Ele chama, Ele também equipa para o trabalho e vai junto com o Seu servo. Sentindo que estava falando com o Senhor, Gideão pede um sinal: “dá-me um sinal de que és tu que falas comigo” (v. 17).

Gideão, obviamente impressionado pela aparição do anjo do Senhor e pela manifestação de graça dada a ele, alguém tão indigno, desejou trazer um presente (uma oferta) e o colocar diante do anjo (v. 18). A oferta consistia de um cabrito como holocausto (ou será que era como oferta pacífica?), pães ázimos de um efa de farinha como oferta de manjares, e uma panela de caldo, provavelmente como libação (v. 20). Gideão evidentemente tinha uma compreensão imperfeita do valor dos sacrifícios que o Senhor tinha ordenado aos filhos de Israel; “o caldo na panela” era uma prova da sua ignorância. Entretanto Deus discerniu o que era verdadeiro, encoberto pela fraca fé de Gideão, e aceitou a oferta quando ele a colocou “sobre esta penha” (v. 20). O fogo do juízo subiu da penha, consumindo “a carne e os pães ázimos” (v. 21). Estes detalhes fazem nossos pensamentos se voltarem para o grande sacrifício de Cristo — haveria um dia quando o fogo do juízo cairia sobre Ele.

Parece que Gideão não percebeu que ele estava diante do anjo do Senhor, até depois que Ele partiu; então Gideão se assombrou com o fato e temeu as consequências: “Ah, Senhor Deus! Pois vi o anjo do Senhor face a face” (v. 22). Entretanto o Senhor em graça falou com o Seu servo amedrontado, com palavras de conforto e segurança: “Paz seja contigo, não temas, não morrerás” (v. 23). “Então Gideão edificou ali um altar ao Senhor” — ele se tornou um adorador — “e chamou-lhe Jeová-Shalom” (v. 24), que significa “o Senhor é Paz”, ou “o Senhor Envia Paz”. A palavra hebraica shalom indica bem estar na sua conotação mais ampla, incluindo paz de mente, saúde do corpo, salvação da alma, conforto na angustia e sucesso na vida.

No meio de todo o tumulto que rugia ao seu redor, e apesar dos conflitos que logo aconteceriam, havia um que poderia dar paz perfeita, uma Pessoa em quem não havia conflito — o próprio Jeová. Gideão havia encontrado o Deus da paz.

Jeová-Tsidkenu

Neste ponto da sua profecia Jeremias projeta nossos pensamentos ao futuro, para o reino milenar de Cristo: “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e agirá sabiamente, e praticará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23:5). Ele então acrescenta: “Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com o qual Deus o chamará: o Senhor Justiça Nossa” (Jeová-Tsidkenu, Jr 23:6). Assim este título é dado ao futuro Rei.

Este “Renovo justo”, o Rei, é e será pessoalmente justo em todos os Seus relacionamentos. Em seguida, um pensamento novo é acrescentado: como rei ou governante Ele vai fazer e estabelecer uma nova justiça, por causa da qual Ele será chamado “o Senhor Justiça Nossa”, isto é, a justiça do homem pecador. Paulo faz os cristãos da presente dispensação lembrarem: “Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (II Co 5:21), e que “vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus, sabedoria, e justiça, e santificação e redenção” (I Co 1:30).

Mas Jeremias escreveu também: “Naqueles dias Judá será salvo, e Jerusalém habitará seguramente; e este é o nome com o qual Deus a chamará: o Senhor é a Nossa Justiça” (Jr 33:16). A expressão que anteriormente era associada com o Rei, aqui é aplicada à cidade de Jerusalém. Naquele dia, ela terá o mesmo nome que o próprio Messias, porque ela refletirá aquela justiça que Ele tem concedido a ela.

Quando a cidade era ímpia, não havia segurança. Quando Jeremias escreveu estas palavras os babilônios estavam às portas, mas “naqueles dias Judá será salvo, e Jerusalém habitará seguramente”. Justiça e segurança estão ligados. Na primeira passagem (23:6) a referência é feita a Judá e Israel, mas aqui os alvos da promessa são Judá e Jerusalém; isto reflete as circunstâncias imediatas da profecia, porque as “cidades de Judá e as ruas de Jerusalém” estavam “assoladas” (Jr 33:10).

Jeová-Shamah

Que tempo infeliz para o a nação quando Deus se apartou do Templo e da cidade de Jerusalém. A casa de Israel ficou desolada; não era mais a Sua casa, e logo não seria mais deles também. Entretanto, naquele dia vindouro, quando a nação eleita será novamente reunida, Deus irá redistribuir a terra, mas de maneira diferente da divisão feita nos dias de Josué. O Templo, nos dias do reino futuro, será bem diferente do Tabernáculo no deserto ou do Templo de Salomão. A cidade será construída em quadrado (Ez 48:16), indicando igualdade e estabilidade naquela era vindoura. Seus portões receberão os nomes das doze tribos, representando toda a nação de Israel.

“E o nome da cidade desde aquele dia será: O Senhor Está Ali” (Jeová-Shamah, Ez 48:35). Ninguém irá perguntar, como fizeram os seus antepassados: “Está o Senhor no meio de nós, ou não?” (Êx 17:7). Ezequiel não se alonga sobre o propósito da cidade, suas atividades ou sua administração. Tudo o que importa para ele é a presença do Senhor; isto supera tudo. Com isto ele encerra a sua profecia. Podemos ouvir o próprio Senhor Jesus dizendo: “Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ai estou eu no meio deles” (Mt 18:20).

Jeová-Ro’i

Este título não aparece nas versões em português. Entretanto, o título hebraico Jeová-Ro’i é traduzido “O Senhor é o meu pastor” no Salmo 23:1. Jeová é chamado de “o Pastor de Israel”: “Tu, que és pastor de Israel, dá ouvidos; tu que guias a José como a um rebanho” (Sl 80:1). Entretanto, a nação de Israel no passado falhou em não apreciar plenamente o Seu caráter de pastor. Mesmo assim, há um dia vindouro quando Isaías 40:11 será cumprido em relação à nação: “Como pastor apascentará o Seu rebanho; entre os Seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no Seu regaço; as que amamentam guiará suavemente”.

Davi, no Salmo 23, estava escrevendo baseado na sua própria experiência. O Salmo começa e termina com referência a Jeová: “… habitarei na casa do Senhor por longos dias” (v. 6). Como pastor, Ele dirige, Ele guia, Ele alimenta, Ele restaura, e Ele protege.

Conhecemos o Senhor agora como o Bom Pastor em relação à Sua morte: “Eu sou o bom pastor, o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (Jo 10:11); como o Grande Pastor em relação à Sua ressurreição: “Ora, o Deus da paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus Cristo, grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe …” (Hb 13:20-21); e como o Sumo Pastor em relação à Sua vinda: “E quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis [os fieis pastores sob suas ordens] a incorruptível coroa de glória” (I Pe 5:4).

Jeová-MeKaddishkem

O título hebraico Jeová-MeKaddishkem é traduzido “o Senhor que vos santifica” nas seguintes Escrituras:

Êx 31:13 — “Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o Senhor que vos Santifica”;

Lv 20:8 — “E guardai os meus estatutos, e cumpri-os. Eu sou o Senhor que vos Santifica”;

Lv 21:8 — “Portanto o [sacerdote] santificarás, porquanto oferece pão ao teu Deus; santo será para ti, pois eu, o Senhor que vos Santifica, sou santo”;

Lv 22:32 — “E não profanareis o Meu santo nome, para que Eu seja santificado no meio dos filhos de Israel. Eu sou o Senhor que vos Santifica”;

Ez 20:12 — “E também lhes dei os Meus sábados, para que servissem de sinal entre mim e eles; para que soubessem que Eu sou o Senhor que os Santifica”.

O Senhor que santificou o Seu povo exige santidade de vida naqueles que foram assim separados.

Nós, como cristãos hoje, fomos santificados posicionalmente, “eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito” (I Pe 1:2), e devemos mostrar santificação prática: “Mas como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver” (I Pe 1:15).

Jeová-Elyon

Elyon, significando “altíssimo”, aparece trinta e seis vezes no Velho Testamento, a primeira ocorrência sendo em associação com El, onde é traduzida “Deus Altíssimo”: “Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo” (Gn 14:18). Como o “Altíssimo” Ele é grandioso em poder, imponente em domínio, eminente em sabedoria e elevado em glória.

Entretanto estamos pensando no título Elyon relacionado com Jeová, e há somente três referências, todas no livro dos Salmos:

Sl 7:17 — “Eu louvarei ao Senhor, segundo a Sua justiça, e cantarei louvores ao nome do Senhor Altíssimo”;

Sl 47:2 — “Porque o Senhor Altíssimo é tremendo, e Rei grande sobre toda terra”;

Sl 97:9 — “Pois tu, Senhor, és o Mais Alto [Elyon] sobre toda a terra; tu és muito mais exaltado do que todos os deuses”.

O Salmo 7 começa e termina com estes grandes títulos, Jeová-Elohim (v. 1) e Jeová Elyon (v. 17). Davi está dizendo que Jeová é o meu Deus, e Ele é o Altíssimo. Frequentemente nos salmos Davi fala da justiça e, de acordo com esta justiça, o salmista canta louvores ao nome dAquele a quem ele chama Jeová-Elyon. Este título é adequado Àquele que é o supremo Governador do mundo; como Daniel disse a Nabucodonosor: “O Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens, e o dá a quem quer” (Dn 4:25).

Salmo 47 nos faz lembrar que “o Senhor Altíssimo é tremendo”; Ele deve ser temido pelas Suas criaturas, e ser tido em admiração e reverência. Ninguém pode resistir Seu poder nem ficar em pé diante da Sua vingança. “Rei grande sobre toda a terra” — não somente sobre a Judeia ou Israel; na verdade, “Altíssimo” é o título de Deus no seu reino milenar.

O autor desconhecido do Salmo 97, durante a sua meditação, irrompe em louvores a Jeová: “Pois tu, Senhor, és o mais alto sobre toda a terra” (v. 9); na verdade, os vs. 8 e 9 do Salmo estão dirigidos diretamente a Jeová. Ele é “Altíssimo” (Elyon); Ele está acima de toda a terra, e exaltado grandemente sobre todos os deuses, a referência sendo às divindades pagãs: “Tu és muito mais exaltado do que todos os deuses” (v. 9).

Jeová ZeBa’oth (Tsebaoth ou Seba’oth)

Este é um título de Deus usado frequentemente (mais de 200 vezes) no Velho Testamento, e é traduzido “Senhor dos Exércitos”. Aparece primeiramente como o nome pelo qual Deus é adorado em Siló, o santuário que, durante o período dos juízes, era o lugar onde a arca da aliança estava: “Subia, pois, este homem, da sua cidade, de ano em ano, a adorar e sacrificar ao Senhor dos Exércitos em Siló” (I Sm 1:3). Neste tempo os “exércitos” podem ter sido considerados os exércitos de Israel, assim o desafio de Davi a Golias foi: “Eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado” (I Sm 17:45).

Entretanto, os “exércitos dos céus” é uma expressão usada frequentemente para descrever os planetas e as estrelas, que muitas vezes eram o alvo da adoração dos idólatras: “Não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo exército dos céus; e sejas impelido a que te inclines perante eles” (Dt 4:19). Nosso Deus é o “Senhor dos Exércitos”. Os exércitos eram também considerados como os exércitos dos Céus, os poderes angelicais que existem para cumprir as ordens do Criador: “Bendizei ao Senhor, todos os seus exércitos, vós ministros seus que executais o seu beneplácito” (Sl 103:21). O título Jeová ZeBa’oth nos revela que este Deus é poderoso, majestoso e supremo.

Salmo 23

Para encerrar, temos mencionado que oito nomes compostos de Jeová são mencionados neste bem conhecido salmo de Davi. Jeová como o bom, grande e supremo Pastor está ocupado, em toda a perfeição dos Seus atributos, em prol das Suas ovelhas:

v. 1 — “O Senhor é o meu pastor” (Jeová-Ro’i);

v. 1 — “Nada me faltará” (Jeová-Jireh);

v. 2 — “Guia-me mansamente a águas tranquilas” (Jeová-Shalom);

v. 3 — “Refrigera a minha alma” (Jeova-Ropheka);

v. 3 — “Guia-me pelas veredas da justiça” (Jeová-Tsidekenu);

v. 4 — “Tu estás comigo” (Jeová-Shamah);

v. 5 — “Preparas uma mesa perante mim na presença de meus inimigos”, (Jeová-Nissi);

v. 5 — “Unges minha cabeça com óleo” (Jeová-MeKaddishkem).

Te agradecemos pela graça

Vinda do alto

Que transborda além de nossa maior culpa;

O amor do Pai eterno,

Amor do Filho Eterno do Pai,

Amor do Espírito Santo —

Jeová, Três em Um. (H. Bonar)

- Por David E. West, Inglaterra

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Ao receber o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador, uma das primeiras coisas que você irá aprender é que Deus é amor. Como resultado disto, você logo perceberá que o amor precisa de uma forma prática para se expressar. Você aprenderá que há uma relação entre amar e dar. Deus é um Deus que nos dá muitas coisas. Amar e dar estão intimamente ligados nas Escrituras. “O Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gl 2:20), e “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito” (Jo 3:16). Continuar Lendo...
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